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Londres destacava-se no panorama internacional por ser a cidade com rendas mais caras do mundo, vivendo anos de sobreaquecimento no mercado imobiliário. Mas a capital inglesa está a arrefecer, na sequência do Brexit, quando os britânicos votaram a saída do Reino Unido da decisão da União Europeia (UE). Os novos contratos de arrendamento baixaram em julho pela primeira vez desde novembro de 2010.
Boas notícias para inquilinos; más notícias para senhorios. As rendas de habitações em Portugal, depois de dois anos de estagnação, vão subir em 2017, mas pouco. A atualização do valor deverá fixar-se à volta dos 0,5%, tendo em conta o valor do Índice de Preços do Consumidor (IPC), publicado esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Ainda assim será o maior aumento desde 2014.
O Estado é, ao mesmo tempo, um dos maiores proprietários e inquilinos de Portugal. Por mês, em média, o arrendamento de imóveis a privados custa à volta dos 8,3 milhões de euros ao erário público, sendo que no primeiro trimestre deste ano tinha perto de 1850 rendas ativas, segundo o último relatório do Sistema de Informação de Imóveis do Estado (SIIE), da Direção-Geral do Tesouro.
Tens até ao próximo dia 15 de setembro para te candidatares a uma das dez casas que agora a Câmara Municipal de Lisboa (CML) tem a concurso para arrendar por valores mensais entre 94 e 262 euros. Apresentamos-te agora um guia para que saibas tudo sobre este programa, nomeadamente que as manifestações de interesse devem ser formalizadas online, através do site Re-Habitar Lisboa.
O mercado paralelo do arrendamento está, cada vez mais, no foco de atenção da Autoridade Tributária e Aduaneira (ATA), sobretudo o chamado alojamento turístico de curta duração.
O Governo pretende mudar as regras do IRS no que tem a ver com a apresentação da declaração anual de rendimentos dos casais. Atualmente, os contribuintes estão proibidos de entregar o IRS em conjunto quando o tentam fazer fora do prazo, sendo obrigados a entregar por separado. O Executivo pretende agora acabar com esta situação.
O mercado imobiliário dá sinais de estar, cada vez mais, a viver melhores dias em Portugal. As vendas de casas subiram em junho ao ritmo mais elevado desde setembro passado, um pouco por todo o país, com destaque para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve.
O novo regime de arrendamento apoiado para a habitação, que tem em vista uma "maior justiça social" já foi promulgado pelo Presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa, considera que o diploma "tenta minorar, nas duas últimas normas, os efeitos financeiros da sua aplicação ainda durante o ano de 2016", segundo uma nota publicada este sábado no site da Presidência.
O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) já “emprestou” 12,2 milhões de euros, de uma linha de crédito de 50 milhões, para reabilitar edifícios destinados à habitação permanente sujeita a renda condicionada, estando a ser intervencionados 77 prédios.
A oferta de casas para arrendar na região do Algarve caiu cerca de 31% nos últimos dois anos, entre o final de 2013 e o final de 2015. Trata-se de uma quebra que está em linha com a evolução observada nos mercados das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde a oferta habitacional para arrendamento já decresceu cerca de 50% desde 2013.
O vereador da Habitação da Câmara do Porto, Manuel Pizarro, disse esta terça-feira que a autarquia espera instalar 130 famílias em 57 casas e 17 edifícios municipais do centro histórico nos próximos dois anos. “Temos 57 casas praticamente prontas e 17 edifícios a precisar de reabilitação mais profunda. Esperamos que, nos próximos dois anos, 130 famílias possam regressar ao centro histórico. Neste milénio, esta é a primeira operação que pretende repovoar o centro histórico”, referiu.
A Nova Iorque que conhecemos hoje é a “Disneylândia”, mas nem sempre foi assim. Nos anos 1970 e 1980, a cidade era selvagem. O pior lugar era o Bronx. O seu nome é sinónimo universal para qualquer bairro pobre, marginal e perigoso. A sorte deste distrito mudou no final dos anos 1960, quando os trabalhadores que ali viviam se mudaram para outros bairros de classe média: as casas desvalorizaram e transformou-se num local de delinquência, drogas e gangues de rua.
A curto prazo vão entrar no mercado de arrendamento nacional 331 apartamentos a rendas de baixo custo localizados em vários pontos do país. Em causa está um primeiro balanço do programa estatal Reabilitar para Arrendar — Habitação Acessível: desde o início do programa, em julho de 2015, foram aprovados 77 edifícios, que uma vez reabilitados irão dar lugar a 331 apartamentos e 45 espaços a serem usados para lojas ou armazéns.
Os empréstimos bonificados para a reabilitação de prédios para arrendar estão a ter pouca procura. Isto porque os senhorios preferem optar pelo arrendamento de casas a turísticas – através do alojamento local –, em vez do arrendamento habitacional.
O combate ao mercado paralelo do arrendamento é apontado como uma das áreas com maior propensão à evasão fiscal. E as Finanças estão atentas aos incumpridores. Só no ano passado, o Fisco detetou cerca de 92 mil senhorios sem rendas declaradas ou comunicadas por valores inferiores aos reais.
Depois do Fisco, agora as empresas fornecedoras de água, luz, gás e telecomunicações têm de comunicar às autarquias as inexistências de contratos em vigor. O objetivo é que os municípios possam ter um melhor conhecimento das casas devolutas, às quais poderão aplicar uma taxa de IMI agravada, até ao triplo do valor.
Cerca de 118 mil famílias carenciadas vão beneficiar de uma redução nas rendas de casa apoiadas pelo Estado ou municípios que poderá chegar aos 250 euros por mês, conforme o rendimento e composição do agregado familiar. O diploma do BE já foi aprovado, artigo a artigo, pelo Bloco, PS e PCP na Assembleia da República, e quinta-feira subirá a plenário para votação final global.
A vitória do Brexit já estar a ter consequências diretas no setor imobiliário britânico. Pelo menos, nos mercados financeiros. As companhias do setor que estão cotadas em bolsa têm vindo a afundar-se nas últimas sessões, com quedas que somam já 23%. Ou seja, perderam praticamente um quarto do seu valor de mercado.
Lisboa subiu 11 posições no estudo sobre o Custo de Vida de 2016 da consultora Mercer, tendo passado da 145ª posição em 2015 para a 134ª este ano. O facto das rendas da habitação terem aumentado contribuiu para esta subida, bem como o facto da cidade estar “turisticamente” na moda. A liderar o ranking está Hong Kong, que “roubou” o primeiro lugar a Luanda, capital angolana.
A procura de casas em Portugal continua a aumentar, tendo crescido em abril ao ritmo mais elevado dos últimos sete meses. Uma tendência que se justifica com o facto de os bancos estarem mais disponíveis para conceder crédito à habitação. Esta é uma das conclusões do mais recente Portuguese Housing Market Survey (PHMS), produzido mensalmente pelo RICS e pela Confidencial Imobiliário (Ci).