Crédito malparado na habitação cai no primeiro trimestre
O crédito malparado da banca continuou a diminuir no primeiro trimestre, fixando-se nos 4,6%, menos 0,3 pontos percentuais que no final de 2020 e 1,4 pontos percentuais abaixo do trimestre homólogo, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).De acordo com o relatório do primeiro trimestre
Fim das moratórias só terá impacto no crédito malparado em 2022 – stock pode subir 2 mil milhões
Até dezembro de 2020, Portugal soube negociar e vender o stock de crédito malparado, reduzindo-o a 14,3 mil milhões de euros. Mas esta tendência decrescente poderá estar prestes a mudar. Por um lado, o fim das moratórias poderá gerar risco de incumprimento.
BCP quer vender crédito malparado de 180 milhões de euros
O BCP colocou mais uma carteira de crédito malparado no mercado. Desta vez, o denominado ‘Project Row’ avaliado em 180 milhões de euros.
Whitestar ganha gestão de carteira de 200 milhões
A Whitestar Asset Solutions S.A., empresa especializada na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de uma carteira Unsecured, composta por mais de 3.700 créditos, cerca de 1.300 devedores e um valor em dívida que ultrapassa os 200 milhões de euros.“Esta carteira estava a ser ge
Isabel Teixeira é a nova CEO da Altamira Portugal – sucede a Eduardo Cerqueira
A Altamira Asset Management nomeou Isabel Teixeira como nova CEO da Altamira Portugal, com o objetivo de reforçar a sua atividade neste ‘key-market’ para o Grupo doValue Altamira, que gere ativos financeiros e imobiliários que totalizam mais de 2.000 milhões de euros. A nova responsável sucede a Eduardo Cerqueira, que estava na função desde 2019 e que passa agora a fazer parte da equipa de Estratégia de Mercado e Desenvolvimento de Negócios do Grupo doValue.
Novo Banco: carteiras de malparado foram vendidas ao melhor preço, diz Deloitte
A polémica venda das três carteiras de crédito do Novo Banco em 2019 foi feita pelo preço mais alto e em conformidade com o Acordo de Capitalização Contingente (CCA), segundo a auditoria da Deloitte às operações.
Bancos “livram-se” de crédito malparado – baixa para 4,9% no final de 2020
Os bancos portugueses estão firmes no objetivo de reduzir os respetivos rácios de crédito malparado. No quarto trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19, “o rácio de empréstimos não produtivos (NPL na sigla inglesa) diminuiu 0,4%, para 4,9%”, segundo dados divulgados recentemente pelo Banco de Portugal (BdP). Uma tendência que se mantêm desde pelo menos dezembro de 2016.
Caixa Geral de Depósitos liberta-se de quase 380 milhões de euros em imóveis
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) libertou-se de quase 380 milhões de euros em imóveis detidos para venda ao longo dos últimos quatro anos: entre 2016 e 2020. Este era um dos objetivos no âmbito do plano de reestruturação imposto por Bruxelas ao banco do Estado.
Novo Banco vende mais de 1.700 milhões de euros em imóveis em quatro anos
O Novo Banco tinha uma carteira imobiliária no valor de 2.670 milhões de euros, em termos líquidos, em dezembro de 2016, mas libertou-se de cerca de 1.700 milhões de euros entretanto, ou seja, até final de 2020, período durante o qual implementou um plano de reestruturação, imposto pelas autoridades europeias.
BPI “livra-se” de crédito malparado: vende carteira de 300 milhões ao fundo LX Partners
Os bancos portugueses têm vindo, nos últimos anos, a “desfazer-se” do crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL, na sigla inglesa) que consta nos seus ‘stocks’. O BPI, por exemplo, vendeu, na semana passada, o chamado projeto Lime ao fundo LX Partners por 300 milhões de euros.
Altamira Asset Management Portugal ajuda a vender um armazém e um terreno na Polónia
A gestora de créditos e ativos imobiliários Altamira Asset Management Portugal representou a empresa de logística Tiner Polska, em conjunto com o grupo de consultoria imobiliária polaco AXI IMMO, na venda de um armazém de 20.000 metros quadrados (m2) e de um terreno de quase 16 hectares em Pietrzykowice, perto de Wrocław, na Polónia, a um investidor internacional de referência focado na promoção de ativos logísticos.
Bancos portugueses têm o terceiro rácio de crédito malparado mais alto da Zona Euro
Os bancos portugueses têm o terceiro rácio de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL, na sigla inglesa) mais alto da Zona Euro, isto apesar de estar a abrandar. São, por outro lado, dos que têm os rácios de capital mais baixos da região. Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Banco Central Europeu (BCE).
Whitestar “arrecada” quatro carteiras de malparado e já gere mais de 9 mil milhões em ativos
A Whitestar Asset Solutions S.A., empresa especializada na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de quatro carteiras de NPLs em 2020, gerindo atualmente mais de 9 mil milhões de euros em ativos.
Novo Banco: carteira de malparado vendida avaliada (afinal) em 35 milhões
O Novo Banco já veio esclarecer que a carteira de crédito malparado que vendeu estava avaliada nas contas da instituição (afinal) em 35 milhões de euros. “O Novo Banco esclarece que a carteira de crédito malparado (NPL) está avaliada nas contas do banco por cerca de 35 milhões de euros, valor marginalmente inferior aos 37 milhões de euros da venda reportados ao mercado, com o respetivo impacto positivo nos resultados e no capital”, adiantou fonte oficial do Novo Banco à Lusa.
BCP prepara venda de crédito malparado ao fundo que comprou o “Nata 2” ao Novo Banco
O BCP estará prestes a fechar negócio com o fundo Davidson Kempner - que comprou o “Nata 2” ao Novo Banco – para a venda de uma carteira de crédito malparado, designada “Projeto Ellis”, avaliada em 170 milhões de euros. Em cima da mesa está também a venda do “Projeto Webb”, uma carteira mais granular e cujo valor inicial era de 450 milhões de euros, à Arrow.
Novo Banco vende carteira de crédito mal parado por 37 milhões
O Novo Banco vendeu uma carteira de crédito malparado por 37 milhões de euros, que tem um valor bruto de 79 milhões. Ainda assim, a instituição liderada por António Ramalho diz que o negócio teve um impacto direto "marginalmente positivo" nos resultados e no capital.
Bruxelas apresenta plano para evitar acumulação de crédito malparado
A Comissão Europeia apresentou esta quarta-feira, dia 16 de dezembro de 2020, uma estratégia que visa prevenir uma previsível acumulação de crédito malparado um pouco por toda a União Europeia (UE) como resultado da crise provocada pela pandemia da Covid-19.A estratégia para assegurar que as família
Portugal teve uma das maiores reduções de crédito malparado na Europa – em tempos de Covid-19
Portugal teve uma das maiores reduções de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL, na sigla inglesa) na Europa. Isto apesar da pandemia da Covid-19 ter posto um travão a fundo na transação deste tipo de portefólios. Até junho, estima-se a conclusão de operações no valor de apenas 500 milhões de euros em Portugal, com o país a resgistar, no segundo trimestre de 2020, um stock de NPL de 14,2 mil milhões de euros. Trata-se de uma “expressiva redução de 7,02 mil milhões, ou seja, menos 33% face ao mesmo período do ano passado”, revela a Prime Yield, salientando que Portugal teve “um dos progressos mais assinaláveis no contexto da UE, quer em termos absolutos quer em termos relativos”.
BCP prepara venda de carteiras de ativos problemáticos no valor de 750 milhões
O banco Millennium bcp, liderado por Miguel Maya, está a preparar a venda de dois portfólios de ativos problemáticos com um valor global de cerca de 750 milhões de euros. Em causa estão duas carteiras de ativos tóxicos, uma de crédito malparado de 300 milhões e outra de dívida ‘corporate’ e imobiliário de 450 milhões.
Novo Banco quer vender 1.200 milhões de euros de crédito malparado até final do ano
O Novo Banco quer vender 1.200 milhões de euros em crédito malparado até ao final do ano, disse o presidente executivo do banco, António Ramalho, à agência de informação financeira Bloomberg. A maior parte destes créditos problemáticos fazem parte da carteira de ativos designada Nata III, que estava a ser preparada antes da crise desencadeada pela pandemia da Covid-19, tendo as vendas sido ajustadas.
Crédito malparado na habitação cai 148 milhões
O ‘stock’ de crédito malparado dos bancos portugueses recuou 492 milhões de euros (-2,9%) no primeiro trimestre deste ano face ao trimestre anterior, uma “diminuição menos intensa” do que no período homólogo de 2019, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
Crédito malparado nos empréstimos para a compra de casa desce em abril
O crédito malparado nos empréstimos aos particulares para compra de casa e às empresas desceu em abril – em plena crise causada pela pandemia do novo coronavírus –, face ao período homólogo. No caso dos particulares, o valor em dívida aos bancos representava 2,05% do crédito total concedido, menos que em março (2,06%) e que em abril do ano passado (2,69%). No crédito à habitação o malparado era ainda menor, de 0,74%, abaixo dos 0,77% do mês anterior e dos 1,4% do mesmo mês do ano passado.
“A viragem de página desta crise poderá ser mais rápida do que a que se iniciou em 2008”
A pandemia do novo coronavírus está – e vai continuar – a deixar marcas na economia portuguesa e mundial, com consequência direta também no setor imobiliário. Mas os efeitos desta crise não serão tão impactantes como outras, considera Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield, parte da Gloval: “De forma geral, acredito que a viragem de página desta crise poderá ser mais rápida do que a que se iniciou em 2008”.
Venda de crédito malparado em Portugal bate recordes e 2020 promete ser “outro ano dinâmico”
Agora é oficial: a venda de crédito malparado – negócios de Non-Performing Loans (NPL) – em Portugal atingiu em 2019 um valor recorde, 8.000 milhões de euros. Quer isto dizer que os bancos estão a conseguir desfazer-se dos seus ativos mais problemáticos. Uma tendência que se deve manter este ano, já que o país “continua a ter um dos rácios de NPL mais elevados da Europa”, diz Nelson Rêgo, diretor geral da Prime Yield e responsável pelos serviços de avaliação de portefólios da Gloval.
"O mercado está a viver um momento excepcional, em número de operações e rentabilidade"
2019 foi um ano em alta para a Altamira Portugal e 2020 também promete.