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Resultados da pesquisa

Autoridade Tributária e Aduaneira

Fisco deteta 8.500 senhorios com indícios de fuga aos impostos

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) identificou a existência, no ano passado, de 8.500 proprietários de imóveis com indícios de omissões ou divergências na declaração de rendimentos prediais, levantando suspeitas de fuga ao Fisco. Em causa está o controlo dos arrendamentos não declarados, um problema antigo que envolve o cruzamento de dados entre a AT e as empresas fornecedoras de água, energia e telecomunicações, através da declaração Modelo 2 do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
Euros

Receita fiscal subiu 6,5% para 57.257,1 milhões até novembro de 2025

O Estado português arrecadou 57.257,1 milhões de euros em receita fiscal de janeiro a novembro, um aumento de 6,5%, de acordo com a síntese de execução orçamental, divulgada esta terça-feira, dia 30 de dezembro de 2025. O ritmo de crescimento da receita acumulada acelerou em novembro, permitindo que nos 11 primeiros meses do ano se cumprisse 90,4% da execução da receita de impostos prevista para a totalidade de 2025 (63.370,9 milhões de euros, segundo o valor projetado pelo Governo de Luís Montenegro).
Renda das casas em Portugal

Casas para arrendar em Portugal: preço abranda subida no fim de 2025

A pressão sobre o mercado de arrendamento em Portugal parece estar a diminuir, numa altura em que há mais incentivos à compra de casa. Prova disso é que os preços das casas para arrendar abrandaram o seu aumento anual para apenas 0,9% em dezembro, refletindo um crescimento moderado deste mercado. Assim, arrendar casa passou a ter um custo mediano de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de dezembro, segundo o índice de preços do idealista, editor deste boletim.

Medidas na habitação: a visão de promotores, proprietários e inquilinos

O pacote fiscal que o Governo apresentou ao Parlamento para dar resposta à crise na habitação – ou de acesso a habitação, como a ela se referem vários players do setor – está a fazer correr muita tinta, havendo várias alterações em cima da mesa que ainda terão de ser aprovadas pelos deputados na Assembleia da República. As reações a algumas das medidas anunciadas já se fazem sentir, nomeadamente por parte das associações de inquilinos, proprietários e promotores e investidores imobiliários.
Heranças indivisas

Mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas: mudanças só em 2026

Esta semana, o Governo de Montenegro apresentou ao Parlamento um vasto pacote fiscal para enfrentar a crise de acesso à habitação, com várias alterações desde a redução do IVA na construção de casas à revisão do simplex de licenciamentos urbanísticos. Mas promete não ficar por aqui. No início de 2026, vai trazer mais novidades e mudanças sobre a regulação da mediação imobiliária, despejos e heranças indivisas, tal como revelou Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, esta quarta-feira, dia 3 de dezembro.
Miguel Pinto Luz sobre o mercado de arrendamento em Portugal

Novo pacote fiscal para atrair proprietários para arrendamento

O ministro das Infraestruturas e Habitação reiterou o compromisso do Governo em construir 150 mil novas habitações públicas até 2030, defendendo uma intervenção robusta do Estado no setor imobiliário residencial, mas sem abdicar do papel do mercado. Miguel Pinto Luz, que falava durante a conferência anual da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), realizada recentemente, disse ainda que para atrair ao mercado as cerca de 300 mil habitações que o Executivo estima estarem fora do circuito de arrendamento foi necessário aprovar um pacote fiscal “agressivo”.

Imobiliário de luxo? “Já não basta ter um bom código postal”

“Portugal continua a afirmar-se como um dos destinos mais atrativos do mundo para quem procura imóveis de luxo, graças à sua qualidade de vida, segurança, clima ameno e estabilidade política”. A garantia é dada por Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty (Sotheby’s). Em entrevista ao idealista/news, o gestor considera que a escassez de oferta de casas no mercado “continua a ser um desafio”, tal como a exigência dos compradores/investidores: “Os imóveis mais valorizados são aqueles que incorporam conceitos diferenciadores ligados ao design, sustentabilidade, tecnologia e serviços personalizados. Já não basta ter um bom código postal: é necessário oferecer privacidade, vistas desimpedidas e uma experiência única”.
Miguel Pinto Luz

Do RJUE ao IVA a 6%: Governo compromete-se com habitação após OE2026

O imobiliário está expectante para saber mais detalhes sobre várias medidas da habitação que estão para sair da gaveta do Governo, mas que ainda não viram a luz do dia. Mas esta quarta-feira, dia 12 de novembro, foram reveladas várias novidades sobre esta matéria por Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação. Desde logo, o Governo quer que o IVA a 6% na construção tenha um efeito retroativo, quer agilizar a revisão do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) e ainda aplicar medidas para “reequilibrar forças entre inquilinos e senhorios”. Todas estas mudanças legislativas só serão levadas ao Parlamento após a discussão do Orçamento do Estado de 2026 (OE2026).
Colocar a casa no mercado de arrendamento

Casa a arrendar? Estabilidade legislativa é crucial, dizem proprietários

A existência de estabilidade legislativa é o fator que mais pesará na decisão dos proprietários aquando da colocação (ou não) dos seus imóveis no mercado de arrendamento. Esta é uma das conclusões a retirar da recente edição do Barómetro Confiança dos Proprietários, promovido pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP).
San Diego

Menos burocracia, mais casas: a receita para a habitação acessível

A maioria dos norte-americanos (mais de 80%, segundo um inquérito da Associação Nacional de Construtores de Habitação dos EUA) considera que a capacidade para suportar as despesas relacionadas com a habitação é um problema social. No entanto, apesar do consenso generalizado de que a habitação está demasiado cara, os promotores continuam a ter dificuldade em construir as casas necessárias para aumentar a acessibilidade habitacional.