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De que precisa o mercado imobiliário: de mais casas, novas... e mais baratas

De que precisa o mercado imobiliário: de mais casas, novas... e mais baratas

Mais casas e mais baratas. Onde estão essas casas? Não estão. O mercado imobiliário está a viver um drama: muita procura e pouca oferta a preços acessíveis. As poucas casas que chegam ao mercado são o resultado de reabilitações, na maior parte das vezes a preços incomportáveis. A solução? Mais apoios à reabilitação urbana e, claro, à construção nova.
Mais de 80% das casas vendem-se em menos de seis meses

Mais de 80% das casas vendem-se em menos de seis meses

O setor imobiliário nacional está ao rubro. As casas estão mais caras, mas nunca se venderam tantos imóveis. E os negócios ocorrem em tempo recorde. Os números revelados pela APEMIP são esclarecedores: mais de 80% dos imóveis transacionaram-se em menos de seis meses.
Mais de 80% das casas vendidas são usadas e não têm garantia. ERA inova e muda o cenário

Mais de 80% das casas vendidas são usadas e não têm garantia. ERA inova e muda o cenário

A maioria das casas vendidas em Portugal são usadas, logo não têm, se tiverem mais de cinco anos, qualquer tipo de garantia para defeitos de construção – as novas têm uma garantia de cinco anos. Tendo em conta este cenário, a ERA tem em vigor uma campanha na qual oferece um seguro que cobre reparações no imóvel (vendido) usado em caso de necessidade e durante pelo menos 12 meses.
Construção virou as costas à crise... Estará pronta para dar o salto?

Construção virou as costas à crise... Estará pronta para dar o salto?

Depois da recessão, a bonança. Adeus crise, olá crescimento? Veremos. O setor da construção está novamente de boa saúde, ou pelo menos a dar sinais de sólida recuperação. Depois da crise, é chegada a hora – dizem os especialistas – de dar o salto. Espera-se que Portugal viva uma forte expansão no setor nos próximos três anos, um aumento previsto de 15% entre 2018 e 2020. O ritmo de crescimento foi cauteloso, mas positivo. Mais que isso: superou as expectativas.

Oeiras: Isaltino quer novas políticas de habitação municipais

Construção de novas casas para habitação municipal, requalificação de bairros municipais e alargamento do acesso aos fogos pela classe média. Estes são os objetivos do presidente do concelho de Oeiras, Isaltino Morais, que quer implementar novas políticas em matéria de habitação.
Estão a ser vendidas cada vez mais casas em planta

Estão a ser vendidas cada vez mais casas em planta

A “moda” de vender casas em planta parece ter caído em desuso nos últimos anos, mas está a ganhar de novo força. Para Manuel Reis Campos, presidente da CPCI, trata-se de um fenómeno que está ainda muito circunscrito aos centros das cidades de Lisboa e Porto e de algumas zonas do Algarve. Locais onde a oferta de imóveis é menor que a procura.
Decisões e Soluções com ano recorde: "Cada mês de 2017 foi sempre melhor que o anterior”

Decisões e Soluções com ano recorde: "Cada mês de 2017 foi sempre melhor que o anterior”

O mercado imobiliário nacional está ao rubro e a Decisões e Soluções (DS) está a acompanhar esta tendência. O ano ainda não está fechado, mas a coordenadora nacional da imobiliária antevê um cenário bastante positivo. Em entrevista ao idealista/news, Guida Sousa diz que "2017 será o melhor ano de sempre”, garantindo que a vantagem competitiva do grupo reside no conceito de consultoria e know-how financeiro que promove.
“Portugal é um país de primeira linha de investimento”

“Portugal é um país de primeira linha de investimento”

Manter a aposta na reabilitação urbana é importantíssimo. "Não pensemos que o trabalho está feito. Estamos no começo da reabilitação urbana", alerta Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). Em entrevista ao idealista/news, o responsável lembra, no entanto, que é preciso apostar na construção nova. E dá conta de uma tendência nova no mercado, que é o facto de haver mais portugueses a investir no imobiliário nacional: "Houve um efeito de contágio muito positivo".
Estão a chegar ao mercado 24 casas novas por dia

Estão a chegar ao mercado 24 casas novas por dia

A reabilitação urbana ganhou força nos últimos anos em Portugal, nomeadamente nos centros de Lisboa e no Porto. Mas há cada vez mais projetos de construção nova a nascer em zonas emergentes e com capacidade construtiva. Os dados da CPCI são esclarecedores: foram licenciados nos primeiros oito meses do ano 12.347 fogos, dos quais 8.392 são de construção nova. Destes, 5.809 destinaram-se a habitação familiar, o que dá uma média de 24 casas novas por dia.
Governo quer que a reabilitação urbana “passe a ser a regra e não a exceção”

Governo quer que a reabilitação urbana “passe a ser a regra e não a exceção”

O Governo pretende criar condições para que “a reabilitação urbana passe a ser a regra e não a exceção”. A garantia foi dada secretária de Estado da Habitação na abertura da V Semana da Reabilitação Urbana do Porto, que se realiza até domingo (12 de novembro). Para cimentar essa estratégia, é necessário estabelecer “um quadro regulamentar adequado às exigências e especificidades da reabilitação de edifícios”, adiantou Ana Pinho.
Custos de construção nova sobem 1,6% em setembro

Custos de construção nova sobem 1,6% em setembro

Os custos de construção de habitação nova aumentaram 1,6% em setembro, face ao mesmo mês de 2016, e apenas nas regiões do Alentejo e Algarve houve descida dos custos de manutenção e reparação regular. Os dados, revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram ainda que foi na Área Metropolitana de Lisboa que se registou a subida mais elevada (2,3%).
Habitação social: Governo vai investir 750 milhões para alojar 30 mil famílias carenciadas

Habitação social: Governo vai investir 750 milhões para alojar 30 mil famílias carenciadas

Serão precisas cerca de 30 mil casas de habitação social para dar resposta às necessidades de famílias carenciadas. Estas conclusões resultam dos dados preliminares do levantamento que o Governo tem em curso para identificar “as necessidades de realojamento e proteção social em matéria de habitação”, que implicará um “investimento de cerca de 1.400 milhões de euros”. O Estado deverá comparticipar cerca de metade: 750 milhões.