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O setor da promoção imobiliária parece que não se dá por vencido em Portugal e, em plena pandemia da Covid-19, continuam a somar-se novos projetos ao mercado residencial.
A Câmara do Porto aprovou o pedido de licenciamento para a 2.ª fase do projeto da Arcada, cuja obra esteve embargada mais de um ano, autorizando a construção de um edifício com 16 pisos e 43 habitações. A luz verde para o empreendimento na Rua do Ouro, junto à Ponte da Arrábida, surge depois de
A Secretaria de Estado da Habitação tem um novo rosto desde setembro passado, mas a política é de continuidade com Marina Gonçalves, segundo garante a própria em entrevista ao idealista/news.
A Câmara de Lisboa aprovou, na passada semana, um projeto de arquitetura para transformar em habitação turística um imóvel identificado na Carta Municipal do Património, com os votos contra do CDS-PP, PCP e BE.
As obras não param em tempos de pandemia da Covid-19. Dois dos projetos residenciais que a promotora imobiliária portuguesa Habitat Invest lançou em Lisboa, o Alcântara Lofts, onde durante anos funcionou o Bingo do Atlético Clube de Portugal, e o Linea Residences, na Avenida 5 de Outubro, um edifício de escritórios que pertencia à Caixa Geral de Depósitos (CGD), já sairam do papel.
A Mota-Engil México ganhou um contrato de concessão por 30 anos para a construção, operação, conservação e manutenção da autoestrada Tultepec-AIFA-Piramides, no valor de 240 milhões de euros.
A Câmara do Porto prevê arrancar em 2021 e 2022 com seis projetos de reabilitação e expansão das áreas verdes na cidade que, no total, representam um investimento superior a 10 milhões de euros.
Já são conhecidas as obras-primas de arquitetura do mundo que venceram o Architecture MasterPrize 2020 (AMP), que homenageia projetos nas áreas de arquitetura, design de interiores e arquitetura paisagística com o objetivo de promover a apreciação da arquitetura à escala global.
Quanto custa aos proprietários vender uma casa? Que impostos é preciso pagar e quais são os documentos a ter em conta na hora de vender uma casa? E que impacto tem no orçamento todo o processo relativo à transação de um imóvel? Preparámos um guia, com a ajuda da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, que responde a todas estas questões. Sim, porque mesmo em tempos de pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário não parou, pelo contrário, mostrou estar resiliente. Contamos-te tudo sobre este assunto no artigo de hoje da Deco Alerta.
Os hotéis são espaços que nos acolhem quando queremos viajar, visitar e conhecer outros lugares. Há para todos os gostos e adaptados a qualquer tipo de público. Alguns são considerados verdadeiras obras de arte.
O Governo recusa suspender políticas de habitação enquanto se espera pelo Programa Nacional de Habitação, previsto ser apresentado em 2021.
Transformar uma aldeia numa espécie de mural de arte urbana, com obras de artistas dos quatro cantos do mundo. A ideia nasceu e floresceu em plena pandemia e continua “viva”, graças a Tiago Martins, um jovem engenheiro que mora em Paris – cidade onde nasceu - e que decidiu transformar a pequena aldeia onde vivem os pais, Barrenta, no concelho de Porto de Mós, numa aldeia artística. Pinturas, azulejos, pequenos autocolantes, posters, tecidos e obras mais arrojadas invadiram as ruas desta pequena localidade durante a pandemia, num projeto que veio para ficar.
Os planos para a ciclovia da Avenida Almirante Reis mudaram. A atual pista dois sentidos que ocupa uma via de trânsito vai afinal ser substituída por duas pistas com sentido único, uma de cada lado do separador central. As obras ainda devem arrancar este ano, nomeadamente no troço da avenida sem ciclovia, entre o Areeiro e a Alameda.
Entre julho e setembro de 2020, e em relação ao trimestre anterior, a emissão de licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais pelas câmaras municipais aumentou 12,2%, em resultado de um crescimento de 10,7% na construção nova e de 18,3% na reabilitação, de acordo com a
Cristiano Ronaldo vai juntar-se à lista de celebridades que terá uma casa na Quinta da Marinha, em Cascais. O futebolista Cristiano Ronaldo vai juntar-se à lista de celebridades que terá uma casa na Quinta da Marinha, em Cascais. O futebolista português, que atualmente representa os italianos da Juventus, comprou um lote de terreno naquele que é um dos mais exclusivos condomínios do país. As obras já arrancaram e dentro de quatro anos vai nascer no local, um terreno com uma área de 8.991 metros quadrados (m2), uma mansão ainda maior do que as que já existem no complexo. Este não é, de resto, o primeiro investimento imobiliário do craque português em Portugal: é dono, por exemplo, de um apartamento na Avenida da Liberdade e de uma penthouse – a mais cara já vendida no país – na Rua Castilho, ambas em Lisboa.
A Vilamoura World (VW), detida por fundos da Lone Star (dona do Novo Banco), tem vários projetos em cima da mesa para Vilamoura, no Algarve, sendo a construção da “polémica” Cidade Lacustre um deles. Trata-se de um projeto que está suspenso há vários anos e que assim deve continuar, já que o empreendimento não cumpriu os requisitos ambientais. Em causa está um investimento de mais de 600 milhões de euros.
A construtora Mota-Engil, que arrecadou 169,4 milhões de euros com venda de 23% da sua posição aos chineses da China Communications Construction Company (CCCC), ganhou recentemente dois novos contratos: um relativo a obras no Ruanda, de 425 milhões de dólares (354 milhões de euros), e outro na Polónia, de 72 milhões de euros
A pandemia colocou em evidência um problema que vinha a acentuar-se nos últimos anos: a crise habitacional em que vive a classe média. Pessoas com rendimentos a mais para beneficiar de habitação social e rendimentos a menos para aceder a casas com preços de mercado.
Os portugueses vivem em desconforto térmico 95% do ano e só um terço dos edifícios construídos após 1990 cumprem os requisitos de eficiência energética. Quer isto dizer que a ineficiência energética chega a casa de muitas pessoas sem pedir licença. A escassez de casas eficientes no país é, de resto, um problema que ganha força nesta altura fria do ano e que se faz ainda mais sentir no momento atual de crise pandémica, já que as pessoas passam mais tempo no aconchego do lar. Problema esse que não parece estar a passar ao lado do Governo, que lançou um conjunto de ajudas. Falamos do Programa de Apoio Edifícios mais Sustentáveis, operacionalizado pelo Fundo Ambiental e com o apoio técnico da ADENE – Agência para a Energia. As candidaturas aos apoios (por parte de particulares) já arrancaram. Como se poderá, então, tornar a casa mais eficiente? Que ajudas existem? Preparámos um especial que responde a isto e muito mais.
A aplicação do novo pacote de fundos europeus, para combater a crise pandémica e para ajudar a recuperação económica do país, pode ficar comprometida pelas políticas centralistas da administração pública nacional e pela influência dos ‘lobbies’ internacionais da construção e da economia verde.Esta i