INE revela subida de preços de casas, mas avisa para efeito do Covid-19
Em 2019, os preços das casas aumentaram a uma média de 9,6%, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Proprietário ou inquilino, eis a questão? (Parte V)
É uma dúvida que deixa muitos portugueses inquietos, sobretudo tendo em conta o atual momento do setor imobiliário, em que comprar ou arrendar casa está a preço de ouro. Mas afinal o que será melhor e/ou mais económico, viver numa casa na condição de proprietário ou de inquilino? Tentaremos ajudar-te a decidir com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Preços das casas desaceleram na Europa – S&P prevê crescimento de 6,2% para Portugal em 2020
O preço da habitação vai desacelerar na maioria dos principais mercados europeus nos próximos três anos, de acordo com o relatório “Europe's Housing Market Inflation Is Losing Pace” da Standard & Poor’s (S&P).
O que é melhor, viver numa casa como proprietário ou inquilino? (Parte IV)
Comprar ou arrendar casa ficou mais caro nos últimos tempos, o que está a dificultar a tomada de decisão de muitos portugueses. Afinal o que é melhor e/ou mais económico, viver numa casa na condição de proprietário ou de inquilino? A resposta não é fácil de dar, mas tentaremos ajudar-te a decidir com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
Preço das casas de luxo à venda em Lisboa supera o de Madrid e Barcelona
Comprar uma casa de luxo em Lisboa é mais caro que nas cidades espanholas de Madrid e Barcelona. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela consultora imobiliária Savills Portugal, que considera que “o mercado residencial português vive um momento intenso, tendo sido considerado o segmento mais bem-sucedido no mercado imobiliário em Portugal”.
Preço das casas disparou... mas habitação preocupa mais europeus que portugueses
Os preços das casas escalaram nos últimos tempos, uma subida que parece estar agora a abrandar, pelo menos em algumas zonas do país, e arrendar casa é também cada vez mais caro. Ainda assim, a habitação preocupa menos os portugueses que os restantes cidadãos da União Europeia (UE).
Preço do arrendamento em Hong Kong cai para mínimos de dois anos
O preço do arrendamento em Hong Kong caiu para um mínimo de dois anos, devido ao êxodo de pessoas que está a deixar a cidade, segundo dados da agência imobiliária Spacious. Outros fatores que estão a provocar uma redução da procura são os protestos antigovernamentais que começaram em meados do ano passado, e a disseminação do coronavírus.
Câmara do Seixal não consegue comprar casas de habitação social por causa da subida de preços
São dezenas as famílias que continuam a viver nas torres degradadas do Bairro da Jamaica, no Seixal. A Câmara quer avançar com o realojamento, que está atrasado, mas não consegue – e tudo por causa da subida preços das casas. A autarquia pede um regime de exceção.
Comprar ou arrendar a primeira casa: como decidir (parte I)?
O acesso a uma habitação condigna é universalmente considerado uma necessidade básica do ser humano. Em determinado momento da vida, porque decides viver sozinho, casar ou ser independente, e sobretudo quando começas a ter algum rendimento, ponderas ter a tua casa. É nesta altura que as opções surgem: comprar, construir ou arrendar casa? Iniciamos hoje uma rubrica, assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que pode ajudar-te a decidir.
“Cultura de ser proprietário vai manter-se em Portugal, mas vai haver uma correção”
A Century 21 Portugal realizou 2.539 operações de arrendamento em 2019, mais 408 que no ano anterior. Uma subida homóloga de 19% que Ricardo Sousa, CEO da mediadora, vê com bons olhos, apesar de considerar que ainda há um longo caminho a percorrer no mercado de arrendamento em Portugal. “A tendência será aumentar a quota do mercado. A cultura de ser proprietário vai manter-se, mas acreditamos que vai haver uma correção”, diz ao idealista/news.
Arrendamento a ganhar força em Portugal e mediadoras dão prova disso
Numa altura em que o arrendamento está na ordem do dia, o mercado parece dar sinais de estar a ganhar força. Em 2019, a Century 21 Portugal realizou 2.539 operações de arrendamento, mais 408 que no ano anterior. Trata-se de “uma subida histórica de 19%, numa inflexão clara da tendência verificada no ano anterior”, refere a mediadora.
“Aumentar a oferta de casas em Lisboa a preços acessíveis para a classe média é uma prioridade”
Para Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, não há dúvidas: “O setor imobiliário é um dos motores económicos da capital”. Para responder ao momento atual que se vive na capital, nomeadamente em termos residenciais, com os preços a dispararem nos últimos anos, é preciso alargar a oferta. “Aumentar o stock de casas em Lisboa a preços acessíveis para a classe média é uma prioridade”, alerta.
“Não há crédito à habitação a mais, há casas a menos”
A torneira do crédito à habitação voltou a estar aberta, com os bancos a emprestarem 956 milhões de euros para a compra de casa em novembro de 2019, mais 35 milhões que no mês anterior. Para Luís Lima, presidente da APEMIP, “não há crédito à habitação a mais”. Há, sim, “casas a menos”. “E as poucas que há não podem ficar completamente inacessíveis a quem delas precisa”.
Lisboa e Porto no olho do furacão: preço das casas dispara e alimenta fim dos vistos gold
Viver em Lisboa ou no Porto é cada vez mais caro. A capital continua “imparável” na maratona do preço das casas – a subida foi de 11% no terceiro trimestre do ano passado, para 3.205 euros por m2 –, mas a Invicta está a acompanhá-la na escalada.
Os 10 municípios mais baratos (e mais caros) para comprar casa em Portugal
O preço mediano das casas em Portugal voltou a subir no terceiro trimestre de 2019, fixando-se nos 1.054 euros por m2. Lisboa é a rainha dos preços altos, com valores quase três vezes superiores à mediana nacional, mas as discrepâncias de valores conseguem ir ainda mais longe: no município de Sernancelhe, por exemplo, o preço do m2 não ultrapassa os 194 euros.
Braga, Amadora e Gaia a “todo o vapor”: preço das casas dispara mais de 20%
O preço das casas voltou a acelerar no terceiro trimestre do ano passado. As subidas não se ficaram por Lisboa e Porto, tendo alcançado as cidades periféricas das grandes áreas metropolitanas.
Raio-x ao setor residencial nos últimos 12 anos: casas estão 40% mais caras e rendas disparam 30%
Portugal e os restantes países da União Europeia não têm andado “de mãos dadas” em termos imobiliários. Pelo menos nos últimos 12 anos. Passamos a explicar: entre 2007 e o terceiro trimestre de 2019, os preços das casas aumentaram cerca de 40% em Portugal e as rendas dispararam quase 30% enquanto na UE sucedeu o contrário, ou seja, a subida é maior no caso do arrendamento – 21% contra 19,1% no preço da habitação.
Preço das casas sobe em flecha: Portugal com o quarto maior aumento da UE
Em 2019, os preços das casas em Portugal subiram 13,3% face ao ano anterior, para 2.028 euros por metro quadrado (m2), segundo o índice de preços do idealista. Dados recentes revelados pelo Eurostat, relativos ao terceiro trimestre do ano passado, confirmam este cenário, já que Portugal teve o quarto maior aumento da União Europeia (UE) em termos homólogos, sendo apenas superado por Letónia, Eslováquia e Luxemburgo.
Habitação continuará “quente” em 2020
Os preços das casas têm vindo a subir nos últimos tempos, mas em 2019, apesar de continuarem a aumentar em termos homólogos, já deram sinais de estarem a desacelerar, ou seja, continuam a subir, mas menos. E em 2020, o que irá acontecer? Vão continuar a crescer. Esta é a conclusão do Barómetro Out of the Box, que este ano contou com 181 respostas.
Acesso à habitação e baixos salários de pessoas qualificadas “são o problema mais sério” do país
O acesso à habitação e os baixos salários de pessoas qualificadas são “o problema mais sério” do país, disse o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, durante a gravação do programa “BBC World Questions”, que decorreu no Centro Cultural de Belém – irá para o ar às 19h de sábado (18 de janeiro de 2020) no serviço mundial da BBC, em inglês.
Preço das casas em Portugal sobe 13,3% em 2019 – supera pela primeira vez os 2.000 euros por m2
É caso para dizer que contra números não há argumentos: comprar casa é cada vez mais caro em Portugal. Em 2019, os preços subiram 13,3% face ao ano anterior, para 2.028 euros por metros quadrado (m2), segundo o índice de preços do idealista. É a primeira vez que é ultrapassada a barreira dos 2.000 euros por m2.
Preço das casas sobe 4,5% em 2020 e 3% em 2021, prevê Bankinter
Comprar casa continua a ser (muito) caro mas preços estão a desacelerar. Será mesmo assim? Este foi o título do resumo anual de 2019 sobre o tema “preço das casas”. A fechar o ano, soube-se que os preços das casas subiram 10,3% no terceiro trimestre em termos homólogos, um cenário que se deve manter em 2020. Segundo o Bankinter, os preços devem aumentar 4,5% este ano e 3% no próximo.
Comprar casa continua a ser (muito) caro mas preços estão a desacelerar. Será mesmo assim?
Quando a história se repete: venderam-se mais casas (e preços dispararam) em 2018. Este foi o título do resumo anual de 2018 sobre o tema “preço das casas”. O que mudou passado um ano, em 2019? De forma resumida, comprar casa continua a ser (muito) caro, apesar dos preços estarem a desacelerar nos últimos tempos, ou seja, estão a subir, mas menos.
2019, o ano da construção nova
As promotoras imobiliárias estão cada vez mais a apostar na construção nova. Um cenário que já se verificava no ano passado, conforme escrevemos, e que ganhou ainda mais força este ano. Esta é, de resto, uma das soluções apontadas por vários intervenientes do setor para colmatar o “problema habitacional” do país, aumentando a oferta e contribuindo para ajustar os preços das casas, que dispararam nos últimos anos, apesar de agora haver sinais de algum abrandamento. Uma coisa é certa, faltam casas no país, nomeadamente na capital.
Mediadores imobiliários apontam para estabilização do mercado em 2020
No terceiro trimestre do ano venderam-se 45.830 casas – mais que nos dois trimestres anteriores, mas menos 0,2% que no período homólogo (45.935 transações). Os números, diz o presidente da APEMIP, Luís Lima, vão ao encontro dos sinais que o mercado tem dado aos agentes do setor, e apontam para uma estabilização em 2020.