Atá agora, as modalidades preferenciais do Plano Juncker eram pequenas e médias empresas inovadoras, startups de alta tecnologia, projetos de reabilitação urbana e de energias renováveis, mas uma emenda “técnica” proposta por dois eurodeputados – o português José Manuel Fernandes e o alemão Udo Bullmann, relatores de um projeto de alteração ao regulamento do Fundo Europeu para os Investimentos Estratégicos (FEIE) – pode permitir alargar o âmbito do fundo, que visa injetar 315 mil milhões de euros em recursos públicos e privados para o investimento até 2018, pelo menos.