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Agora que é conhecida proposta de OE2019, verifica-se que algumas das medidas com impacto no setor imobiliário, e que vieram a público nas últimas semanas, não constam do documento apresentado. Elencamos algumas dessas medidas que, para já, foram deixadas de lado por parte do Governo.
O idealista/news está a publicar um dossier especial sobre o Orçamento do Estado 2019 (OE2019), em parceria com a PricewaterhouseCoopers (PwC). Neste artigo, escrito por Diogo Gonçalves Pires e João Carvalho Rodrigues, explicamos-te quais são as medidas contempladas para o setor imobiliário na Proposta de Lei do OE 2019, que foi parca em alterações na fiscalidade do setor.
A votação indiciária do pacote legislativo sobre habitação foi reagendada para esta quarta-feira. Segundo Helena Roseta, coordenadora do grupo de trabalho parlamentar da Habitação, “o cumprimento dos calendários não está em causa”, pelo que a conclusão da votação do referido pacote deverá acontecer antes da aprovação do OE2019.
A proposta de Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) – foi entregue esta segunda-feira (15 de outubro de 2018) no Parlamento – tem um conjunto de propostas de autorização legislativa que visam a promoção da reabilitação e da utilização de imóveis degradados ou devolutos.
O Programa de Apoio ao Acesso à Habitação 1º Direito vai dispor de 40 milhões de euros em 2019, dotação que aumentará para 700 milhões de euros até 2024, segundo o relatório do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), divulgado esta segunda-feira (15 de outubro de 2018).
O idealista/news está a publicar um dossier especial sobre o Orçamento do Estado 2019 (OE2019), em parceria com a PricewaterhouseCoopers (PwC). Neste artigo, por escrito por Ana Duarte, Tax Director da PwC, explicamos-te qual é o impacto do Orçamento para as famílias.
Álvaro Portela, profissional que levou os centros comerciais da Sonae Sierra aos quatro cantos do mundo, dedica agora parte dos seus dias a reconverter e a gerir o património da família. Neto do Comendador Álvaro Portela, que fundou a Bial, o gestor reconverteu o antigo e emblemático edifício sede da farmacêutica num moderno e exclusivo centro de negócios, e transformou as instalações fabris dos laboratórios em alojamento universitário, a Residência Porto Alto. Os dois empreendimentos, sobre os quais o idealista/news falou com Portela, ficam localizados na Rua João Oliveira Ramos, a poucos minutos da Praça Marquês de Pombal, no Porto.
A par das famílias, pensionistas e empresas, há novidades na calha para o imobiliário no âmbito do Orçamento do Estado para 2019 (OE 2019). Depois de meses de negociações com os partidos, municípios e os lobbies do setor, o Governo entrega hoje, dia 15 de outubro de 2018, a proposta final na Assembleia da República. Bónus no IRS das rendas de casas no interior, novos prazos para o IMI e regras diferentes para as mais-valias do alojamento local são algumas das novas medidas que constam da proposta preliminar a que o idealista/news teve acesso e que aqui resumimos.
As negociações das propostas de lei do Governo para alterar a legislação do arrendamento urbano estão num impasse no Parlamento: com o PCP fora da mesa de negociações e sabendo que o apoio do BE não será suficiente para conseguir uma aprovação, o PS está a tentar ter o apoio do CDS-PP e do PSD.
O Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE) prevê que até ao final do ano possam ser aprovados 11 subfundos, o equivalente a 50 imóveis, 218 fogos e 390 camas. A informação foi avançada pela secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho.
O Governo tem preparado, para levar em breve a Conselho de Ministros, o pacote de seguros de rendas que vai lançar no âmbito do programa de arrendamento acessível. Depois de ter estado a negociar com as seguradoras, o Executivo pretende implementar um conjunto de três seguros obrigatórios: dois serão suportados pelos inquilinos, que ficam dispensados de ter fiador; outro fica a cargo dos proprietários.
Nos próximos três anos, a Câmara Municipal de Lisboa compromete-se a investir cerca de 201 milhões de euros em obras de construção e requalificação do parque habitacional do município, com o objetivo de reforçar a oferta de habitação na capital.
Os problemas no mercado de habitação em Lisboa marcaram a tónica do discurso de Fernando Medina nas comemorações do 5 de Outubro. O presidente da Câmara da capital assumiu que o município "não consegue sozinho combater um mercado de arrendamento sem oferta" e apelou ao Parlamento para fomentar o setor residencial.
O setor imobiliário está na ordem do dia. São vários os “players” que reclamam a necessidade de apostar na construção nova e no aumento de oferta, nomeadamente no mercado de arrendamento. Essa é também, de resto, uma ideia defendida por Ana Pinho, secretária de Estado da Habitação.
A antiga sede do CaixaBI foi ocupada pelos escritórios da Willis Towers Watson, empresa de consultoria, corretagem e soluções de seguros, que arrendou o espaço à Zurich – Companhia de Seguros Vida. A nova sede, agora no número 33 da Barata Salgueiro, tem 2.785 metros quadrados (m2) distribuídos por sete pisos e encontra-se numa zona prime da capital.
Os pedidos de habitação social em Lisboa atingiram no ano passado o número mais elevado dos últimos oito anos. Houve 6.312 pessoas a candidatarem-se a ter uma casa num dos 70 bairros municipais. Um número bem mais elevado face ao anterior recorde: 5.414 candidaturas em 2010, ano em que, pela primeira vez, a câmara teve um regulamento para a atribuição de casas.
Muito se tem discutido sobre se há excesso de turismo em Portugal e as suas consequências para o mercado da habitação. O primeiro-ministro e o presidente da CML têm, porém, uma visão clara sobre este tema: não há turistas a mais, há que fomentar o setor, e o problema da habitação tem de ser resolvido por via de maior oferta.
Nasceu junto ao Hub Criativo do Beato (HCB), uma zona emergente de Lisboa, um (grande) local de coworking. Chama-se NOW_No Office Work e encontra-se num espaço com 2.000 metros quadrados (m2) no Edifício Beato 1904.
É urgente dinamizar o mercado de arrendamento urbano em Portugal. Como? aumentando a oferta, nomeadamente a preços acessíveis. O alerta é dado pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que teme não haver luz ao fundo do túnel no Parlamento, onde várias propostas estão a ser debatidas na especialidade.
O antigo edifício na Avenida Casal Ribeiro nº 26 vai dar lugar a um luxuoso empreendimento residencial de características únicas. O Saldanha Modern terá 22 apartamentos de tipologias T1 a T3 e T4 penthouse, com piscina, e T4 Duplex. Os apartamentos têm áreas entre os 68 metros quadrados (m2) e os 419 m2.