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Edifícios licenciados e obras concluídas caem no segundo trimestre com a pandemia - e agora?

Edifícios licenciados e obras concluídas caem no segundo trimestre com a pandemia - e agora?

No segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia, o número de edifícios licenciados e concluídos em Portugal diminuíram 14,7% e 2,8%, respetivamente, em termos homólogos. Dados preliminares revelados esta sexta-feira (11 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem concluir que, entre abril e junho, foram licenciados quase 5.000 edifícios (em concreto 4.975) e concluídos 3,4 mil edifícios. Uma queda, de resto, que também se verificou em termos trimestrais. A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) enaltece, no entanto, o facto da variação mensal registada nos meses de junho e julho ter sido positiva e destaca "a resiliência que tem vindo a ser demonstrada por parte das empresas e dos investidores" do setor.
Horários desfasados e equipas em espelho: o que vai mudar no trabalho por causa da Covid-19

Horários desfasados e equipas em espelho: o que vai mudar no trabalho por causa da Covid-19

Por terem maior densidade populacional e risco de incidência da Covid-19, as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto vão ter regras específicas (e mais apertadas) para o regresso ao trabalho. O novo diploma aprovado pelo Governo determina o desfasamento dos horários de entrada e saída nos locais trabalho, bem como dos horários de pausas e refeições, de forma a evitar concentração de pessoas, sobretudo, nas horas de ponta, mas também a rotatividade entre teletrabalho e trabalho presencial, com equipas em espelho. Recorde-se que o país passa a estado de contigência a partir de terça-feira (15 de setembro), com novas medidas para o controlo da pandemia. 
Tudo o que vai mudar no país a 15 de setembro para controlar a pandemia: estas são as novas regras

Tudo o que vai mudar no país a 15 de setembro para controlar a pandemia: estas são as novas regras

Brigadas de emergência nos lares, proibições de grupos com mais de quatro pessoas nos cafés e pastelarias junto às escolas e regras para evitar concentrações nos transportes públicos e no trabalho. Estas são algumas das novas medidas do Governo, apresentadas por António Costa no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, 10 de setembro de 2020, para controlar a pandemia da Covid-19. As regras entram em vigor no dia 15 de setembro, data a partir da qual todo o país volta ao estado de contingência.
EQT compra idealista à Apax por mais de 1.300 milhões

EQT compra idealista à Apax por mais de 1.300 milhões

O EQT IX Fund assinou um acordo com os fundos geridos pela Apax Partners para a compra das suas ações no idealista pelo valor da companhia de 1.321 milhões de euros. Jesús Encinar, fundador e presidente do idealista, mantém a maior parte da sua participação e continuará a liderar a empresa juntamente com a sua equipa.
Horários de trabalho em vias de mudar - esta e outras medidas do Governo contra a Covid-19 

Horários de trabalho em vias de mudar - esta e outras medidas do Governo contra a Covid-19 

Com o arranque do novo ano letivo à porta, e numa altura em que já se prepara o outono/inverno, o Governo está a estudar novas medidas de combate à Covid-19 para travar possíveis novos focos de contaminação. A partir de 15 de setembro todo o país passará a estar em contigência – Lisboa nunca chegou a sair deste nível de alerta –, e o Executivo de António Costa está a ultimar aquelas que serão as novas regras e restrições. Entre elas está a hipótese de desfasamento dos horários de entrada e saída do trabalho para evitar ajuntamentos.
Aumento dos custos de construção de habitação nova em níveis pré-pandemia: sobem 2,3% em julho

Aumento dos custos de construção de habitação nova em níveis pré-pandemia: sobem 2,3% em julho

Em julho, os custos de construção de habitação nova aumentaram 2,3% face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se de uma subida homóloga 1,3% superior quando comparada com a verificada em junho (1%). Trata-se do maior crescimento homólogo registado no país desde fevereiro, mês que antecedeu a chegada da pandemia da Covid-19. Em causa estão dados (estimativas) divulgados esta terça-feira (8 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Onda de despejos à vista? “O pior vai ser agora”, dizem inquilinos

Onda de despejos à vista? “O pior vai ser agora”, dizem inquilinos

Os inquilinos incumpridores – que não tenham pago rendas – e mesmo os que já viram o tribunal confirmar uma ação de despejo não poderiam ser despejados até dia 30 de setembro. Significa isto que a partir deste mês esta suspensão deixa de estar em vigor. Será de esperar, então, uma onda de despejos na habitação? “O pior vai ser agora”, antecipa o presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL), Romão Lavadinho.