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Manter a aposta na reabilitação urbana é importantíssimo. "Não pensemos que o trabalho está feito. Estamos no começo da reabilitação urbana", alerta Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). Em entrevista ao idealista/news, o responsável lembra, no entanto, que é preciso apostar na construção nova. E dá conta de uma tendência nova no mercado, que é o facto de haver mais portugueses a investir no imobiliário nacional: "Houve um efeito de contágio muito positivo".
A reabilitação urbana ganhou força nos últimos anos em Portugal, nomeadamente nos centros de Lisboa e no Porto. Mas há cada vez mais projetos de construção nova a nascer em zonas emergentes e com capacidade construtiva. Os dados da CPCI são esclarecedores: foram licenciados nos primeiros oito meses do ano 12.347 fogos, dos quais 8.392 são de construção nova. Destes, 5.809 destinaram-se a habitação familiar, o que dá uma média de 24 casas novas por dia.
O Governo pretende criar condições para que “a reabilitação urbana passe a ser a regra e não a exceção”. A garantia foi dada secretária de Estado da Habitação na abertura da V Semana da Reabilitação Urbana do Porto, que se realiza até domingo (12 de novembro). Para cimentar essa estratégia, é necessário estabelecer “um quadro regulamentar adequado às exigências e especificidades da reabilitação de edifícios”, adiantou Ana Pinho.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 1,6% em setembro, face ao mesmo mês de 2016, e apenas nas regiões do Alentejo e Algarve houve descida dos custos de manutenção e reparação regular. Os dados, revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram ainda que foi na Área Metropolitana de Lisboa que se registou a subida mais elevada (2,3%).
No último ano e meio e até ao segundo trimestre de 2017, entraram em processo de licenciamento 17,4 mil projetos de habitação em Portugal (Continental), dos quais 82% (14,2 mil projetos) diziam respeito a construção nova. Os restantes 3,2 mil projetos (18% no total nacional) são relativos a obras de reabilitação.
No espaço de um ano – entre o segundo trimestre de 2016 e o segundo trimestre de 2017 –, o volume de obras de habitação que entrou em licenciamento em Portugal Continental cresceu 42,7%. O crescimento homólogo das obras em carteira foi sobretudo dinâmico no segmento de reabilitação.
Serão precisas cerca de 30 mil casas de habitação social para dar resposta às necessidades de famílias carenciadas. Estas conclusões resultam dos dados preliminares do levantamento que o Governo tem em curso para identificar “as necessidades de realojamento e proteção social em matéria de habitação”, que implicará um “investimento de cerca de 1.400 milhões de euros”. O Estado deverá comparticipar cerca de metade: 750 milhões.
Chama-se SkyCity e é um dos maiores empreendimentos de construção nova residencial previsto para Lisboa. O projeto vai nascer na Serra de Carnaxide, às portas da capital, pela mão do JPS Group, que tem apenas dois anos de existência, e tem o apoio do banco Montepio. Em causa estão 49 moradias isoladas, 66 em banda e 255 apartamentos de tipologias entre o T2 e o T5, sendo que as áreas podem chegar aos 400 m2.
O novo imposto Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) está envolto em polémica. Agora é a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) a condená-lo, mais uma vez. Isto quando as primeiras notas de liquidação já começaram a chegar às caixas de correio dos portugueses. Pagamentos serão feitos em setembro.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) prepara-se para colocar no mercado mais de mil casas, no âmbito do Programa Renda Acessível. Depois das duas operações em Arroios (com cerca de 200 casas), desta vez, os imóveis - cujas rendas que variam entre 300 e 600 euros - localizam-se nas freguesias de Benfica, Parque das Nações, Lumiar e Belém. O objetivo da autarquia é lançar os concursos de arrendamento a custo reduzido até ao final deste ano.
Os dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) vieram confirmar o que tanto se tem dito e escrito sobre o forte dinamismo que vive atualmente o setor imobliário em Portugal. No ano passado, o número de transações de casas cresceu 18,5% para um total de 127.106 alojamentos familiares, a que corresponde a soma de 14,8 mil milhões de euros. Este valor está em linha com o máximo de vendas registado em 2010 (129.950).
A Assembleia da República (AR) recomendou fazer um levantamento a nível nacional para quantificar as carências habitacionais existentes no país. O exercício já arrancou e visa identificar todas as situações que carecem de realojamento ou alternativa habitacional e avaliar a necessidade de ser dada uma “resposta extraordinária” do Governo em matéria de habitação. Se houver um novo programa nacional de realojamento, o investimento público deverá incentivar a reabilitação de edifícios antigos e não a construção nova.
O risco sísmico do parque edificado em Portugal está a aumentar devido à atual reabilitação urbana. O alerta é dado pela Ordem dos Engenheiros (OE), que defende ser necessário criar um enquadramento regulamentar e um sistema de fiscalização. E também os arquitetos estão preocupados com esta situação.
Os bancos europeus, nomeadamente os alemães e os holandeses, estão a sondar promotores imobiliários em Portugal, oferecendo financiamento para novos projetos, até agora parados por falta de crédito. Os bancos estão a ser atraídos pelo “boom” do mercado e pelos spreads mais altos.
Assunção Cristas, candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa (CML), disse que a lei das rendas que concretizou enquanto ministra – em novembro de 2012 no Governo de Passos Coelho, durante a Troika – renovou o centro histórico da capital, sendo um fator a seu favor nas autárquicas, que se realizam em outubro.
A XVII Convenção Nacional Remax, que arranca hoje, dia 4 de abril, e termina na sexta-feira, dia 7, “vai ser memorável”, promete a CEO da Remax Portugal. “Este vai ser o nosso maior evento de sempre. Contamos com 2.300 presenças entre agentes, brokers, convidados e parceiros ao longo de três dias”, conta a CEO da Remax Portugal ao idealista/news, sobre o encontro que se realiza na Herdade dos Salgados, em Albufeira, no Algarve.
“Mais e melhor reabilitação urbana”, uma aposta forte na “qualificação do espaço público” e na mobilidade e investir na “oferta de habitação pública para as classes médias”. Para Fernando Medina, presidente da CML, é preciso dar “uma palavra de estímulo e de confiança aos investidores”, até porque a autarquia “está ao lado de quem quer investir na reabilitação urbana na capital”.
O mercado de compra e venda de casas está ao rubro. Segundo dados da APEMIP, foram transacionados no ano passado 127.106 alojamentos familiares, mais 18,5% que em 2015. A maioria das vendas (83%) é relativa a imóveis usados, sendo que apenas 17% foram construções novas. Luís Lima, presidente da entidade, deixa um alerta: “É necessário voltar à construção nova, e já há procura para tal, sobretudo nas grandes cidades”.
A febre da reabilitação urbana veio para ficar em Portugal. Uma tendência que está a dar uma nova vida aos centros históricos de Lisboa e Porto, por exemplo. Mas nem tudo são boas notícias, havendo especialistas a alertar para o facto de haver má qualidade nessa mesma reabilitação.
A produção no setor da construção deverá crescer 2,6% este ano, isto depois de ter caído 3,3% em 2016. As estimativas são da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), que considera haver perspetivas de evolução positiva no setor em todos os segmentos.