IHRU vai comprar casas

IHRU vai comprar casas: consulta ao mercado termina sexta-feira

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai comprar casas (prédios e frações habitacionais), contribuindo, assim, para o aumento da oferta habitacional pública a custos acessíveis. A entidade lançou, nesse sentido, uma consulta ao mercado para aquisição de imóveis localizados nos concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e da região do Algarve. Consulta essa que termina esta sexta-feira (11 de fevereiro de 2022).
Casas em Lisboa

Habitação em Lisboa: Governo aprova financiamento de 256 casas

O Governo aprovou o financiamento de 256 habitações em Lisboa ao abrigo do Programa 1.º Direito e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Sabe-se, entretanto que a Câmara Municipal de Lisboa (CML), agora presidida por Carlos Moedas, vai destinar 116 milhões de euros para habitação no seu orçamento para 2022, mantendo em execução os programas de habitação acessível do executivo anterior, liderado por Fernando Medina. 
Apoios ao arrendamento

IHRU agiliza conversão de empréstimos à renda em apoio a fundo perdido

O IHRU vai considerar que os inquilinos que pediram a conversão do empréstimo às rendas em apoio a fundo perdido reúnem condições para beneficiar da medida caso estes não indiquem no prazo de 10 dias que não são elegíveis. Esta medida consta de uma alteração à portaria que regula os requisitos necessários para que as famílias de baixos rendimentos possam ter acesso à conversão de parte ou da totalidade do empréstimo às rendas num apoio a fundo perdido e que foi publicada esta quarta-feira (20 de dezembro de 2021) em Diário da República.
Casas com renda acessível em Lisboa

Programa Renda Segura em Lisboa “tem muito pouca adesão”

Para aumentar a oferta de habitação com rendas acessíveis, a Câmara Municipal de Lisboa lançou em março de 2020 o Programa Renda Segura (PRS), no qual se propunha a arrendar casas a privados para, depois, subarrendar a preços acessíveis. O objetivo passava por arrendar 600 fogos em 2020. Mas o programa “tem muito pouca adesão, com 183 casas atribuídas”, disse Filipa Roseta, vereadora na Câmara de Lisboa que está responsável pela Habitação e Desenvolvimento local do município.