Crescimento económico abranda na UE em 2023

Crescimento económico abranda na UE em 2023 – em Portugal trava a fundo

A economia portuguesa deve travar a fundo em 2023, invertendo-se, assim, uma tendência de crescimento. Segundo as Previsões Económicas de Outono divulgadas recentemente pela Comissão Europeia (CE), Portugal deve crescer 4,5% este ano e 5,3% em 2022, mas o ritmo abrandará em 2023, ano em que o PIB português deve travar a fundo, crescendo apenas 2,4%.
PIB português em alta no segundo trimestre

PIB português em alta - é a economia com 5º maior crescimento da UE

No segundo trimestre de 2021, o PIB português cresceu 4,9% face aos primeiros três meses do ano – foi o maior aumento em cadeia entre os países da União Europeia (UE) para os quais há dados – e 15,5% em termos homólogos, tendo esta sido a quinta maior subida registada, segundo dados divulgados esta terça-feira (17 de julho) pelo Eurostat. É, de resto, o maior crescimento homólogo desde pelo menos 1996.
Investimento em construção em Portugal aumenta 6,4%

Construção dá provas de resiliência: investimento aumentou 6,4%

No primeiro trimestre do ano, enquanto o PIB registou uma variação homóloga de -5,4%, refletindo os efeitos do confinamento geral do início deste ano, o investimento em construção em Portugal destacou-se por manter o dinamismo dos trimestres anteriores, apresentando um crescimento de 6,4% em termos
Peso da carga fiscal no PIB aumentou em 2020 – o que explica esta evolução?

Peso da carga fiscal no PIB aumentou em 2020 – o que explica esta evolução?

A carga fiscal em Portugal aumentou para 34,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 – isto é, mais 0,3% do que no ano anterior. Mas o que justifica esta evolução num ano em que não houve um agravamento generalizado de impostos nem a sua redução? Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) avançados esta terça-feira (dia 11 de maio de 2021) sugerem que por detrás deste aumento está a resiliência do mercado de trabalho, que ao não sofrer o impacto esperado em situação de crise da pandemia da Covid-19, os valores arrecadados pelo Estado em impostos associados como o IRS e a TSU tiveram um menor impacto – e, na verdade, até subiram.
Os países mais afetados pela pandemia são…

Os países mais afetados pela pandemia são…

Espanha é o país mais afetado pela pandemia da Covid-19 em termos sanitários e económicos, sendo seguido pelo Reino Unido e pelo Brasil, que ocupam o segundo e terceiro lugares do ranking. Já a China é, entre as 40 maiores economias analisadas no índice da Oxford Economics, o país menos afetado pela crise pandémica. E foi na China, recorde-se, que o coronavírus começou a circular, em dezembro de 2019. 
Futebol português em números – contribuiu com mais de 494 milhões para o PIB na época 2019/2020

Futebol português em números – contribuiu com mais de 494 milhões para o PIB na época 2019/2020

O futebol profissional português contribuiu com mais de 494 milhões de euros para o Produto Interno Bruto (PIB) na época 2019/2020, um período já marcado pela chegada da pandemia da Covid-19, sendo responsável por pelo menos 3.163 postos de trabalho e mais de 142 milhões de euros em impostos. Estas são algumas das conclusões a retirar da quarta edição do Anuário do Futebol Profissional Português, produzido pela consultora EY em parceria com a Liga Portugal.
Nível de vida em Portugal sobe 10,7% até 2026 face ao período pré-crise

Nível de vida em Portugal sobe 10,7% até 2026 face ao período pré-crise

Entre 2019 e 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita em Portugal deve subir 10,7% em termos acumulados, segundo as projeções do “World Economic Outlook”, publicado recentemente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Trata-se do nono maior aumento do nível de vida até 2026 face ao pré-crise entre as 22 economias da União Europeia (EU) classificadas como avançadas pelo FMI. 
Uma dúzia de indicadores que mostram como mudou a economia na pandemia

Uma dúzia de indicadores que mostram como mudou a economia na pandemia

Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
PIB de Portugal cai (mesmo) 7,6% em 2020

PIB de Portugal cai (mesmo) 7,6% em 2020

O Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal caiu (mesmo) 7,6% em 2020, na sequência da pandemia da Covid-19, registando a contração “mais intensa” da atual série de Contas Nacionais do Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o instituto, no quarto trimestre do ano passado, a economia portuguesa recuou 6,1%. 
PIB português caiu 7,6% em 2020

PIB português caiu 7,6% em 2020

O Produto Interno Bruto (PIB) português caiu 7,6% em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19, após uma contração de 5,9% no quarto trimestre. Em causa está uma estimativa rápida divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira (2 de fevereiro de 2021).
Centeno espera melhor reação da economia a eventual terceira vaga de Covid-19

Centeno espera melhor reação da economia a eventual terceira vaga de Covid-19

O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, espera que o comportamento da economia portuguesa face a uma eventual terceira vaga da pandemia, após o Natal, seja melhor que o verificado nas anteriores. "É expectável que se uma terceira vaga suceder, toda esta aprendizagem, e num contexto em que já há vacinação, se possa esperar um efeito muito mais contido na economia", disse o responsável.
Carga fiscal continua em máximos em Portugal (34,8%) – e acima da média da OCDE

Carga fiscal continua em máximos em Portugal (34,8%) – e acima da média da OCDE

A carga fiscal em Portugal manteve-se nos 34,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, o mesmo valor apurado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) no ano anterior. Já a média da OCDE desceu 0,1% entre 2018 e 2019, de 33,9% para 33,8%. Em causa estão dados que constam no boletim anual sobre as receitas fiscais obtidas pelas economias que pertencem à OCDE, relativo a 2020.
Défice do segundo trimestre (10,5%) é o maior desde a resolução do BES, em 2014

Défice do segundo trimestre (10,5%) é o maior desde a resolução do BES, em 2014

No primeiro semestre de 2020, o défice ficou nos 5,4% do PIB, mas esta é uma “média” – entre janeiro e junho – com dois períodos muito diferentes: no primeiro trimestre, que foi parcialmente afetado pela pandemia da Covid-19, o défice foi de 1,1% enquanto no segundo trimestre, completamente afetado pela crise, o défice foi de 10,5% do PIB, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do maior défice num trimestre desde a resolução do BES, no terceiro trimestre de 2014, a qual levou o saldo orçamental para os -16%.