Proprietário ou inquilino, eis a questão? (Parte V)

Proprietário ou inquilino, eis a questão? (Parte V)

É uma dúvida que deixa muitos portugueses inquietos, sobretudo tendo em conta o atual momento do setor imobiliário, em que comprar ou arrendar casa está a preço de ouro. Mas afinal o que será melhor e/ou mais económico, viver numa casa na condição de proprietário ou de inquilino? Tentaremos ajudar-te a decidir com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
O que é melhor, viver numa casa como proprietário ou inquilino? (Parte IV)

O que é melhor, viver numa casa como proprietário ou inquilino? (Parte IV)

Comprar ou arrendar casa ficou mais caro nos últimos tempos, o que está a dificultar a tomada de decisão de muitos portugueses. Afinal o que é melhor e/ou mais económico, viver numa casa na condição de proprietário ou de inquilino? A resposta não é fácil de dar, mas tentaremos ajudar-te a decidir com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Preço das casas de luxo à venda em Lisboa supera o de Madrid e Barcelona

Preço das casas de luxo à venda em Lisboa supera o de Madrid e Barcelona

Comprar uma casa de luxo em Lisboa é mais caro que nas cidades espanholas de Madrid e Barcelona. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela consultora imobiliária Savills Portugal, que considera que “o mercado residencial português vive um momento intenso, tendo sido considerado o segmento mais bem-sucedido no mercado imobiliário em Portugal”.
Preço do arrendamento em Hong Kong cai para mínimos de dois anos

Preço do arrendamento em Hong Kong cai para mínimos de dois anos

O preço do arrendamento em Hong Kong caiu para um mínimo de dois anos, devido ao êxodo de pessoas que está a deixar a cidade, segundo dados da agência imobiliária Spacious. Outros fatores que estão a provocar uma redução da procura são os protestos antigovernamentais que começaram em meados do ano passado, e a disseminação do coronavírus.
Comprar ou arrendar a primeira casa: como decidir (parte I)?

Comprar ou arrendar a primeira casa: como decidir (parte I)?

O acesso a uma habitação condigna é universalmente considerado uma necessidade básica do ser humano. Em determinado momento da vida, porque decides viver sozinho, casar ou ser independente, e sobretudo quando começas a ter algum rendimento, ponderas ter a tua casa. É nesta altura que as opções surgem: comprar, construir ou arrendar casa? Iniciamos hoje uma rubrica, assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que pode ajudar-te a decidir.
“Cultura de ser proprietário vai manter-se em Portugal, mas vai haver uma correção”

“Cultura de ser proprietário vai manter-se em Portugal, mas vai haver uma correção”

A Century 21 Portugal realizou 2.539 operações de arrendamento em 2019, mais 408 que no ano anterior. Uma subida homóloga de 19% que Ricardo Sousa, CEO da mediadora, vê com bons olhos, apesar de considerar que ainda há um longo caminho a percorrer no mercado de arrendamento em Portugal. “A tendência será aumentar a quota do mercado. A cultura de ser proprietário vai manter-se, mas acreditamos que vai haver uma correção”, diz ao idealista/news.
Arrendamento a ganhar força em Portugal e mediadoras dão prova disso

Arrendamento a ganhar força em Portugal e mediadoras dão prova disso

Numa altura em que o arrendamento está na ordem do dia, o mercado parece dar sinais de estar a ganhar força. Em 2019, a Century 21 Portugal realizou 2.539 operações de arrendamento, mais 408 que no ano anterior. Trata-se de “uma subida histórica de 19%, numa inflexão clara da tendência verificada no ano anterior”, refere a mediadora.
“Aumentar a oferta de casas em Lisboa a preços acessíveis para a classe média é uma prioridade”

“Aumentar a oferta de casas em Lisboa a preços acessíveis para a classe média é uma prioridade”

Para Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, não há dúvidas: “O setor imobiliário é um dos motores económicos da capital”. Para responder ao momento atual que se vive na capital, nomeadamente em termos residenciais, com os preços a dispararem nos últimos anos, é preciso alargar a oferta. “Aumentar o stock de casas em Lisboa a preços acessíveis para a classe média é uma prioridade”, alerta.
“Não há crédito à habitação a mais, há casas a menos”

“Não há crédito à habitação a mais, há casas a menos”

A torneira do crédito à habitação voltou a estar aberta, com os bancos a emprestarem 956 milhões de euros para a compra de casa em novembro de 2019, mais 35 milhões que no mês anterior. Para Luís Lima, presidente da APEMIP, “não há crédito à habitação a mais”. Há, sim, “casas a menos”. “E as poucas que há não podem ficar completamente inacessíveis a quem delas precisa”. 
Os 10 municípios mais baratos (e mais caros) para comprar casa em Portugal

Os 10 municípios mais baratos (e mais caros) para comprar casa em Portugal

O preço mediano das casas em Portugal voltou a subir no terceiro trimestre de 2019, fixando-se nos 1.054 euros por m2. Lisboa é a rainha dos preços altos, com valores quase três vezes superiores à mediana nacional, mas as discrepâncias de valores conseguem ir ainda mais longe: no município de Sernancelhe, por exemplo, o preço do m2 não ultrapassa os 194 euros.
Raio-x ao setor residencial nos últimos 12 anos: casas estão 40% mais caras e rendas disparam 30%

Raio-x ao setor residencial nos últimos 12 anos: casas estão 40% mais caras e rendas disparam 30%

Portugal e os restantes países da União Europeia não têm andado “de mãos dadas” em termos imobiliários. Pelo menos nos últimos 12 anos. Passamos a explicar: entre 2007 e o terceiro trimestre de 2019, os preços das casas aumentaram cerca de 40% em Portugal e as rendas dispararam quase 30% enquanto na UE sucedeu o contrário, ou seja, a subida é maior no caso do arrendamento – 21% contra 19,1% no preço da habitação.
Preço das casas sobe em flecha: Portugal com o quarto maior aumento da UE

Preço das casas sobe em flecha: Portugal com o quarto maior aumento da UE

Em 2019, os preços das casas em Portugal subiram 13,3% face ao ano anterior, para 2.028 euros por metro quadrado (m2), segundo o índice de preços do idealista. Dados recentes revelados pelo Eurostat, relativos ao terceiro trimestre do ano passado, confirmam este cenário, já que Portugal teve o quarto maior aumento da União Europeia (UE) em termos homólogos, sendo apenas superado por Letónia, Eslováquia e Luxemburgo.
Habitação continuará “quente” em 2020

Habitação continuará “quente” em 2020

Os preços das casas têm vindo a subir nos últimos tempos, mas em 2019, apesar de continuarem a aumentar em termos homólogos, já deram sinais de estarem a desacelerar, ou seja, continuam a subir, mas menos. E em 2020, o que irá acontecer? Vão continuar a crescer. Esta é a conclusão do Barómetro Out of the Box, que este ano contou com 181 respostas.
Preço das casas sobe 4,5% em 2020 e 3% em 2021, prevê Bankinter

Preço das casas sobe 4,5% em 2020 e 3% em 2021, prevê Bankinter

Comprar casa continua a ser (muito) caro mas preços estão a desacelerar. Será mesmo assim? Este foi o título do resumo anual de 2019 sobre o tema “preço das casas”. A fechar o ano, soube-se que os preços das casas subiram 10,3% no terceiro trimestre em termos homólogos, um cenário que se deve manter em 2020. Segundo o Bankinter, os preços devem aumentar 4,5% este ano e 3% no próximo.
2019, o ano da construção nova

2019, o ano da construção nova

As promotoras imobiliárias estão cada vez mais a apostar na construção nova. Um cenário que já se verificava no ano passado, conforme escrevemos, e que ganhou ainda mais força este ano. Esta é, de resto, uma das soluções apontadas por vários intervenientes do setor para colmatar o “problema habitacional” do país, aumentando a oferta e contribuindo para ajustar os preços das casas, que dispararam nos últimos anos, apesar de agora haver sinais de algum abrandamento. Uma coisa é certa, faltam casas no país, nomeadamente na capital. 
Mediadores imobiliários apontam para estabilização do mercado em 2020

Mediadores imobiliários apontam para estabilização do mercado em 2020

No terceiro trimestre do ano venderam-se 45.830 casas – mais que nos dois trimestres anteriores, mas menos 0,2% que no período homólogo (45.935 transações). Os números, diz o presidente da APEMIP, Luís Lima, vão ao encontro dos sinais que o mercado tem dado aos agentes do setor, e apontam para uma estabilização em 2020.