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A Margem Sul do Tejo é, historicamente, a alternativa mais barata à capital, levando quem não pode comprar ou arrendar casa em Lisboa a optar por viver ali. Mas será que o outro lado do rio é uma solução a ter em conta hoje em dia?
Foi publicada em Diário da República a lei que cria o Observatório da Habitação, do Arrendamento e da Reabilitação Urbana (OHARU), para o acompanhamento do mercado de arrendamento urbano nacional. A nova entidade não entrará de imediato em funcionamento, uma vez que terá de ser regulamentada pelo Governo – tem 120 dias para o fazer.
O BCP colocou à venda um edifício de escritórios no Tagus Park, em Oeiras. O banco liderado por Miguel Maya quer 6,4 milhões de euros pelo imóvel e está a aceitar propostas até ao dia 28 de fevereiro. O edifício encontra-se ocupado na totalidade por serviços do BCP, que prevê manter-se como arrendatário pelo menos até ao primeiro semestre de 2021.
Foram emitidos mais de 210 mil certificados energéticos em Portugal em 2018, sendo que só foram realizadas 26 inspeções a empresas imobiliárias e 101 a edifícios de entidades públicas. Dos 69 processos de contraordenação contabilizados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), nenhum resultou em multa cobrada.
O Presidente da República promulgou o diploma que estabelece medidas destinadas a corrigir situações de desequilíbrio entre arrendatários e senhorios, a reforçar a segurança e a estabilidade do arrendamento urbano e a proteger arrendatários em situação de fragilidade. Marcelo Rebelo de Sousa lembrou, no entanto, que estas alterações legislativas podem causar “um maior constrangimento no mercado de arrendamento”.
O Governo quer ir “atrás dos prédios devolutos e penalizá-los a sério”. O aviso é dado pela secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, que quer passar uma fatura pesada aos proprietários que decidirem manter edifícios nestas condições nos centros das grandes cidades. Lisboa dá o tiro de partida, pretendendo agravar até seis vezes mais o IMI cobrado sobre este tipo de imóveis.
Se o senhorio quiser contratar um seguro multirriscos habitação não o poderá deduzir ao rendimento das rendas para efeitos de IRS. Isto porque só podem ser aceites – pelo Fisco – os seguros que sejam obrigatórios por lei, o que excluirá também um seguro de rendas.
A procura das grandes multinacionais para a instalação de escritórios ou espaços de co-working em Portugal segue a todo o vapor. A oferta, por outro lado, ainda é tímida, e não consegue dar resposta imediata a quem escolheu Portugal para investir. Maria Empis, diretora de research da JLL, considera que os escritórios são “sem sombra de dúvida” o grande desafio de 2019.
Depois do co-working, o co-living – uma nova forma de (con)viver, com raízes na economia da partilha. Uma verdadeira co-revolution decidida a instalar-se em Portugal. Os projetos florescem e aguçam o apetite dos investidores, que lhe reconhecem potencial.
Comprar uma casa com garagem ou lugar de estacionamento privado não é tarefa fácil em Portugal. Numa altura em que em algumas cidades nacionais é cada vez mais difícil estacionar, apenas um quarto das casas (25%) à venda no país tem garagem, segundo um estudo realizado pelo idealista.
O mercado imobiliário está quente e corre o risco de “sobreaquecer”. O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros teme que a “luz verde” à criação das sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI) em Portugal – vulgarmente conhecidas por REIT – possa trazer o risco de "aumentos excessivos" nos preços dos imóveis.
O Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC) passou a integrar o Livro de Reclamações Electrónico, devendo os operadores económicos registar-se na plataforma até dia 1 de julho de 2019. Quer isto dizer que a possibilidade de apresentar uma reclamação através da internet foi alargada aos setores da construção e do imobiliário.
As sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI), mais conhecidas por REIT (Real Estate Investment Trusts), têm luz verde para começar a investir em Portugal. Segundo o decreto-lei, já publicado em Diário da República, 1 de fevereiro (sexta-feira) é a data a partir da qual estas sociedades podem dar início à atividade.
No início de 2018 o Ministério da Saúde (MS) tinha 114 imóveis desocupados, no valor de 3,9 milhões de euros. Ainda assim, mais de metade dos imóveis ocupados por entidades do Ministério pertence a privados, segundo uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças (IGF).
A nova residência de estudantes Collegiate Porto Campus, constituída por 580 estúdios, tem abertura prevista para outubro. Este novo conceito de residências de luxo, que foi iniciado em Lisboa, com a Collegiate Marquês de Pombal, e que vai chegar agora ao Porto, fica localizado no Pólo Universitário da Asprela, em Paranhos. A residência é promovida pela Temprano Capital Partners, um investidor privado que em Portugal se associou à britânica Collegiate.
As indemnizações pagas por senhorios a inquilinos na sequência de denúncia do contrato de arrendamento têm de ser declaradas no IRS e são sujeitas a imposto, revela a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta quarta-feira (24 de janeiro de 2019) o diploma que cria o regime das Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI), vulgarmente conhecidas por REIT (Real Estate Investment Trust).
O mercado imobiliário cresceu duas vezes e meia nos últimos quatro anos, chegando às 46 mil transações no segundo trimestre de 2018, mas está a contribuir para o agravamento das desigualdades sociais. Esta é uma das conclusões do 4º relatório do Observatório sobre as Crises e as Alternativas.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou “o diploma da Assembleia da República que cria o Observatório da Habitação, do Arrendamento e da Reabilitação Urbana (OHARU) para acompanhamento do mercado de arrendamento urbano nacional”, lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República.
A geração dos millennials não quer ter coisas, mas quer ter e viver mais experiências. Preferem uma vida mais flexível (partilhar em vez de possuir) que veio desafiar a economia e as empresas. Como querem viver? Preferem arrendar a comprar? Como olham para as novas soluções de habitação? O co-living é uma boa hipótese?