A Mota-Engil deu mais um “passo” previsto no acordo de parceria estratégica e de investimento estabelecido com a China Communications Construction Company (CCCC).
“Contribuir para a diminuição da sinistralidade laboral através da verificação do cumprimento das regras de segurança e de saúde no trabalho e para a prevenção e contenção dos riscos de contágio da Covid-19 nos estaleiros de construção civil”. Este é o objetivo da ação inspetiva de âmbito nacional no setor da construção civil que a ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho está a realizar.
A produção na construção diminuiu 3,4% num ano, em fevereiro de 2021 face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se de um recuo homólogo mais acentuado que o verificado em janeiro (-2,6%), segundo dados divulgados esta terça-feira (13 de abril de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A testagem em massa no setor da construção é uma “miragem”, não havendo indícios de que a mesma esteja a ser realmente realizada. Uma ideia que contraria as indicações da DGS, que em fevereiro, numa atualização de uma norma, previa a testagem em massa em determinadas circunstâncias, designadamente em “contextos ocupacionais de elevada exposição social”, como por exemplo fábricas e construção civil. Já a fiscalização às obras será intensificada.
A Teixeira Duarte anunciou que João Afonso Calainho de Azevedo Teixeira Duarte comprou, no passado dia 17 de março, uma participação qualificada de 2,44% na construtora.
A construção, a promoção imobiliária e a hotelaria/turismo são hoje os três grandes pilares em que assenta a atividade do grupo AFA, sediado na Madeira, mas presente no Continente, Açores e em vários países de África.
A construtora Mota-Engil ganhou mais uma obra na Polónia. Trata-se da conceção e construção (reabilitação e expansão) da Autoestrada S19, um contrato num montante total de 150 milhões de euros.
A crise pandémica levou o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal a afundar 7,6% em 2020, revelou recentemente o Instituto Nacional de Estatística (INE), mas houve um setor que mostrou estar resiliente à pandemia da Covid-19. Falamos da construção, que fintou a crise e cresceu 3,3% no ano passado, o que comprova que as obras – pelo menos muitas – saíram mesmo do papel.
A Mota-Engil vai propor aos acionistas uma alteração de estatutos para evitar a possibilidade de que a China Communications Construction Company (CCCC) seja obrigada a lançar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) por atingir uma posição de 30% na construtora portuguesa.Na nota enviada à Comissão do
Em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19, a produção no setor da construção recuou 5,7% na Zona Euro e 5% na União Europeia (UE) face a 2019, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de fevereiro de 2021) pelo Eurostat. Além de ter recuado no acumulado do ano, também diminuiu na variação em cadeia, em dezembro de 2020 face a novembro, e homóloga, em dezembro de 2020 face ao mesmo mês de 2019.
A Mota-Engil celebrou um conjunto de contratos no Brasil, nos segmentos de engenharia, construção e de Oil e Gas, no montante total de 97 milhões de euros, anunciou a empresa, esta quarta-feira (10 de fevereiro de 2021), em comunicado.
As construtoras Always Special e Lena SGPS, detidas pela família Barroca Rodrigues, avançaram com uma ação no tribunal de Lisboa contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) no valor de 258 milhões de euros. De recordar que, soube-se recentemente, o Grupo Lena foi extinto com a fusão das construtoras Lena SGPS e Lena Engenharia Construção na já referida Always Special.
A construção foi um dos cinco setores que aumentou a faturação durante a pandemia da Covid-19, mais concretamente entre março e novembro de 2020, face ao período homólogo. Em causa está um crescimento de 4%, segundo dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com base na informação da plataforma e-fatura, da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
O Grupo Lena foi extinto com a fusão das construtoras Lena SGPS e Lena Engenharia Construção na também construtora Always Special. Construtoras essas da família Barroca Rodrigues que surgiram há dois anos na lista dos grandes devedores da Caixa Geral de Depósitos (CGD), com dívidas na ordem dos 90 milhões de euros, segundo a auditoria da EY. Na sequência desta fusão, a Always Special passa a ser responsável pelos ativos e passivos das duas sociedades.
A Mota-Engil ganhou uma obra de 1,82 mil milhões de dólares (1,48 mil milhões de euros) na Nigéria, sendo este o maior contrato de sempre da construtora portuguesa, anunciou a empresa numa nota publicada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) esta segunda-feira (11 de janeiro de 2021). Em causa está a construção de uma linha férrea.
Os acionistas da Mota-Engil deram “luz verde” ao Conselho de Administração para deliberar um aumento de capital de 100 milhões de euros, segundo um comunicado divulgado pelo grupo esta quinta-feira (7 de janeiro de 2021). A autorização para a administração do grupo poder avançar com o aumento de capital reservado a acionistas, que permitirá à chinesa China Communications Construction Company (CCCC) – a quarta maior construtora do mundo – ficar com 30% da empresa portuguesa, foi aprovada com 99,46% de votos.
A pandemia contaminou vários setores de atividade, mas a construção mostrou-se resiliente, ao contrário da última crise, destacando-se ao longo de 2020 por um desempenho positivo, dando provas de resistência aos efeitos da Covid-19, segundo o Banco de Portugal (BdP).
O ano de 2020 "foi muito complicado”, mas, ainda assim, a Sacyr Somague prevê fechar o exercício com um aumento de 10% a 15% do volume de negócios, em plena pandemia. A construtora de base espanhola faturou 179 milhões de euros em 2018, tendo registado um crescimento para 202 milhões de euros em 2019 e chegará aos 230 milhões de euros em 2020.
A Mota-Engil vai construir uma autoestrada no Gana. Em causa está a adjudicação de um novo contrato no país africano, através da sua subsidiária Mota-Engil Engenharia & Construção África, por 570 milhões de dólares (464 milhões de euros), revelou a construtora portuguesa, que recentemente arrecadou 169,4 milhões de euros com venda de 23% da sua posição aos chineses da China Communications Construction Company (CCCC).
A construtora Mota-Engil, que arrecadou 169,4 milhões de euros com venda de 23% da sua posição aos chineses da China Communications Construction Company (CCCC), ganhou recentemente dois novos contratos: um relativo a obras no Ruanda, de 425 milhões de dólares (354 milhões de euros), e outro na Polónia, de 72 milhões de euros
O setor da construção civil e obras públicas tem-se mostrado resiliente à pandemia da Covid-19, com vários segmentos a darem resposta positiva à crise pandémica, como por exemplo o consumo de cimento, os licenciamentos e os concursos promovidos e contratos celebrados de empreitadas de obras públicas. Uma evolução, no entanto, que é “fortemente condicionada pelo significativo aumento da incerteza em torno do comportamento do atual surto pandémico e a possibilidade de ressurgimento de medidas restritivas, cujos impactos na economia poderão ser muito significativos no conjunto da atividade económica”, alertam duas das mais importantes associações do setor.
A produção na construção recuou 2,2% em Portugal em agosto face ao mesmo mês do ano passado, uma queda homóloga superior à registada na Zona Euro e na União Europeia (UE): -0,9% e -1,5%, respetivamente. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (19 de outubro de 2020) pelo Eurostat.
O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) exigiu que “as autoridades competentes realizem, nos próximos 15 dias, testes em todo o país no setor da construção”, para perceber se “é um setor saudável ou infetado”, referiu, num comunicado divulgado na passada quinta-feira (8 de outubro de 2020).
Os custos de construção de habitação nova em Portugal registaram um aumento de 2,5% em agosto, mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Os preços dos materiais e da mão de obra também subiram: apresentaram, respetivamente, variações de 1,3% (0,9% no mês anterior) e de 4,3% (3,8% em julho) face ao período homólogo.
A atividade económica portuguesa na primeira metade do ano foi “severamente” afetada pela pandemia da Covid-19, segundo o Boletim Económico de outubro do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta terça-feira (6 de outubro de 2020). Ainda assim, o comportamento da construção contrasta com os demais setores, uma vez que, e ao contrário da última crise em que foi dizimada, se destaca por um desempenho mais positivo. De acordo com o BdP, o setor da construção está a mostrar uma “assinalável resiliência”, conseguindo manter-se “insulado dos fortes impactos negativos da crise pandémica”.
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