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O mercado de arrendamento está a ter cada vez menos adeptos em Portugal, pelo menos a ver pelos dados revelados pela Remax. Segundo a mediadora, a venda de imóveis cresceu 33% em 2016, face a 2015, sendo que, no total, o número de transações subiu 16% num ano. Já o número de arrendamentos desceu 11% em termos homólogos.
A dinâmica do mercado imobiliário português é boa e recomenda-se, mas os números podiam ser ainda melhores. Certo é que em dois anos (2015 e 2016) a venda de casas disparou cerca de 50%. Só em 2016 registou-se um aumento entre 20% e 25% nas transações de alojamentos familiares e entre 16% e 20% em todas as transações imobiliárias (urbanos, rústicos e mistos). Para 2017, as estimativas apontam para uma subida de 30%.
Uma das metas a que se propunha o Balcão Nacional do Arrendamento (BNA) quando foi lançado, há quatro anos – em janeiro de 2013 –, era agilizar os processos de despejos. Um objetivo que está, no entanto, longe de ser conseguido. Em 2016, fizeram-se 160 despejos por mês e os advogados, apesar de admitirem que o processo está mais eficiente, consideram que formalidades que travam a celeridade.
A concorrência em torno do Alojamento Local (AL) é de facto cada vez maior, mas a verdade é que também continua a haver procura. Na rubrica de hoje do idealista/news sobre home staging, assegurada pela Home Staging Factory, explicamos-te como podes potenciar o rendimento da tua casa para turistas através desta técnica. Afinal, ensinar a aproveitar e valorizar ao máximo o potencial de cada espaço e tornar as casas mais atrativas é o nosso objetivo.
O valor de rendas que os senhorios declaram ao Fisco aumentou quase 33% num ano: em 2016 face ao ano anterior. Em média, cada um dos 291.558 proprietários que emitiram recibos eletrónicos teve um rendimento de 5.955 euros em 2015, um valor que subiu para 6.101 euros no ano passado.
O Alojamento Local (AL) está na moda em Portugal. Um negócio que convive de mãos dadas com o “boom” do turismo que existe no país, nomeadamente em Lisboa , Porto e Algarve. Mas será que investir no negócio do arrendamento temporário de casas a turistas é garantia de rentabilidade? Sim, mas não imediata. É preciso paciência, porque o retorno pode demorar, devido ao investimento e gastos envolvidos.
O Governo acaba de dar mais um passo no lançamento do portal imobiliário que pretende criar em breve. As bases do projeto já estão definidas e foram publicadas em Diário da República (DR) na sexta-feira passada, dia 20 de janeiro. O objetivo é centralizar num único ponto de gestão online a oferta de edifícios do Estado disponíveis para a instalação de serviços públicos e para rentabilização - ou seja venda e arrendamento a privados.
A "drástica" subida das rendas das casas em Lisboa está a gerar uma onda de contestação, cada vez maior, junto da sociedade civil e não só. Um conjunto de cidadãos e de 20 organizações criou o movimento “Morar em Lisboa” e escreveu uma carta aberta aos governantes a pedir “a adoção urgente de uma política nacional e municipal de habitação, que favoreça e dinamize o arrendamento, público e privado, com direitos e deveres, com segurança e estabilidade”, entre outros.
A Avenida da Liberdade, em Lisboa, tal como a conhecemos, está a mudar. Além de ser uma zona tradicionalmente de comércio de rua, um cenário que se mantém e que está até cada vez mais ativo, é conhecida por ser uma zona prime de escritórios. Um cenário, no entanto, que parece estar agora a mudar, já que os investidores estão a apostar cada vez mais na transformação de imóveis de escritórios em residenciais. Isto porque conseguem obter maiores rentabilidades.
Com uma liquidez de 20 milhões de euros após a venda de 14 empresas, Ricardo Kendall, decidiu apostar na área do imobiliário de rendimento, mais precisamente no arrendamento de microapartamentos. Num ano e meio, e depois de ir buscar inspiração lá fora, o fundador da rede de oficinas Midas Portugal e de redes de moda como a Accessorize ou Mr. Blue, já investiu perto de 10 milhões de euros na marca Smart Studios, com a qual quer ser líder destacado deste nicho de mercado.
O PS está a trabalhar para que ainda este ano, até ao verão, seja aprovado no Parlamento um novo enquadramento legal que proteja o comércio local tradicional com interesse histórico e cultural. O projeto de lei da classificação e proteção deste tipo de lojas verá a “luz do dia” até julho, segundo prometeu esta semana o deputado socialista da Assembleia da República, Tiago Barbosa Ribeiro, no Porto.
Este ano, os proprietários de imóveis arrendados que não emitam periodicamente recibos de renda através do Portal das Finanças terão de entregar a sua declaração anual ao Fisco até 31 de janeiro. No ano passado, o primeiro desde as alterações introduzidas em matéria de tributação de rendas, o Governo entendeu que, dada a novidade das novas regras, o prazo seria prorrogado até 19 de fevereiro.
O mercado de arrendamento deverá crescer mais de 30% este ano, sobretudo no segmento médio alto. Isto apesar de não se perspetivar um maior equilíbrio entre a procura e a oferta. Uma garantia dada por Armando Ribeiro, Sócio Gerente da PERA Consulting, que fez uma parceria com a e ARAG – Seguros de forma a transmitir ao mercado mais confiança aos candidatos a senhorios.
Nomeado responsável pelo desenvolvimento do CRS (Council of Residential Specialists) em Portugal, Massimo Forte tem agora como missão garantir que estes cursos sejam a grande fonte de formação e informação dos agentes imobiliários de sucesso no mercado nacional. Ao idealista/news, o consultor e coach especializado na área da mediação imobiliária explica as vantagens desta certificação internacional para os agentes imobiliários e para os clientes de quem opera no setor com o selo do CRS.
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais voltou a defender o agravamento da tributação dos apartamentos arrendados a turistas em sede do regime simplificado de IRS e de IRC. Segundo Fernando Rocha Andrade, a medida visa atenuar a enorme discrepância que existia, e que quantificou na ordem dos 1.800%.
A Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense (SRU) está a promover, até dia 10 de fevereiro, um concurso para arrendamento de 39 frações de vários prédios no Morro da Sé, um local classificado pela UNESCO como Património Mundial. Em causa estão 28 apartamentos e 11 espaços comerciais distribuídos pelas ruas dos Mercadores, Sant’Ana, Bainharia e Pelames, além do Largo da Pena Ventosa e da Viela do Anjo.
Várias associações de Lisboa vão exigir ao Governo, em carta aberta, medidas para solucionar os problemas de habitação relacionados com o preço e a disponibilidade de casas na capital, revelou o secretário-geral da Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL), António Machado. A iniciativa da carta aberta, intitulada de “Morar em Lisboa. Construir uma Lisboa de todos!”, encontra-se em fase de recolha de assinaturas.
A Tabacaria Martins, uma das 63 “Lojas com História” de Lisboa – está localizada no Largo do Calhariz e em funcionamento há 144 anos –, já não vai encerrar. A empresa que detém o edifício onde se encontra o espaço (o Palácio Sandomil) assegurou que o mesmo não será extinto na sequência da conversão do imóvel em apartamentos de luxo, um projeto que será denominado de Sandomil Palace.
O Balcão Nacional do Arrendamento (BNA) entrou em vigor há quatro anos, mas continua a gerar polémica entre proprietários e inquilinos. Os arrendatários defendem a extinção deste serviço de agilização dos despejos e os donos dos imóveis querem a sua manutenção, embora reconheçam a existência de falhas.
A Sonae RP realizou a venda e posterior arrendamento (‘sale and leaseback’) do imóvel onde funciona o hipermercado Continente de Albufeira, que arrendou de seguida. A operação, comunicada ao mercado pela Sonae, totalizou 21,4 milhões de euros e gerou um ganho de capital de, aproximadamente, 3,4 milhões de euros, enquadrando-se na estratégia de desinvestimento em ativos imobiliários que o grupo tem vindo a seguir ao longo dos últimos anos.