Teletrabalho obrigatório e não é preciso acordo: multas de incumprimento agravadas
O teletrabalho vai voltar a ser obrigatório para todas as funções compatíveis, independentemente da vontade do empregador ou do trabalhador, não sendo necessário haver um acordo de qualquer uma das partes. As coimas por incumprimento serão também agravadas, podendo chegar aos 61.200 euros. Estas foram algumas das medidas anunciadas pelo primeiro-ministro António Costa esta quarta-feira (13 de janeiro de 2021) e que estarão em vigor durante o novo período de confinamento, que começa às 00h00 de sexta-feira (15 de janeiro de 2021).
Tudo sobre os novos apoios às empresas e ao emprego
O Governo aprovou um novo pacote de apoio às empresas e ao emprego, em virtude da situação pandémica.
Jantares de empresa neste Natal: todos juntos, cada um na sua casa
Os jantares de empresa neste Natal não poderão acontecer no seu formato habitual, por causa da Covid-19. E há quem já esteja a pensar em formas criativas de contornar esta nova realidade, garantindo as normas de distanciamento a que a pandemia obriga.
Teletrabalho obrigatório: a quem cabe pagar as despesas e garantir os equipamentos?
Em regime de teletrabalho, existem gastos que o trabalhador tem de suportar, como os de eletricidade, gás, água ou até internet. Serviços que, apesar de serem despesas habituais das famílias, aumentam devido ao trabalho ser feito desde casa. Muitos tiveram mesmo de adquirir equipamentos para melhor desempenharem as suas funções (como impressoras e respetivos consumíveis, secretárias ou cadeiras adequadas). E de quem é afinal a responsabilidade de assumir os pagamentos destas faturas, do trabalhador ou do empregador? Analisamos tudo, com fundamento jurídico.
A fórmula para atingir o "sucesso" no trabalho e nos negócios em tempos de pandemia
Manter a confiança no novo mundo do trabalho será um dos grandes desafios do futuro. A flexibilidade e liderança de elevada inteligência emocional são outros.
Fadiga pandémica está a aumentar - o que é e como combater
A Covid-19, além dos efeitos que tem diretamente na saúde de quem é contagiado pelo novo coronavírus, está a ter impacto a nível emocional em muitas outras pessoas, gerando níveis crescentes de apatia.
Millennials sofrem de ‘workaholism’ – e situação terá agravado com a Covid-19
Antes da pandemia da Covid-19 a geração millennial já sofria de ‘workaholism’, ou seja, estava demasiado dependente do trabalho. Disso mesmo deu conta uma pesquisa publicada em 2019 na revista Forbes, que concluiu que a situação afetava 66% dos millennials. Uma tendência que se terá agravado com a chegada do novo coronavírus, conclui agora a Adecco, líder mundial em soluções de recursos humanos.
Trabalhadores do setor imobiliário são os que menos “desligam” do trabalho
Em 2019, 17% dos trabalhadores residentes em países da União Europeia (UE) diz ter sido várias vezes contactado – nos últimos dois meses – pelo empregador durante os tempos livres. Um “cenário” que se verifica mais nos homens que nas mulheres (20% contra 14%). É no setor imobiliário que os traballhadores menos “desligam” do trabalho.
Horários de trabalho desfasados nas empresas: tudo sobre as novas regras
Já foi publicado o diploma do Governo que obriga as empresas com locais de trabalho com 50 ou mais trabalhadores a desfasar os horários de entrada e saída, "garantindo intervalos mínimos de trinta minutos até ao limite de uma hora entre grupos de trabalhadores" – trata-se de uma medida que pretende minimizar riscos e prevenir novos contágios no âmbito da pandemia da Covid-19. O decreto-lei, em vigor até 31 de março de 2021, define as novas regras e as várias exceções, e o idealista/news decidiu preparar um guia explicativo sobre o tema.
Teletrabalho: três dicas infalíveis para melhorar a produtividade em casa
Apesar do regresso gradual aos espaços físicos de trabalho já estar em marcha, ainda há quem continue a desempenhar tarefas a partir de casa, por causa da pandemia da Covid-19. O teletrabalho já não é, por isso, uma novidade, mas muitas pessoas continuam a ter dificuldades em equilibrar os dois mundos que agora se juntam em casa: o pessoal e o profissional.
Trabalhadores em lay-off tradicional duplicam em agosto
O número de empresas que recorreram ao lay-off tradicional, e que é distinto do regime simplificado criado como forma de mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19, aumentou para 215, depois de ter estabilizado nos 201 nos dois meses anteriores - os trabalhadores abrangidos ascenderam a 7.789, duplicando face a julho, de acordo com as estatísticas mensais da Segurança Social relativas a agosto, divulgadas esta terça-feira (22 de setembro de 2020).
Empresas vão contratar em 2020 e 2021? Mais de metade não...
Mais de metade das empresas nacionais (53,8%) pretende manter o número de colaboradores em 2020 e 2021, sendo que 36% das organizações pretende aumentar o número de colaboradores este ano e cerca de 39% no próximo. Apenas 12% antecipa uma redução de colaboradores no corrente ano, um valor que desce para 7% em 2021. Estas são algumas das conclusões do estudo Total Compensation Portugal 2020, realizado pela Mercer, que analisou este ano 140.000 postos de trabalho em 466 empresas no mercado português.
Horários desfasados podem ser impostos pelas empresas mesmo que trabalhadores discordem
Hoje o país entra em estado de contigência e, entre as medidas para tentar travar a propagação da Covid-19, está contemplado que os empregadores de Lisboa e do Porto implementem horários de trabalho diferenciados não só de entrada e saída, mas também de pausas e troca de tur
Programa de emprego Ativar.pt: tudo sobre o apoio a estágios e contratação de trabalhadores
O Governo acaba de lançar o novo programa público de emprego Ativar.pt para reforço dos apoios aos estágios e à contratação de trabalhadores.
Pós lay-off: empresas que façam rescisões têm de voltar a contratar para manterem apoios do estado
As empresas que tenham beneficiado do regime de lay-off simplificado e que aderiram ao incentivo à normalização da atividade empresarial podem avançar com rescisões por mútuo acordo, mas são obrigadas a fazer novas contratações no prazo de 30 dias para repor o nível de emprego. Isto se quiserem continuar a receber o apoio de 1.270 euros por trabalhador.
Em cada 1.000 prestadores de serviços, 280 está no desemprego
Os efeitos negativos da pandemia da Covid-19 refletem-se, entre várias coisas, no emprego. A Fixando revelou que, em cada 1.000 profissionais, na sua plataforma online de contratação de serviços locais em Portugal, 280 está no desemprego. Segundo os dados do estudo, 27,6% dos inquiridos apontaram rendimentos inferiores a 250 euros em julho de 2020.
Salários de trabalhadores da construção subiram na pandemia
Ainda que tenha sido um dos setores mais fustigados por surtos de Covid-19 - fruto de que a atividade nunca tenha parado (e algumas das regras de segurança e prevenção tenham sido descuradas durante algum tempo), a construção - a par do imobiliário - tem sido um dos motores da economia nacional dura
Lay-off: empresas têm “ luz verde” para fazerem rescisões por mútuo acordo
As empresas que estiveram abrangidas pelo regime de lay-off simplificado, no âmbito da pandemia da Covid-19, podem fazer rescisões por mútuo acordo, apesar de estarem impedidas de fazerem despedimentos coletivos. A medida aplica-se aos novos apoios, nomeadamente ao sucessor do lay-off.
Lay-off por mais de 30 dias mesmo sem completar um mês civil dá direito a complemento de apoio
Os trabalhadores que estiveram em lay-off por mais de 30 dias consecutivos, por causa da Covid-19, mas sem completar um mês civil, também vão receber o complemento de estabilização. O Governo já anunciou que vai alterar a lei nesse sentido. O apoio aplica-se aos trabalhadores com um salário base até 1.270 euros que tiveram perda de rendimento, e varia entre os 100 euros e os 351 euros.
Pandemia pôs mais de um milhão de portugueses a trabalhar em casa
A pandemia fez disparar o trabalho remoto. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), no segundo trimestre de 2020, o número de teletrabalhadores em Portugal cresceu 23,1% para mais de um milhão de pessoas. O gabinete de estatísticas apurou ainda que, em casa ou fora de casa, os portugueses trabalharam quase o mesmo número de horas.
Pós lay-off: empresas podem pedir incentivo à normalização a partir de hoje
As empresas que tenham beneficiado do regime de lay-off simplificado e que tenham condições para retomar a sua atividade podem, a partir desta terça-feira (4 de agosto de 2020, apresentar o requerimento para acesso ao incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial. O requerimento deve ser feito através do portal online do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
9 dicas para regressar ao trabalho e à nova normalidade em segurança
A pandemia veio mudar hábitos e provocar profundas alterações, também, no mundo laboral. O teletrabalho passou a ser a regra, mas a verdade é que, à medida que as restrições vão sendo reduzidas, as pessoas e as empresas procuram novas formas de regressar ao trabalho e àquele que é um novo normal. Afinal, como podem as empresas manter os seus colaboradores seguros e, ao mesmo tempo, mantê-los focados e motivados?
Governo remete para prazo “muitíssimo curto” divulgação de detalhes do lay-off simplificado
O Governo já discutiu na generalidade o conteúdo das novas regras do lay-off simplificado, mas apenas após a entrada em vigor do Orçamento do Estado Suplementar as poderá aprovar formalmente, e remete a divulgação para prazo “muitíssimo curto”. A medida não se chamará lay-off, embora mantenha o mesmo espírito deste regime. A partir de agosto deverá chegar o Apoio Adicional para Empresas com Quebra Significativa de Faturação.
Lay-off: subsídio de Natal a 100% pago a trabalhadores abrangidos por novo regime
O lay-off simplicado termina este mês de julho e o novo regime de apoio à retoma progressiva das empresas, que estará em vigor até dezembro de 2020, chega com novas regras.
Lay-off simplificado: trabalhadores podem mesmo tirar férias
Dúvidas houvesse, estão desfeitas. Segundo a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), os trabalhadores em lay-off podem mesmo tirar férias, tendo direito ao pagamento do subsídio de férias "normal", além do salário com os cortes previstos no regime em causa.