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Luxuoso Castilho 203 já está “à vista”: só há quatro apartamentos à venda

“Nos últimos 10 dias fechámos dois apartamentos”, diz José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties, ao idealista/news.

Castiho 203, em Lisboa / LinkedIn de José Cardoso Botelho
Castiho 203, em Lisboa / LinkedIn de José Cardoso Botelho

“O Castilho 203 sempre foi, para nós – Vanguard Properties (VP) –, um imóvel que achámos que podíamos criar o primeiro conceito de edifício super premium de Lisboa”, diz José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária, em entrevista ao idealista/news. Esta semana, no dia 28 de abril de 2020, ficou “à vista”, já que os andaimes foram retirados. Será o primeiro projeto da VP a ser entregue, sendo que há apenas já quatro casas à venda, num total de 19. De recordar que é lá que se encontra o apartamento mais caro de Portugal, que terá sido comprado por Cristiano Ronaldo.

“Guardámos alguns apartamentos para o final, porque achámos que, sendo um produto realmente excecional, valeria a pena ter alguns apartamentos para venda depois do edifício estar concluído. Tínhamos seis e atualmente temos quatro. Não era nossa intenção, mas nos últimos 10 dias fechámos mais dois apartamentos a clientes estrangeiros, por isso o processo de vendas está bem. Acreditamos que as escrituras serão feitas a partir de setembro e que até lá teremos todas as unidades vendidas”, revela José Cardoso Botelho.

Castiho 203, em Lisboa / LinkedIn de José Cardoso Botelho
Castiho 203, em Lisboa / LinkedIn de José Cardoso Botelho

Segundo o responsável, a adaptação do Castilho 203 de edifício de escritórios a residencial de luxo foi “um processo muito complicado”, mas o resultado não podia ser melhor: “As instruções que demos ao arquiteto foi desenvolver ali um projeto completamente revolucionário em Portugal, e foi isso que ele fez. O José Mateus, da ARX Portugal, fez um trabalho absolutamente extraordinário”. 

Infinity e A-Tower com 50% dos apartamentos vendidos

José Cardoso Botelho adianta, de resto, que a procura pelos imóveis dos empreendimentos que a VP tem no mercado “continua interessante”, mesmo em tempos de novo coronavírus. E dá como exemplo a Infinity Tower, em Campolide, e a A’Tower, nas Amoreiras. 

“No caso especifíco do Infinity tivemos alguns cancelamentos de intenção de reserva ou de reserva, sobretudo de clientes da Ásia. Uma das razões tem ver com a questão da dificuldade de se deslocarem a Portugal para a subscrição do Contrato de Promessa Compra e Venda (CVCV). Normalmente temos um contrato de reserva e para a celebração do CPCV damos um prazo de 30 dias, o que, obviamente, se tornou impossível para muitas pessoas”, comenta.

Ainda assim, adianta o responsável, “cerca de 50% das unidades – são 195 apartamentos – estão comercializadas”. O mesmo acontece no caso do A’Tower. “Nos dois casos, a grande maioria dos clientes são portugueses, o que é para nós uma grande satisfação”.

Sobre o Tomás Ribeiro 79, o Managing Director da VP refere que a comercialização está agora a arrancar e que já há quatro frações vendidas, num total de 28 apartamentos. 

Destaque ainda para o Bayline, no Algarve. “É um projeto que queríamos lançar em março, mas adiámos a campanha de divulgação para junho, sendo que já temos 37 contratos em fase de conclusão”, conclui José Cardoso Botelho.