A pesquisa encontrou 6250 resultados
Resultados da pesquisa
O BdP reconhece que, nos trimestres mais recentes, têm-se registado sinais de sobrevalorização dos preços do imobiliário residencial em termos agregados, mais acentuados nas cidades de Lisboa, Porto e Faro. Esta evolução resulta da forte dinâmica do turismo e do investimento direto por não residentes, bem como da recuperação da economia portuguesa, que contribuiu para a melhoria da perceção dos investidores nacionais e internacionais.
O Parlamento quer ver o pacote da habitação aprovado antes do Natal. Esta é, pelo menos, a vontade de Hugo Pires, deputado eleito pelo PS que assumiu o cargo de coordenador do Grupo de Trabalho da Habitação, depois da saída de Helena Roseta. A votação está marcada para o dia 21 de dezembro de 2018.
O PSD apresentou dez projetos-lei em matéria de habitação no Parlamento, esta segunda-feira (4 de dezembro de 2018). Um deles prende-se com os contratos de arrendamento que, se celebrados por períodos de dez ou mais anos, deverão ter uma taxa de IRS de apenas 14%. Uma medida em tudo semelhante àquela que foi apresentada pelo Governo numa das propostas de alterações ao arrendamento.
A Infinera (ex-Coriant), um dos principais fornecedores de equipamentos e soluções de redes óticas a nível mundial, protagonizou o maior negócio de escritórios do ano, ocupando a totalidade da antiga sede da Efacec: são 8.487 metros quadrados (m2). O imóvel em causa, agora designado Office Parque de Carnaxide, estava devoluto, encontrando-se em fase final de obras.
A secretária de Estado da Habitação disse que a verba do OE2019 para o setor é “suficiente”, adiantando que o documento não contabiliza “um número significativo” de instrumentos de política com “potencial de investimento enormíssimo”. Sobre as alterações no mercado de arrendamento, Ana Pinho adiantou que devem ser aprovadas em breve.
O grupo parlamentar do PS pediu o agendamento do projeto da Lei de Bases da Habitação para o início de janeiro de 2019, defendendo que se trata de “um diploma absolutamente fundamental e decisivo” para o setor.
“Sem investimento privado não haverá mais habitações e a preços mais baixos”. A garantia é dada pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), que critica, em comunicado, as medidas previstas para o setor no Orçamento do Estado para 2019 (OE2019).
A Sonae MC, subsidiária da Sonae, vendeu cinco ativos imobiliários dedicados ao retalho alimentar no valor de 55 milhões de euros. Trata-se de uma operação de “sale and leaseback”, uma vez que a empresa permanecerá como inquilina daqueles espaços, segundo o comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
"O Porto é a cidade do momento", diz a JLL. E os números mostram bem este dinamismo que se vive atualmente no imobiliário na região nortenha.
Os mediadores imobiliários estão “insatisfeitos e preocupados” com os resultados da aprovação do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019). Para a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), as propostas para a dinamização do arrendamento e promoção de habitação acessível no país ficaram mais uma vez “esquecidas”.
No foco das atenções dos investidores imobiliários, o idealista/news foi conhecer como é a atual realidade das rendas no bairro da Graça, no centro de Lisboa, onde os preços estão “sempre a subir”. Como travão a esta realidade, e para tentar dar a habitação acessível à classe média, mas de alta qualidade, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai lançar novos fogos que vão estar disponíveis no âmbito do Programa Rendas Acessíveis da autarquia.
Na colina mais alta de Lisboa está o Bairro da Graça, apontado como um dos mais antigos e belos da capital. Mantendo a genuinidade e a atmosfera pitoresca, tem algumas das mais fantásticas vistas do Rio Tejo e da cidade.
A Kinda Home, marca de mobiliário e decoração detida pela Nuvi, um grupo empresarial familiar português com mais de 50 anos de história, abriu esta terça-feira (27 de novembro de 2018), no Porto, a primeira loja em Portugal. É a primeira de um total de quatro previstas, numa primeira fase, para o mercado nacional.
Chama-se Alfa e dispõe de 5.621 metros quadrados (m2) distribuídos por quatro pisos acima do solo e um piso de estacionamento privativo, em cave. Trata-se de um edifício de uso misto (escritórios e armazéns) parcialmente devoluto que está localizado em Carnaxide, Lisboa, e que está no mercado à procura de novo dono.
Os preços do imobiliário estão a aumentar devido à maior procura que se faz sentir e, sobretudo, em resultado da maior atratividade da cidade do Porto, fruto do crescimento do turismo. No entanto, se a resposta a esta tendência for “vamos criar mais impostos e novas regras para penalizar este crescimento, podemos matar a galinha dos ovos de ouro”, alertou Rui Moreira, presidente da CMP.
Depois de de estar “adormecido” durante vários anos, o mercado imobiliário do Porto está a renascer, nomeadamente o segmento de escritórios – só este ano terão sido construídos ou reabilitados 38.200 metros quadrados (m2) de espaços para escritórios, uma tendência que se deverá manter em 2019.
Boas notícias para o imobiliário nacional, que vai continuar a viver bons (ou até melhores) momentos em 2019. Fora do TOP 10 em 2018, Lisboa vai destacar-se, no próximo ano, como o principal destino de investimento imobiliário dentro da Europa, ultrapassando cidades como Berlim, Dublin ou Madrid. Depois do auge dos mercados maduros, o interesse move-se agora para cidades pequenas, mas dinâmicas. A capital portuguesa é, neste contexto, apontada como a "risking star" em que merece a pena correr o risco de apostar, numa lógica de longo prazo.
A Câmara do Funchal, na Madeira, decidiu declarar 140 imóveis como devolutos, em cinco das dez freguesias do Funchal, cujos proprietários vão ter de pagar o triplo do Imposto Municipais Sobre Imóveis (IMI) em 2019. Os prédios repartem-se pelas freguesias de S.Pedro (64), Santa Luzia (21), Santa Maria Maior (29) e Sé (24) e as restantes em São Gonçalo.
A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou, no início de novembro, o lançamento de mais duas operações no quadro do Programa de Renda Acessível (PRA). Ao todo serão construídos 267 fogos de renda acessível, num total 443 novos fogos construídos, em Belém, no Lumiar, no Parque das Nações e na freguesia de São Vicente. Só no Parque das Nações devem “nascer” 116 casas com rendas acessíveis.
Nos últimos anos a gestora SILVIP tem vindo a adaptar os dois fundos que gere – Fundo VIP e Fundo Sete Colinas – à nova dinâmica do mercado imobiliário. Em declarações ao idealista/news, o director geral explica o porquê desta mudança. Especialista em imobiliário, Luís Carita considera que o setor atravessa um bom momento, mas deixa o alerta: a burocracia da autarquia de Lisboa e o atual cenário internacional, nomeadamente o potencial efeito contágio dos Estados Unidos da América, Itália, Alemanha e Reino Unido, podem deixar projetos imobiliários em Portugal na gaveta.