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A banca está, desde 2018, obrigada por lei a compensar os clientes com crédito à habitação sempre que se registem taxas de juro negativas. Desde então, os bancos já terão devolvido cerca de 10 milhões de euros às famílias.
Gerido pelo BPI Gestão de Ativos (BPI GA), o fundo de investimento imobiliário aberto Imofomento, acaba de alienar dois supermercados da marca Pingo Doce na Quinta do Lago e de Vale do Lobo, no Algarve, a um fundo português, por cerca de 6 milhões de euros.
A Makro Portugal - junto da Metro Properties – fechou a venda do terreno e dos seus edifícios (loja e escritórios) situados em Alfragide, freguesia da Amadora.
Até dezembro de 2020, Portugal soube negociar e vender o stock de crédito malparado, reduzindo-o a 14,3 mil milhões de euros. Mas esta tendência decrescente poderá estar prestes a mudar. Por um lado, o fim das moratórias poderá gerar risco de incumprimento.
A missão de reabilitar os centros urbanos das cidades e melhorar o desempenho energético dos edifícios não ficou esquecida durante 2020. O IFRRU 2020 - Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas apoiou o financiamento de um total de 304 projetos até abril, o que representa um investimento público de mais de 890 milhões de euros. Neste programa criado no âmbito do Portugal 2020, foi o empreendimento World of Wine (WOW), situado em Vila Nova de Gaia, que arrecadou a maior fatia do financiamento público – mais de 26,5 milhões de euros.
A norte-americana WiredScore, que certificou edifícios tão emblemáticos como o Empire State Building, nos EUA, chegou a Portugal e Espanha, através, também, da Merlin Properties.
No meio da “tempestade” provocada pela pandemia, o mercado imobiliário português mostrou-se resistente à adversidade, mantendo um comportamento dinâmico ao longo do ano passado.
A Google já avançou como será o regresso aos escritórios. A ideia passa por implantar um modelo híbrido que pressupõe trabalhar em regime presencial pelo menos três dias por semana e os restantes dias em teletrabalho. Mas este modelo só vai ser aplicado assim que terminarem as restrições impostas para controlar a pandemia da Covid-19 e o número de casos diminua consideravelmente em vários países do mundo.
Em 2020, ano marcado pelo súbito aparecimento da pandemia da Covid-19, os portugueses reforçaram o seu património líquido. Entre ativos financeiros (como depósitos bancários ou ações) e imobiliário (casa própria), os portugueses tinham ao todo 708,1 mil milhões de euros no final de 2020, mais 5,7% (38,1 mil milhões de euros) que em 2019.
Os escritórios estão a deixar “de ser espaços estáticos para se tornarem em locais mais dinâmicos que promovem a inovação e o trabalho de equipa”, disse-nos recentemente Duarte Aires, CEO da Vector Mais, empresa portuguesa que desenvolve projetos de conceção e construção de espaços interiores. Entre os projetos que tem em carteira estão a renovação dos escritórios da Cofidis, da Google e do BPI.
O setor imobiliário tem sido, segundo mostram os indicadores mais recentes, um dos menos afetados pela pandemia da Covid-19, tendo dado sinais de estar resiliente à crise pandémica. Uma ideia que tem sido deixada por vários ‘players’ do setor e que é agora partilhada pelo BPI, que considera que o setor imobiliário residencial está a mostrar “uma grande resiliência”.
A Cubyn, uma startup de logística baseada em Paris, vai lançar o seu serviço em Portugal, depois de arrecadar 35 milhões de euros numa ronda de financiamento, liderada pela Eurazeo e pela Bpifrance Large Venture, com novas participações da First Bridge Venture, Fuse Venture Partners, e subsequente f
Os últimos 12 meses revolucionaram o mundo, a economia, os modos de vida e os mercados. A Covid-19 foi a grande protagonista de 2020, num ano marcado por grandes mudanças, a vários níveis, e que também impactaram o imobiliário. O país fechou-se em casa e muitos descobriram que o local onde viviam estava longe de ser o espaço ideal; outros decidiram ir viver para segundas residências, com a crescente afirmação do teletrabalho; e houve ainda quem decidisse pôr mãos à obra para remodelar a casa. Os negócios continuaram a fazer-se, mesmo que dentro de portas, e Portugal manteve-se atrativo para os investidores. Apesar da dificuldade de realizar qualquer tipo de previsão, num contexto de grande incerteza, o idealista compilou as análises de mercado da habitação até hoje para fazer um retrato de 2020, deixando pistas sobre o que esperar de 2021.
A notícia da reabertura da atividade de mediação imobiliária na próxima segunda-feira, dia 15 de março de 2021, no âmbito do plano de desconfinamento do Governo, foi recebida pela Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) com “enorme satisfação”.
O setor de habitação “não está entre os mais afetados pela pandemia”e “reagirá mais tarde, mas moderadamente”, segundo uma análise divulgada pelo BPI.
O Imofomento, fundo de investimento imobiliário do BPI, comprou o 16º piso na Torre 2 das Amoreiras, em Lisboa, ao grupo Laje Capital, por 6,7 milhões de euros. A operação foi concluída em dezembro do ano passado.
O spread é um dos critérios a ter em conta na hora de pedir um crédito à habitação – trata-se da margem definida pelos bancos a aplicar ao montante emprestado.
Os bancos portugueses têm vindo, nos últimos anos, a “desfazer-se” do crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL, na sigla inglesa) que consta nos seus ‘stocks’. O BPI, por exemplo, vendeu, na semana passada, o chamado projeto Lime ao fundo LX Partners por 300 milhões de euros.
O que é o spread do crédito à habitação e que impacto tem na prestação a pagar ao banco todos os meses na sequência da concessão de um empréstimo para a compra de casa? Esta é uma componente a ter em conta na hora de pedir um financiamento bancário, um tema, de resto, que tem levado a uma “guerra de spreads” no crédito à habitação. Explicamos tudo sobre este assunto com a ajuda de especialistas.
O centro comercial Picoas Plaza, em Lisboa, foi adquirido no final do ano passado pelo fundo de investimento imobiliário aberto Imofomento, gerido pelo BPI Gestão de Ativos, por 15 milhões de euros. O centro comercial foi outrora propriedade da administradora de centros comerciais espanhola Chamartín, que se viu obrigada a alienar quatro shoppings em Portugal após a falência, em 2015, segundo a notícia avançada pelo Essential Business.