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Resultados da pesquisa
A Covid-19 virou o mundo do avesso. Apareceu “do nada”, sem avisar, e teve (e está a ter) impacto em todos os setores de atividade, nomeadamente no setor imobiliário. O segmento de escritórios não escapou aos danos colaterais da pandemia, nomeadamente devido ao fenómeno do teletrabalho, que ganhou força nos últimos tempos. Um tendência que “é incontornável”, diz ao idealista/news Frederico Mondril, Associate Director de Propety Management na consultora CBRE, acrescentando, no entanto, que os “espaços físicos das sedes das empresas não vão perder o seu papel fundamental para o negócio das mesmas”.
A atividade de Alojamento Local (AL) é uma das que mais está a sentir os efeitos negativos provocados pela suspensão global dos fluxos turísticos, paralisados pela pandemia da Covid-19.
Há cada vez mais pessoas a trabalhar de casa, face ao contexto provocado pela pandemia da Covid-19.
A Axians, marca do grupo VINCI Energies que opera na área das Tecnologias da Informação, vai ocupar a totalidade do edifício República 87, em Lisboa – são ao todo 2.700 metros quadrados (m2), tendo o imóvel quatro pisos de escritórios e dois subterrâneos. Trata-se de um antigo palacete reconvertido em edifício de escritórios, tendo o negócio sido consumado em pleno estado de emergência, na sequência da pandemia de Covid-19.
A Haier Candy Hoover arrendou o piso cinco – são 450 metros quadrados (m2) – do edifício Malhoa 14, situado na Avenida José Malhoa, nas imediações da Praça de Espanha e de Sete Rios, em Lisboa. A conceituada fabricante de eletrodomésticos junta-se, desta forma, a outros grandes ocupantes do imóvel, como por exemplo a ANACOM.
O verão chegou e muitos pais já estão a tentar arranjar forma de preencher a lacuna deixada pelos acampamentos de verão, cancelados por causa da crise da Covid-19.
Com 40.000 metros quadrados (m2) de construção, chega ao mercado para comercialização um novo empreendimento de luxo em Alcochete, pela mão da JPS. O Terraços de São Francisco é composto por 170 frações, sendo que nesta primera fase estão disponíveis 86 moradias em banda, de
A pandemia da Covid-19 teve – e continua a ter – um grande impacto na vida dos portugueses, que tiveram de se habituar a novas rotinas. E muitas pessoas foram forçadas a cancelar as férias e a ficar em casa, nomeadamente em teletrabalho, na sequência da crise pandémica. No artigo de hoje da Deco Alerta ajudamos-te – ou tentamos ajudar – a perceber como deves agir no caso de teres de remarcar as féras, porque o proprietário do alojamento que arrendaste o pediu.
Apesar de o teletrabalho já não ser obrigatório desde 1 de junho de 2020, as empresas continuam a preferir manter os funcionários em trabalho remoto. Segundo o "Inquérito Rápido e Excecional às Empresas", realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e Banco de Portugal (BdP), na primeira quinzena de junho quase metade das empresas tinha pessoas em teletrabalho. O recurso a este regime continua a ser adotado, sobretudo, pelas grandes empresas: 87% indicou manter os colaboradores em casa.
O teletrabalho deixou de ser obrigatório a partir de 1 de junho de 2020, data que marcou o arranque da terceira fase do plano de desconfinamento definido pelo Governo.
A ocupação de escritórios em Lisboa atingiu 5.271 metros quadrados (m2) em maio, menos 82% que no mês anterior e menos 70% que no mesmo período do do ano passado. “É o primeiro mês com um impacto visível na absorção de escritórios na capital desde o início da pandemia”, refere a consultora JLL, em comunicado. Já no Porto, a ocupação de escritórios atingiu 1.834 m2, menos 68% que no mesmo mês do ano passado, mas mais 17% que em abril deste ano.
Os tempos de confinamento serviram para que muitas pessoas percebessem que há muitos espaços em casa que simplesmente não funcionam ou que precisam de ser redesenhados para adaptá-los à nova normalidade. Desde um bom espaço para o teletrabalho até à criação de mais e melhor arrumação na cozinha.
A pandemia da Covid-19 parece estar, de facto, a mudar a forma como empresas e funcionários encaram o mercado de trabalho. Os operadores do mercado de ações da Europa costumavam “olhar de lado” para o teletrabalho, que tem estado, no entanto, a ganhar força nos últimos tempos. Agora, a maioria desses mesmos operadores quer agora evitar os escritórios, pelo menos uma parte do tempo.
O teletrabalho veio para ficar, mas este não será, de todo, o princípio do fim dos escritórios. O mercado, isso sim, terá de adaptar-se para enfrentar algumas mudanças.
Chama-se Kleya e oferece soluções integradas adaptadas às necessidades abrangentes de reformados, investidores, expatriados, trabalhadores realocados, empresários e estudantes, entre outros, que desejam viver ou investir em Portugal. Alexandra Cesário (AC) e Vasco Rosa da Silva (VRS), os sócio-fundadores, revelam ao idealista/news as origens da empresa e contam como está a fintar a crise iniciada com a pandemia da Covid-19.
A pandemia da Covid-19 tem feito despertar a vontade de muitos em viver longe das grandes cidades e procurar zonas menos densificadas no interior. E há cada vez mais incentivos neste sentido.
A pandemia da Covid-19 gerou uma crise sanitária e económica inesperada, com efeitos nos comportamentos sociais - coletivos e individuais - que têm um impacto direto no êxito ou fracasso dos negócios, nomeadamente no setor imobiliário.
O teletrabalho ganhou força durante a pandemia da Covid-19 e está nos planos no Governo continuar a estimulá-lo. De entre o vasto pacote de medidas do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), destaca-se um apoio à contratação em regime de teletrabalho, equivalente a metade um IAS - Indexante de Apoios Sociais (438,8 euros) dado às empresas do litoral que criem postos de trabalho no interior do país. O valor do apoio é de 219 euros por pessoa, sendo que a medida tem um orçamento estimado de 20 milhões de euros.
Não podemos negar que a nossa realidade mudou, e que muitas coisas vão mudar, também, à boleia da pandemia. O teletrabalho veio inevitavelmente para ficar, assim como o distanciamento social, pelo menos para já, e durante algum tempo.
O Governo decidiu prosseguir para a terceira fase do desconfinamento no país.