Famílias afortunadas da bolsa portuguesa ficaram mais ricas em 2021?
2021 foi um ano de recuperação e recomeço para muitos. Na bolsa portuguesa também foi um ano positivo. Isto porque as famílias mais ricas da bolsa conseguiram aumentar o seu património ao longo do ano – pelo menos a maioria. Mas, contas feitas, qual foi a evolução do património destas famílias em 2021? Embarca connosco nesta viagem pelas fortunas das 10 famílias mais ricas da bolsa portuguesa.
Mota-Engil concretiza emissão de obrigações com procura em alta
A Mota-Engil concretizou a emissão de obrigações de 110 milhões de euros com a procura a superar os 155 milhões de euros, o que traduz um rácio de 1,41 face ao valor da oferta. A emissão contou com a participação de 4.836 investidores, com a maior parte (2.422) a subscreverem valores entre os 3
Famílias a investir poupanças na bolsa - o objetivo da nova CMVM
Um novo ciclo começa na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Esta segunda-feira, dia 15 de novembro de 2021, marca o início de funções de Gabriel Bernardino, enquanto presidente da comissão.
Empresa de escritórios partilhados WeWork estreia-se na bolsa
A WeWork, reconhecida startup de arrendamento de espaços de coworking - envolta em grande polémica nos últimos anos, e que esteve quase à beira da falência - , estreou-se no mercado bolsista, depois do fracasso de uma tentativa de oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em 2019.A empre
Evergrande volta a cotizar mas caiu 13,6% - e falhou venda de unidade imobiliária
O grupo Evergrande, uma das maiores promotoras imobiliárias da China com subsidiárias no setor automotivo e financeiro, voltou cotizar depois de ter sido suspensa da bolsa de Hong Kong no passado dia 4 de outubro de 2021.
Espanhola Ktesios entra na bolsa de Lisboa com os olhos postos no arrendamento acessível nacional
A bolsa portuguesa conta com um novo 'player' na área do imobiliário. Depois da Merlin e da Ores, agora é a vez da Ktesios Real Estate estar cotada na Euronext Lisbon, onde se estreou esta terça-feira, dia 01 de junho de 2021, no mercado Acess.
Família Queiroz Pereira avança com OPA sobre Semapa para assegurar "exclusividade" da empresa
A família Queiroz Pereira, detentora da 'holding' Sodim, avançou esta terça-feira (dia 27 de abril de 2021) com a oferta pública de aquisição (OPA) sobre 28,1% do capital Semapa, a proprietária da Navigator e da Secil. A operação está em curso até dia 25 de maio e, no final, a Sodim espera ficar com a empresa em exclusividade e de ter feito o suficiente para a empresa abandonar a bolsa.
Hemnet, o maior portal imobiliário da Suécia dispara 50% na estreia em bolsa
As ações do maior portal imobiliário da Suécia, Hemnet - cujo principal acionista é a empresa de capital de risco norte-americana General Atlantic - dispararam 50% na sua estreia como cotada no Nasdaq em Estocolmo.
GameStop: a história do “terramoto” gerado por pequenos investidores que agitou Wall Street
A protagonista desta história inédita é a GameStop, uma cadeia de lojas de videojogos norte-americana, fundada em 1984, e à beira da falência – a enfrentar muitas dificuldades agravadas pela pandemia – que não só agitou, mas abanou Wall Street (e os multimilionários).
Bolsa de imóveis do Estado avança: cooperativas e concessões já regulamentadas
A bolsa de imóveis do Estado, pensada para colocar casas no mercado de arrendamento a preços acessíveis para a classe média, já está regulamentada, tendo sido publicada esta quinta-feira (17 de dezembro de 2020) a Portaria n.º 290/2020, “que regulamenta as vias de promoção dos imóveis inscritos na bolsa de imóveis do Estado para habitação aprovada pelo Decreto-Lei n.º 82/2020, de 2 de outubro”, refere o Ministério das Infraestruturas e da Habitação, em comunicado. Significa isto que passam a estar regulamentados os regimes de concessão e de cooperativas, iniciativas que abrem um novo espaço ao papel dos privados na estratégia do Governo de reforço da oferta pública de habitação.
Dividendos pagos a acionistas recuam para níveis de 2013 devido à pandemia
A crise gerada com a pandemia da Covid-19 fará com que as remunerações dos acionistas fiquem contidas durante vários anos. A quebra na distribuição dos resultados relativos a 2020 poderá ser de 400 mil milhões de dólares, segundo as estimativas da Refinitiv compiladas pela Reuters.
Ores entrou em bolsa há três meses, mas ações não mexeram - investidores "à espera" de rentabilidade
A Olimpo Real Estate Portugal (Ores) – a primeira Sociedade de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI) listada no mercado nacional –, que foi lançada em conjunto pela Sonae Sierra e o Bankinter, completa os primeiros três meses na bolsa portuguesa, mas ainda não fez negócio. A SIGI encara a ausência de transações como um compromisso assumido pelos seus acionistas.
SIGI: Ores entrou em bolsa há um mês mas ações não negociaram
A Olimpo Real Estate Portugal (Ores Portugal), primeira Sociedade de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI) a nascer em Portugal – na sequência de uma parceria entre o Bankinter e a Sonae Sierra –, entrou em bolsa no dia 24 de junho de 2020, mas as primeiras sessões foram em branco. Agora, um mês depois de ter sido admitida à negociação, a valer 4,00 euros cada, as ações ainda não registaram qualquer variação.
Ouro “ganha” força em tempos de pandemia
O ouro, que superou os 1.800 dólares (1.587 euros) por onça na última semana, cotação que já não era atingida há quase nove anos – desde meados de setembro de 2011 –, ganhou força nos mercados financeiros em tempos de pandemia. É atualmente visto como um “porto seguro” por parte dos investidores, o que costuma acontecer em períodos de crise e/ou instabilidade política e económica.
SIGI: nova cotada do imobiliário oferece remuneração anual mínima de 4% aos investidores
Num momento em que muitas cotadas portuguesas cancelaram o pagamento de dividendos - devido à crise gerada pela pandemia da Covid-19 - o imobiliário abre a porta a um dos investimentos mais rentáveis no mercado de capitais nacional, com a entrada da primeira Sociedade de Investimento e Gestão Imobil
Empresas do imobiliário candidatas à bolsa de Lisboa não recuam por causa da Covid-19
A admissão da socimi espanhola Merlin Properties na bolsa de Lisboa, no arranque de 2020, deixou a porta aberta a novas cotadas do setor imobiliário que, apesar dos tempos de incerteza, por causa da pandemia do novo coronavírus, mantêm os planos de vir a cotar na Euronext Lisbon
Os efeitos do coronavírus na economia: dívida de Portugal entre as mais penalizadas
A propagação do novo coronavírus na Europa e nos EUA está a fazer soar cada vez mais os alarmes na economia mundial, com quedas a pique nas bolsas e fortes descidas nos preços do petróleo. Em Portugal também se estão a sentir os efeitos deste fenómeno, com as taxas de juro da dívida a disparar. A dívida nacional está, de resto, entre as mais penalizadas pela fuga ao risco.
Merlin à espera do passaporte comunitário para ser socimi também em Portugal
O foco da maior empresa imobiliária cotada em Espanha continua apontado para Portugal. Em paralelo com os investimentos que tem em curso na melhoria dos ativos que detém no mercado luso, a Merlin pretende operar em Portugal também como socimi - à semelhança do país vizinho. "Mas para isso esperamos um aperfeiçoamento legal e regulamentar do regime das SIGI - (Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária) e que seja criado um passaporte comunitário", explica o CEO da empresa espanhola, Ismael Clemente.
Corrida ao ouro: nunca houve tanto dinheiro investido a nível global
O dinheiro guardado em ETFs (“Exchange Traded Fund”) de ouro, um ativo que dá segurança aos investidores, atingiu um recorde histórico na sessão do dia 3 de fevereiro, tendo alcançado o patamar das 2.573,9 toneladas, um valor acima do anterior máximo, registado em dezembro 2012.
Fortunas chinesas afundam em bolsa "infetadas" pelo coronavírus
As 15 pessoas mais ricas da China viram as respetivas fortunas cair em flecha em bolsa na segunda-feira (3 de fevereiro de 2020). E a “culpa” é do coronavírus. Ao todo, estes 15 milionários cujas empresas estão cotadas na China continental perderam 10,4 mil milhões de dólares... num só dia.
Entrada da Merlin Properties na bolsa deixa a porta aberta a novas cotadas do setor imobiliário
A admissão da SOCIMI espanhola Merlin Properties na bolsa de Lisboa poderá abrir caminho para que outras empresas do setor imobiliário possam vir a cotar na Euronext Lisbon, nomeadamente Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI), revelou a presidente da Euronext Lisbon, Isabel Ucha, acrescentando que se trata de um regime que “tem gerado bastante interesse”. De referir que foi recentemente criada a primeira SIGI em Portugal, a Olimpo Real Estate Portugal, que ainda não está, no entanto, cotada em bolsa.
Ações da Merlin Properties já estão a ser cotadas em Portugal
A Merlin Properties, a maior empresa imobiliária cotada na bolsa de valores espanhola – decidiu para já não adotar o estatuto de SIGI em Portugal, apesar de ter categoria equivalente em Espanha (SOCIMI) –, começou a cotar em Portugal, na Euronext Lisbon, esta quarta-feira. Vai emitir um total de 470 milhões de ações com o valor nominal de um euro por ação.
Espanhola Merlin Properties estreia-se na bolsa de Lisboa a 15 de janeiro
É oficial. A socimi espanhola Merlin Properties vai estrear-se na bolsa de Lisboa a 15 de janeiro de 2020. A empresa opera em Portugal desde 2016 e já tem o aval da Euronext para ser cotada, através de um processo de dual-listing. A empresa já tinha anunciado a intenção de cotar em Portugal, mas esperava fazê-lo antes do final de 2019.
Há mais mulheres no topo das empresas em bolsa mas ainda estão longe dos cargos executivos
A lei da paridade nas empresas cotadas em bolsa prevê que o patamar mínimo de representação feminina aumente a partir de 2020. E se é verdade que as mulheres estão cada vez mais representadas em órgãos de decisão, continuam afastadas das posições de poder.
Imobiliário mais perto da bolsa? Dona do Prata Riverside Village quer cotar já em 2020
A promotora imobiliária VIC Properties, dona do empreendimento que vai nascer no Braço de Prata, quer entrar na bolsa de Lisboa já em 2020. O CEO da empresa, João Cabaça, admitiu estar em contacto com várias entidades bancárias.