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O pagamento do IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis arrancou no início deste mês de maio. Apesar do período atípico que se vive, gerado pela pandemia da Covid-19, o Governo já indicou que não haverá adiamento do pagamento deste imposto.
Em plena pandemia da Covid-19, as obras públicas continuam na zona do Grande Porto, com o objetivo de ajudar a relançar a economia. Por um lado, o projeto de oito milhões de euros do novo pavilhão multiusos, em Vila Nova de Gaia, recebeu luz verde para a construção arrancar em setembro. Por outro, arrancou esta semana a empreitada de requalificação do espaço urbano central de Ílhavo.
O túnel subaquático Fehmarnbelt, que irá reduzir o tempo de viagem entre a Dinamarca e a Alemanha, para apenas alguns minutos, vai mesmo avançar.
As últimas semanas conseguiram transformar radicalmente o modo como vivemos. E são já muitos os exemplos de projetos nascidos e criados em tempos de pandemia, prova de que a criatividade e arte continuam (bem) vivas.
Mark Twain, em 1897, foi anunciado como morto pela imprensa, enquanto na verdade permanecia vivo. Será que agora, em relação ao mercado imobiliário em Portugal - no âmbito da atual crise gerada pela pandemia da Covid-19 - se está a passar por estes dias exatamente o mesmo? Apresentamos uma análise que visa responder a esta pergunta, feita pelo advogado Nuno Pereira da Cruz, Managing Partner da CRS Advogados, preparada para o idealista/news.
“O Castilho 203 sempre foi, para nós – Vanguard Properties (VP) –, um imóvel que achámos que podíamos criar o primeiro conceito de edifício super premium de Lisboa”, diz José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária, em entrevista ao idealista/news. Esta semana, no dia 28 de abril, ficou “à vista”, já que os andaimes foram retirados. Será o primeiro projeto da VP a ser entregue, sendo que ainda há quatro apartamentos à venda, num total de 19. De recordar que é lá que se encontra o apartamento mais caro de Portugal, que terá sido comprado por Cristiano Ronaldo.
"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
Localizado na primeira linha de rio, a escassos metros da margem do Tejo, e ligado diretamente ao Parque das Nações, o Prata Riverside Village, continua a desenvolver-se a “todo o gás”. A VIC Properties, promotora responsável por aquele que já é considerado como um dos maiores projetos residenciais em Lisboa, iniciou a construção de mais três edifícios do empreendimento, que deverá ficar completamente terminado em 2023.
Milão foi o epicentro da explosão do surto de coronavírus na Europa, mas está a reerguer-se e traçar planos para o futuro. E para continuar a fazer frente à pandemia, que ainda não se sabe quanto tempo vai durar, esta cidade italiana quer reduzir a utilização do automóvel e aumentar as áreas de ciclovias e pedonais.
Chama-se Venda Direta e foi fundada em 2012, ou seja, durante a “estadia” da Troika em Portugal. Pode afirmar-se, por isso, que está habituada a passar por momentos conturbados, de crise, como o que se vive atualmente, devido à pandemia do novo coronavírus. Na rubrica “Diários de mediadores em casa”, conta ao idealista/news que agora “o negócio gera-se e passa-se online”.
Luz verde para a reconversão do antigo Matadouro Industrial num polo empresarial, cultural e social que promete transformar a zona oriental do Porto. Isto porque a Câmara Municipal do Porto (CMP) ganhou o recurso que interpôs acerca do chumbo do visto prévio dado pelo Tribunal de Contas (TdC). Trata-se de uma obra que será executada pela Mota-Engil e que tem a assinatura do famoso arquiteto japonês Kengo Kuma, em parceria com o gabinete português Ooda, instalado em Matosinhos.
As obras da primeira fase do luxuoso Ombria Resort, um empreendimento com 153 hectares localizado perto de Loulé, no Algarve, arrancaram no final do ano passado. A abertura, no início de 2022, do hotel e das Viceroy Residences “será um marco importante para o setor imobiliário e hoteleiro em Portugal”, dizia-nos, em janeiro, Julio Delgado, CEO do Ombria Resort. Agora, em plena pandemia de novo coronavírus, o responsável mantém-se confiante quanto ao sucesso do projeto: “Desde há uns dias, temos vindo a sentir um aumento do interesse por parte de potenciais clientes”.
A necessidade aguça o engenho (já dizia o ditado). E esta quarentena, provocada pelo coronavírus, é a prova disso mesmo. Estes novos tempos trouxeram à tona a criatividade de meio mundo, decidido a fazer frente à incerteza com alguma aprendizagem e divertimento à mistura.
Será boa ideia fazer um investimento imobiliário em plena pandemia? É verdade que o novo coronavírus está a ter forte impacto na Economia, nomeadamente nos setores da construção e do imobiliário, que tiveram de se ajustar à nova realidade – usando e abusando da digitalização, por exemplo –, mas isso não tem necessariamente de significar que esta não seja uma boa altura para fazer negócios.
Os construtores estão preocupados com o futuro e referem mesmo que as “perspetivas para os próximos meses ensobram a reabilitação urbana”. As palavras são da Associação de Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOP), que esta segunda-feira (20 de abril), em comunicado, dá nota de que em março já se verificou uma retração do setor, com a carteira de encomendas a cair 0,4%.
O famoso artista de rua britânico, Banksy, que mantém a sua identidade em segredo, acaba de publicar uma nova obra. Produzida desde casa, em plena quarentena, a pintura retrata nove ratazanas rebeldes e enlouquecidas a causarem estragos na casa de banho do próprio artista.
Há cerca de três mil milhões de euros de investimentos em obras públicas prestes a serem lançados em Portugal nas próximas semanas. A maior fatia será destinada ao novo aeroporto no Montijo, que deverá receber uma “injeção” de 1.150 milhões de euros.
A rede imobiliária ibérica ComprarCasa identificou algumas 'marcas' que a passagem do coronavírus vai deixar no imobiliário. A começar desde já pela explosão de ferramentas tecnológicas, o empoderamento do comprador, as baixas taxas de juros e a crescente profissionalização do setor.
Os tempos de confinamento trouxeram desafios vários às populações e economia. Mas mesmo neste cenário de pandemia, e no que toca ao imobiliário, é preciso mais que nunca mostrar todo o potencial dos imóveis e apostar na excelência da apresentação online.
A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas no setor imobiliário, nomeadamente no segmento da construção. Mas as promotoras imobiliárias não atiram a toalha ao chão e estão a combater o Covid-19 com todas as armas que têm ao seu alcance, havendo muitas obras que prosseguem o seu ritmo. Há, no entanto, cuidados a ter em conta durante a realização dos trabalhos. Fica a saber quais são.