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A Câmara Municipal de Lisboa (CML) denunciou, administrativamente, os contratos com os comerciantes da Rua de São Lázaro com quem não tinha chegado a acordo para desocuparem os espaços onde irá ser criada habitação no âmbito do Programa de Renda Acessível.
Apesar dos efeitos causados pela pandemia da Covid-19, o mercado de investimento imobiliário em Portugal conseguiu manter grande dinamismo ao longo do primeiro semestre de 2020. O imobiliário de rendimento é um exemplo: reportou na primeira metade do ano o valor recorde de 1.700 milhões de euros transacionados, “valor jamais alcançado no primeiro semestre de anos anteriores”, segundo a análise do departamento de Research da CBRE.
A Airbnb - plataforma online de arrendamento temporário - decidiu proibir a realização de festas nos alojamentos que gere em todo o mundo e estipulou uma ocupação máxima de 16 hóspedes por casa. A medida, que pretende mitigar e evitar o contágio pelo novo coronavírus, permanecerá em vigor por tempo indeterminado até novo aviso.
Os programas de apoio à habitação multiplicam-se um pouco por todo o país. Desde arrendar casas a privados, para depois subarrendá-las a preços mais baixos às famílias portuguesas, até concursos para projetos de construção de novos fogos destinados também eles ao mercado de arrendamento acessível.
Os governos dos arquipélagos portugueses estão a lançar vários programas de apoio à habitação para combater os efeitos negativos da pandemia da Covid-19.
O Alojamento Local (AL) tem sido uma das grandes vítimas da pandemia da Covid-19.
O comércio mundial sofreu uma queda recorde em 2020, devido à pandemia da Covid-19, confirmou esta semana a Organização Mundial do Comércio (OMC).
A Câmara Municipal de Oeiras, atualmente com perto de 4.000 fogos sob gestão, decidiu reforçar a aposta na habitação com apoio municipal.
O programa Porto com Sentido faz parte da política municipal de habitação acessível da Câmara do Porto, e prevê a inclusão no mercado de arrendamento de imóveis que estão atualmente destinados ao Alojamento Local (AL). Até agora, a autarquia recebeu 70 contactos de proprietários e foram formalizadas nove candidaturas, sendo que o objetivo é chegar aos 250 apartamentos até ao final do ano.
A Câmara Municipal de Mafra vai abrir as candidaturas para a atribuição de 18 casas municipais de tipologias T1 e T2 em regime de arrendamento acessível, localizadas na Rua Manuel Fernandes Batista, na Quinta de Santa Bárba, de 20 de agosto a 30 de setembro de 2020. Este projeto municipal destina-se a apoiar os munícipes que, "estando numa fase mais inicial do seu percurso de vida profissional e/ou familiar, procuram manter a sua residência no concelho de Mafra".
A Estratégia Local de Habitação (ELH) de Arcos de Valdevez (Viana do Castelo) está em consulta pública até final de agosto de 2020, revelou a autarquia, salientando que a ELH “pretende ser uma ferramenta que promova a integração das necessidades habitacionais existentes com as respostas mais adequadas a cada situação identificada”.
Crescer em tempos de pandemia. Foi este o desígnio da imobiliária portuguesa UNU que, perante um cenário de incerteza, escolheu estar na linha da frente para a retoma do mercado nacional. Em pleno surto da Covid-19, decidiu reforçar a sua rede em todo o território, preparando, entre março e junho, a abertura de seis novas unidades. A chegada às ilhas – neste caso, à Madeira – já estava nos planos há algum tempo, nomeadamente pelas “oportunidades de investimento ligados ao turismo”, tal como explica Daniel Gomes, Diretor Operacional da rede UNU Imobiliária, em entrevista ao idealista/news.
Está aberto o concurso público para nova fase de reabilitação do Morro da Sé. Esta operação, localizada em pleno centro histórico da cidade do Porto, na confluência das ruas da Bainharia, Mercadores e Santana, irá resultar na disponibilização de mais 14 frações habitacionais para integrar o programa municipal de arrendamento acessível. Trata-se de um investimento de 1,6 milhões de euros.
A solução de passar as casas de Alojamento Local (AL) para o Programa Renda Segura (PRS), criado pela Câmara Municipal de Lisboa, não está a atrair os proprietários. Apesar da falta de clientes e quebras de rendimentos, porque o turismo caiu a pique, a maioria prefere fazer contratos de arrendamento de curta duração, até um ano. O PRS implica fazer um contrato de cinco anos, e muitos dos proprietários do AL temem perder o registo e não poder voltar.
De forma a responder aos estímulos e dificuldades do mercado imobiliário atual, o legislador procurou encontrar uma solução alternativa à aquisição de habitação própria e ao consequente endividamento das famílias e dos grupos etários mais vulneráveis. Foi neste sentido que surgiu a figura do Direito Real de Habitação Duradoura (DRHD), criado pelo Decreto-Lei n.º 1/2020, de 9 de janeiro, e que clarificamos com fundamento jurídico neste artigo, preparado pela Teixeira Advogados & Associados para o idealista/news.
O Governo prevê "uma renda justa durante 25 anos" no âmbito do arrendamento forçado de propriedades florestais - no qual o Estado se substitui ao papel dos proprietários na execução de intervenções inadiáveis que não sejam feitas voluntariamente -, regime jurídico que aguarda aprovação da Assembleia da República. O objetivo é garantir "adesão total" no projeto de transformação da paisagem.
São 479 as famílias que vão receber ajuda da Câmara Municipal do Porto (CMP) no pagamento das respetivas rendas de casa. Em causa está um apoio médio mensal de 193,11 euros, que tem a duração de 24 meses, ao abrigo do programa Porto Solidário - Fundo Municipal de Emergência Social, que vai na 8ª edição – as candidaturas decorreram entre 2 e 19 de junho de 2020.
O mercado imobiliário português sentiu o impacto da pandemia da Covid-19 nos primeiros seis meses do ano, tendo havido uma “suspensão generalizada dos processos de tomada de decisão” no segundo trimestre. Mas nem tudo são más notícias, já que foram investidos em imobiliário comercial 1.670 milhões de euros entre janeiro e junho de 2020, um novo máximo histórico semestral. Em causa estão dados que constam no último “Market Update” da Cushman & Wakefield (C&W).
A criação de zonas de contenção de Alojamento Local (AL) em Lisboa, no final de 2018, parece ter cumprido o propósito esperado pela autarquia, já que os preços dos T2 nos bairros sujeitos às restrições tiveram uma quebra de 20%. No que diz respeito aos preços da generalidade dos imóveis, recuaram cerca de 9%. Estas são algumas das conclusões de um estudo publicado pelo Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia.
A Olimpo Real Estate Portugal (Ores Portugal), Sociedade de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI) lançada pelo Bankinter e pela Sonae Sierra no final de junho, já “anda às compras” e acaba de concluir a aquisição dos primeiros ativos imobiliários em Portugal. A SIGI comprou cinco superfícies comerciais no país, num investimento total de 37 milhões de euros.