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“É por demais evidente que o imobiliário renasceu das cinzas, com um fulgor considerável”, considera o vice presidente executivo da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), Hugo Santos Ferreira.
O setor imobiliário está na ordem do dia. São vários os “players” que reclamam a necessidade de apostar na construção nova e no aumento de oferta, nomeadamente no mercado de arrendamento. Essa é também, de resto, uma ideia defendida por Ana Pinho, secretária de Estado da Habitação.
O dinamismo que o setor imobiliário vive no país, e sobretudo em Lisboa, está a ajudar a engordar as contas das autarquias. No ano passado, a receita total do IMT atingiu 853,4 milhões de euros, um acréscimo de 30,2%, tendo havido 12 municípios onde este imposto subiu acima de 50%. Mas foi a câmara da capital que mais arrecadou: 224,5 milhões só em 2017.
A falta de imóveis para vender ou arrendar (do lado de quem opera no negócio) ou para comprar/ arrendar (por parte de quem procura é, atualmente, a tónica destacada pelo setor imobiliário - em público e à porta fechada - como referem várias fontes do setor ao idealista/news. Apontada por muitos como a solução para travar a escalada de preços que se vive em Portugal nos últimos anos, o reforço da oferta através de obra nova é vista ao mesmo tempo como uma oportunidade, que cada vez mais empresas estão a dar sinais de estar a aproveitar. (Quase) diariamente chegam ao mercado informações de novos projetos de promoção imobiliária - mas faltam mais, sobretudo para a classe média e os jovens.
A partir de hoje (3 de outubro de 2018) e até ao próximo domingo, o idealista volta a estar presente em mais uma edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2018). A aposta do idealista na maior feira imobiliária do país continua a ser em stands conceituais, artísticos e relacionados com os seus valores fundamentais (otimismo, transparência, sentido prático e confiança). Este ano, e sobre o mote “Agora é o momento”, o idealista pretende passar a mensagem de que chegou a hora da construção nova regressar a Portugal.
No primeiro semestre do ano foram transacionados 86.335 alojamentos familiares em Portugal, mais 19,8% que em igual período de 2017, no valor total de 11,6 mil milhões de euros – um crescimento de 30,5% face ao primeiro semestre do ano passado, segundo dados da APEMIP. Isto corresponde a uma média de venda de quase 477 casas por dia.
Depois de anos a "lutar" pela introdução de REITs (Real Estate Investment Trusts) em Portugal, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) congratula-se com o anúncio do Governo de querer lançar ainda este ano uma proposta de lei para a criação destas sociedades de investimento imobiliário. E garante que há investidores e promotores preparados já para avançar no mercado com a oferta de casas para arrendar à classe média, que aguardam apenas por que este modelo esteja operacional no país.
Os fogos novos licenciados até junho aumentaram 35,7% em termos homólogos, para 9.688 habitações, superando já a totalidade de fogos licenciados durante o ano 2014, segundo a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Um investimento no futuro, a possibilidade de criar um lar, “porque arrendar não compensa e é um desperdício de dinheiro” ou porque é preciso “deixar alguma coisa aos filhos”. A maioria dos portugueses (89,7%) continua a sonhar em ter casa própria e estes são alguns dos argumentos. E qual seria a casa ideal? Contamos-te tudo sobre as tendências atuais do mercado imobiliário, a partir das conclusões do I Observatório do Mercado da Habitação em Portugal da Century 21.
Para satisfazer a procura existente em Portugal teriam de ser construídas pelo menos 70.000 casas por ano nas duas principais cidades do país, Lisboa e Porto. O alerta é dado por Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária em Portugal (APEMIP).
No último ano e meio – entre janeiro de 2017 e junho de 2018 – entraram em processo de licenciamento 49.400 fogos em Portugal Continental. Mais de 80% do total, cerca de 39.300 unidades, são de construção nova. Os restantes 20% (10.100 fogos), segundo os mais recentes dados da Confidencial Imobiliário (Ci), resultam de projetos de reabilitação.
O idealista/news visitou os bairros da Estrela, Amoreiras e Campolide, em Lisboa, e facilmente verificou o enorme crescimento que tiveram, em particular nos últimos anos, com especial enfoque na reabilitação de edifícios que deram lugar a novas habitações. Um crescimento que também se fez sentir no preço das casas, que aumentou 20%.
Ana Pinho foi nomeada secretária de Estado da Habitação há um ano. E muita coisa aconteceu – e continuará a acontecer – no que diz respeito à Nova Geração de Políticas de Habitação (NGPH). Na calha estão, por exemplo, alterações na legislação da reabilitação urbana, através do Programa Reabilitar como Regra, “que pretende rever a legislação da construção e adequar a legislação corrente da construção às necessidades específicas da reabilitação”, conta a governante ao idealista/news.
A comercialização do condomínio residencial VIVERE, em pleno Vale do Jamor, às portas de Lisboa – só estará concluído em 2020 -, está a superar as expetativas, sendo que mais de 90% dos 44 apartamentos foram vendidos em menos de um mês. Ou seja, restam apenas três unidades para venda.
A Remax foi responsável pela venda de 1.001 prédios em Portugal em 17 meses, sendo que a maioria dos edifícios terão de ser reabilitados. Dos compradores, 61% são nacionais, sendo que o distrito de Lisboa representa 87% das transações.
Em 2017, o número de edifícios licenciados em Portugal subiu 9,9%, atingindo o patamar dos 18.621 edifícios, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional da Estatística (INE).
A Kronos Homes chegou a Portugal. A promotora imobiliária, com ADN espanhol, estreia-se no mercado nacional com um investimento inicial de 200 milhões de euros em três projetos – empreendimentos – no Algarve. Mas não é tudo: a empresa espera investir até final do ano mais 100 milhões, em Lisboa e no Porto, “para fazer casas para os portugueses”.
Casas novas fora das grandes cidades para portugueses e estrangeiros de classe média. Esta é uma “janela de oportunidade” a que “os promotores imobiliários devem estar atentos”, refere a APPII, apelando à construção nova fora dos grandes centros urbanos. Neste momento, faltam cerca de 70.000 casas no país.
As isenções fiscais atribuídas a prédios que sejam objeto de obras de reabilitação urbana não podem ser concedidas retroativamente. O Fisco está a recusar pedidos apresentados já depois de ter terminado o período durante o qual os benefícios poderiam ser atribuídos.
Os mediadores descartam o cenário de “bolha” imobiliária, mas consideram “urgente” aumentar o “stock” de imóveis nas cidades de Lisboa e Porto. Para a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) a solução está na construção nova, para fomentar um maior equilíbrio nos preços.