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O programa Porta 65–Jovem tem registado “imensas” situações de fraude, revelou o presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), adiantando que já foi exigida a devolução de mais de três milhões de euros.
O verão está a chegar e é hora de preparar a casa para o mercado de arrendamento. Na rubrica de hoje do idealista/news sobre home staging, assegurada pela Home Staging Factory, damos-te algumas ideias que te podem ajudar a fazer a diferença – na oferta – entre a cada vez maior concorrência existente no Alojamento Local (AL), ou seja, ajudamos-te a decorar e equipar a casa para os vários nichos de mercado. Afinal, ensinar a aproveitar e valorizar ao máximo o potencial de cada espaço e tornar os imóveis mais atrativos é o nosso objetivo.
Sabias que a Segurança Social (SS) têm imóveis para vender ou arrendar?
O Alojamento Local (AL) tem vindo a incendiar os ânimos, tanto no plano político como económico e social. Mas só deverá haver novidades na lei, e eventualmente alterações, no final do ano. Isto porque todos os partidos estão a apresentar propostas – a mais polémica é a do PS, que quer sujeitar o AL à autorização dos condomínios. A Associação de Inquilinos Lisbonense (AIL) diz que o AL está a roubar inquilinos aos centros históricos.
O Alojamento Local (AL) volta a estar no centro das atenções. Tudo devido a uma proposta de lei do PS que prevê deixar nas mãos das assembleias de condóminos dos prédios a decisão sobre a existência ou não de frações destinadas ao arrendamento de curta duração a turistas. Uma decisão que está também a dividir proprietários de imóveis.
O PS pretende que os vizinhos tenham uma palavra a dizer na hora de uma casa ser colocada no mercado de arrendamento de curto prazo a turistas. Mas os condomínios não querem assumir essa responsabilidade. "O Alojamento Local é um problema que o legislador deve resolver e não passar o ónus para o condomínio, fomentando guerras absurdas e desnecessárias entre os proprietários", argumenta o diretor executivo da Loja do Condomínio, Paulo Antunes.
O negócio das casas de luxo está em alta para a RE/MAX Collection, que representa já um total de 16% do volume de negócios da RE/MAX em Portugal. A imobiliária, que opera no segmento premium, fechou o primeiro trimestre deste ano com um crescimento de 55% em volume de negócios e 48% no volume de transações, atingindo os 481 imóveis transacionados. E os portugueses continuam a ser os maiores compradores deste tipo de imóveis de alta gama.
No último período de candidaturas ao Programa Porta 65-Jovem, que decorreu entre 17 de abril e 18 de maio, foram submetidas 7.120 candidaturas. Foi nos grandes centros urbanos que se registou o maior número de candidaturas, com Lisboa à cabeça, com 601 candidaturas. Seguem-se Sintra (393), Vila Nova de Gaia (378), Porto (333) e Braga (242).
A RTP gastou mais de três milhões de euros no ano passado com o arrendamento e com a conservação de edifícios. Os custos com a reparação e conservação de espaços ascendeu aos 808.000 euros enquanto as rendas de edifícios totalizaram 698.000 euros, sendo que a este valor é preciso juntar os 1,5 milhões de euros pagos pelo edifício-sede, em Lisboa, em sistema de leasing financeiro.
Comprar ou arrendar casa, qual será a melhor opção? Será que o arrendamento com opção de compra é uma boa solução? No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te tudo sobre este assunto.
O dinamismo do setor imobiliário em Portugal salta à vista e as contas das principais redes de franquicias a operar no mercado nacional provam isso mesmo.
Os estudantes universitários têm cada vez mais dificuldade em encontrar alojamento em Lisboa, quer em residências públicas, devido à oferta limitada, quer em espaços privados, já que os senhorios pedem valores muito elevados. Na prática, o mercado de arrendamento universitário continua a ter mais procura que oferta.
Luís Lima, presidente da da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), considera que o preço das casas está elevado em “algumas cidades do país”, mas descarta a existência de uma bolha imobiliária. Dados da Comissão Europeia indicam que o valor médio do imobiliário em Portugal subiu 7,6% em 2016 e que os preços da habitação recuperaram os valores pré-crise. Bruxelas vai, de resto, fazer recomendações ao país nos próximos dias.
Associações de proprietários, de industriais da construção civil e de proteção do património criticaram esta semana a “incompreensível” demora na entrada em funcionamento do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE), anunciado pelo Governo há mais de um ano.
A operar em Portugal, desde 2006, no setor da mediação de imóveis residenciais e comerciais de luxo, a Engel & Völkers tem agora um ambicioso plano para engordar o negócio em cerca de 30% ao ano no mercado português. Para isso, a empresa conta com investidores estrangeiros, mas também nacionais, segundo conta em entrevista Juan-Galo Macià, que recebeu o idealista/news, em Barcelona, para revelar a sua estratégia enquanto novo diretor-geral da Engel & Völkers para a Península Ibérica.
Nos próximos dois anos, o mercado de escritórios de Lisboa terá um aumento de stock de na ordem 58.000 m2, através da conclusão de seis novos projetos. Mas cerca de 75% desta nova disponibilidade já se encontra com contratos de pré-arrendamento, tendo estes sido estabelecidos mesmo antes do início da construção dos imóveis.
O Banif Banco de Investimento vendeu o 15º piso da Torre 3 das Amoreiras, em Lisboa, por 4,5 milhões de euros a um Family Office Nacional. O escritório em causa, que tem uma área bruta de construção de 1.400 m2, fica situado numa das zonas mais centrais da capital e está atualmente arrendado a uma startup portuguesa.
Helena Roseta propôs esta quarta-feira (dia 10), no Parlamento, o aprofundamento do trinómio habitação, turismo e Alojamento Local (AL), de forma a resolver a confusão entre tipos de uso dos imóveis. A deputada independente do PS considera que a lei não é explícita relativamente a este assunto.
O aumento da procura por quarto através da Uniplaces, plataforma online para alojamento de estudantes universitários, cresceu 70% num ano – no primeiro trimestre de 2017 face ao período homólogo. Quanto a preços, “a subida do valor médio de arrendamento por quarto é notória tanto nas cidades de Lisboa (10%) e do Porto (3%), em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior”, revela a startup portuguesa em comunicado.
Queres viver em Lisboa numa casa arrendada por valores abaixo dos praticados no mercado? Então fica a saber que te podes candidatar até dia 8 de junho a uma das 24 casas municipais que integram a 14ª edição do Programa Renda Convencionada. “As casas têm rendas entre 156 e 342 euros e as tipologias variam entre T1 e T3”, revela a Câmara Municipal de Lisboa no site Re-Habitar Lisboa.