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Ano novo, vida nova... e várias mudanças à vista. Para o novo ano que agora arranca espera-se dinâmica, mas também equilíbrio. Desde o travão ao preço das casas, às mudanças no IMI, passando pela construção nova e pela vinda (ou não) dos REIT para Portugal. Sem esquecer as medidas que têm impacto na vida de quem vive ou faz negócios por cá, e que vão "mexer" com a carteira de todos. Eis tudo o que precisas de saber para 2019.
O imobiliário bateu recordes “nunca antes vistos” em 2018, quer em transações, quer em volume de investimento. A subida de preços foi notória, com os portugueses a ter de “abrir cordões à bolsa” para comprar casa. A dinâmica vai manter-se, mas o equilíbrio será palavra de ordem em 2019. Os preços devem não só estabilizar, como descer, à boleia das novas construções, segundo as previsões dos especialistas.
2018 foi já um ano marcado por uma forte atividade na promoção imobiliária - tanto em número como em volume de transações de terrenos e de edifícios para reabilitar. A reabilitação, segundo a JLL, ainda se mantém como a principal fonte deste negócio em Lisboa (representando 60 a 70% dos processos de licenciamento na cidade), mas a consultora antecipa que construção nova deverá marcar a atividade em 2019.
Comprar casa em Portugal é cada vez mais caro. E a venda de imóveis acompanha esta evolução. A tendência já vem de 2017 e voltou, este ano, a confirmar-se, apesar de no segundo e terceiro trimestres do ano a subida de preços ter abrandado, em termos homólogos. A verdade é que com ou sem bolha imobiliária – muitos especialistas desvalorizam o tema –, a subida de preços é notória, estando Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?
O preço das casas subiu 8,5% entre julho e setembro face ao mesmo período do ano passado, mas está 2,7% abaixo do registado nos três meses anteriores. Este é, de resto, o segundo trimestre consecutivo em que a subida dos preços abranda em relação ao trimestre anterior, segundo o Índice de Preços da Habitação, publicado pelo INE.
É oficial. O Parlamento deu (finalmente) luz verde a várias propostas de alteração à lei das rendas. Do pacote agora aprovado em votação indiciária, esta semana, saíram novas regras e medidas de incentivo ao arrendamento. Neste guia explicamos-te tudo sobre o que vai mudar.
Os israelitas da Fortera Properties estão a investir na construção de uma residência para estudantes na cidade do Porto, localizada em Campanhã. Este investimento faz parte dos projetos que o grupo, liderado em Portugal por Elad Dror, CEO e cofundador, recentemente anunciou para o Grande Porto. Em causa estão 200 milhões de euros para a reabilitação de edifícios e de novas construções para habitação e hotelaria.
Se já tiveste a oportunidade de visitar a China ou o Japão, descobriste que nas suas grandes cidades costuma ser habitual haver pessoas a viver em “espaços” reduzidos. Aliás, é muito comum que os trabalhadores residam fora dos grandes centros urbanos, demorando imenso tempo no trajeto casa-trabalho-casa.
A Câmara do Porto vota a aprovação, esta quinta-feira, em reunião extraordinária do executivo municipal, da criação de um pacote de isenções fiscais destinadas a incentivar o investimento na compra de habitação na cidade e a fixação da sua população. Os profissionais do setor imobiliário local, ouvidos pelo idealista/news, aplaudem as medidas, mas consideram-nas insuficientes, sobretudo no que respeita ao arrendamento de longa duração.
A JPS Group nasceu há três anos e “foram anos extremamente compensadores”. Em entrevista ao idealista/news, João Sousa, CEO do grupo empresarial português, destaca o projeto SKYCITY, que está a ser desenvolvido na Serra de Carnaxide, às portas de Lisboa, e um outro mais recente, o Dream Living. São ambos de construção nova, uma aposta clara da empresa. E fala das próximas apostas, na zona da capital e na costa alentejana.
Entre a Urbanização das Lavadeiras e o condomínio Paço da Ameixoeira, junto à Calçada de Carriche, em Lisboa, está prestes a entrar no mercado um terreno com viabilidade para a construção de um empreendimento residencial. Com cerca de 12.400 m 2 de área de construção acima do solo, a que acrescem outros 1.400 m 2 de área destinada a comércio e serviços, o preço de venda é de 7,1 milhões de euros.
O mercado imobiliário está de “boa saúde” e recomenda-se: 2018 está a ser um ano de recordes e 2019 deverá manter uma evolução positiva. Esta é, pelo menos, a opinião das três principais redes imobiliárias em Portugal - Century 21, Remax, e ERA - que estiveram à conversa com o idealista/news no SIL 2018. Não têm dúvidas de que o setor deverá continuar a dar gás à economia, mas pedem maior estabilidade legislativa e fiscal ao Governo.
O idealista/news foi ver o que mudou e o que ainda vai mudar entre o Martim Moniz e o Areeiro, e em particular no Largo do Intendente Pina Manique. Em pleno centro de Lisboa, descobriu que estão a nascer projetos habitacionais de luxo naquela que já foi considerada uma das zonas mais problemáticas da capital. E encontrou também uma localização que ganha cada vez maior apetência para o Alojamento Local (AL) e que pretende cativar o turismo e a cultura.
“É por demais evidente que o imobiliário renasceu das cinzas, com um fulgor considerável”, considera o vice presidente executivo da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), Hugo Santos Ferreira.
O setor imobiliário está na ordem do dia. São vários os “players” que reclamam a necessidade de apostar na construção nova e no aumento de oferta, nomeadamente no mercado de arrendamento. Essa é também, de resto, uma ideia defendida por Ana Pinho, secretária de Estado da Habitação.
O dinamismo que o setor imobiliário vive no país, e sobretudo em Lisboa, está a ajudar a engordar as contas das autarquias. No ano passado, a receita total do IMT atingiu 853,4 milhões de euros, um acréscimo de 30,2%, tendo havido 12 municípios onde este imposto subiu acima de 50%. Mas foi a câmara da capital que mais arrecadou: 224,5 milhões só em 2017.
A falta de imóveis para vender ou arrendar (do lado de quem opera no negócio) ou para comprar/ arrendar (por parte de quem procura é, atualmente, a tónica destacada pelo setor imobiliário - em público e à porta fechada - como referem várias fontes do setor ao idealista/news. Apontada por muitos como a solução para travar a escalada de preços que se vive em Portugal nos últimos anos, o reforço da oferta através de obra nova é vista ao mesmo tempo como uma oportunidade, que cada vez mais empresas estão a dar sinais de estar a aproveitar. (Quase) diariamente chegam ao mercado informações de novos projetos de promoção imobiliária - mas faltam mais, sobretudo para a classe média e os jovens.
A partir de hoje (3 de outubro de 2018) e até ao próximo domingo, o idealista volta a estar presente em mais uma edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2018). A aposta do idealista na maior feira imobiliária do país continua a ser em stands conceituais, artísticos e relacionados com os seus valores fundamentais (otimismo, transparência, sentido prático e confiança). Este ano, e sobre o mote “Agora é o momento”, o idealista pretende passar a mensagem de que chegou a hora da construção nova regressar a Portugal.
No primeiro semestre do ano foram transacionados 86.335 alojamentos familiares em Portugal, mais 19,8% que em igual período de 2017, no valor total de 11,6 mil milhões de euros – um crescimento de 30,5% face ao primeiro semestre do ano passado, segundo dados da APEMIP. Isto corresponde a uma média de venda de quase 477 casas por dia.
Depois de anos a "lutar" pela introdução de REITs (Real Estate Investment Trusts) em Portugal, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) congratula-se com o anúncio do Governo de querer lançar ainda este ano uma proposta de lei para a criação destas sociedades de investimento imobiliário. E garante que há investidores e promotores preparados já para avançar no mercado com a oferta de casas para arrendar à classe média, que aguardam apenas por que este modelo esteja operacional no país.