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Os problemas no mercado de habitação em Lisboa marcaram a tónica do discurso de Fernando Medina nas comemorações do 5 de Outubro. O presidente da Câmara da capital assumiu que o município "não consegue sozinho combater um mercado de arrendamento sem oferta" e apelou ao Parlamento para fomentar o setor residencial.
O setor imobiliário está na ordem do dia. São vários os “players” que reclamam a necessidade de apostar na construção nova e no aumento de oferta, nomeadamente no mercado de arrendamento. Essa é também, de resto, uma ideia defendida por Ana Pinho, secretária de Estado da Habitação.
A antiga sede do CaixaBI foi ocupada pelos escritórios da Willis Towers Watson, empresa de consultoria, corretagem e soluções de seguros, que arrendou o espaço à Zurich – Companhia de Seguros Vida. A nova sede, agora no número 33 da Barata Salgueiro, tem 2.785 metros quadrados (m2) distribuídos por sete pisos e encontra-se numa zona prime da capital.
Os pedidos de habitação social em Lisboa atingiram no ano passado o número mais elevado dos últimos oito anos. Houve 6.312 pessoas a candidatarem-se a ter uma casa num dos 70 bairros municipais. Um número bem mais elevado face ao anterior recorde: 5.414 candidaturas em 2010, ano em que, pela primeira vez, a câmara teve um regulamento para a atribuição de casas.
Muito se tem discutido sobre se há excesso de turismo em Portugal e as suas consequências para o mercado da habitação. O primeiro-ministro e o presidente da CML têm, porém, uma visão clara sobre este tema: não há turistas a mais, há que fomentar o setor, e o problema da habitação tem de ser resolvido por via de maior oferta.
Nasceu junto ao Hub Criativo do Beato (HCB), uma zona emergente de Lisboa, um (grande) local de coworking. Chama-se NOW_No Office Work e encontra-se num espaço com 2.000 metros quadrados (m2) no Edifício Beato 1904.
É urgente dinamizar o mercado de arrendamento urbano em Portugal. Como? aumentando a oferta, nomeadamente a preços acessíveis. O alerta é dado pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que teme não haver luz ao fundo do túnel no Parlamento, onde várias propostas estão a ser debatidas na especialidade.
O antigo edifício na Avenida Casal Ribeiro nº 26 vai dar lugar a um luxuoso empreendimento residencial de características únicas. O Saldanha Modern terá 22 apartamentos de tipologias T1 a T3 e T4 penthouse, com piscina, e T4 Duplex. Os apartamentos têm áreas entre os 68 metros quadrados (m2) e os 419 m2.
As alterações à lei das rendas já estão a ser discutidas no Parlamento na especialidade, sendo que são mais de 20 as propostas e projetos de lei em análise. O novo regime da renda acessível e a redução de impostos nos contratos de arrendamento de longa duração que Governo e PS querem fazer aprovar não geram consenso e prometem assombrar as negociações à esquerda.
A Milestone, que pertence ao grupo austríaco Value One, está a desenvolver um empreendimento residencial para estudantes no polo universitário de Paranhos, no Porto. O edifício está em fase de construção avançada, estando previsto ter 220 quartos, individuais e duplos. A abertura está agendada para o início do ano letivo de 2019/20.
Avaliado em 9,2 milhões de euros, o edifício-sede do Caixa - Banco de Investimento em Lisboa foi vendido por 22 milhões de euros. A compra do imóvel localizado na Rua Barata Salgueiro, por parte da Zurich, permitiu assim ao banco do Grupo CGD uma mais-valia de 12,8 milhões, sendo que este ativo estava referenciado no balanço do banco sem imparidades associadas.
Depois de anos conturbados, o mercado dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) está em alta, captando cada vez mais investidores - sobretudo estrangeiros, mas também portugueses, que chegam pouco a pouco. Muitos dos negócios realizados em Portugal este ano, que animaram o mercado imobiliário, tiveram aliás como protagonistas FII. Agora que os REITs estão para chegar, qual é o seu futuro? O idealista/news foi ouvir a opinião dos especialistas.
A imobiliária Quintela e Penalva – Real Estate realizou no primeiro semestre do ano 134 negócios, num valor total de 94 milhões de euros em volume de transação de vendas. A área residencial representou 71% das vendas, sendo que o valor médio por transação foi de 700.000 euros.
O Centro Hospitalar de Lisboa Central vai leiloar, a 27 de setembro, oito imóveis localizados no centro histórico da capital. Eram nove os imóveis que iam a leilão, mas a Câmara Municipal de Lisboa anunciou entretanto que iria comprar um dos edifícios, onde funciona uma creche.
Estão abertas, até dia 4 de outubro, as candidaturas ao Programa Porta 65 Jovem. Podem usufruir deste incentivo ao arrendamento jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos, sendo que no caso de se tratar de um casal um dos elementos pode ter até 37 anos.
Depois de anos a "lutar" pela introdução de REITs (Real Estate Investment Trusts) em Portugal, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) congratula-se com o anúncio do Governo de querer lançar ainda este ano uma proposta de lei para a criação destas sociedades de investimento imobiliário. E garante que há investidores e promotores preparados já para avançar no mercado com a oferta de casas para arrendar à classe média, que aguardam apenas por que este modelo esteja operacional no país.
“Há em Portugal ainda muito potencial para aproveitar casas vazias”, considera Helena Roseta, destacando que os preços dos imóveis no país subiram, de facto, “muito depressa”. A deputada defende que a aposta no mercado de arrendamento é crucial, até porque, ao contrário do que se costuma dizer, os portugueses talvez não sejam assim tão proprietários quanto isso.
“Em termos de fiscalidade no mercado de arrendamento estamos às escuras”. O alerta é dado pela deputada Helena Roseta, argumentando que o Fisco sabe quais são os rendimentos dos titulares dos contratos de arrendamento, mas não sabe qual a duração dos mesmos. Ou seja, não tem dados fiáveis sobre quanto custa a proposta do Governo para reduzir impostos a quem optar por contratos de longa duração.
O processo de audições sobre as iniciativas do “pacote” legislativo sobre habitação está concluído, havendo 24 diplomas pendentes, entre propostas de lei do Governo, projetos de lei dos partidos e projetos de resolução. Estas iniciativas serão agora debatidas e votadas em votação indiciária para poderem subir a plenário até 26 de outubro, data em que a proposta de Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) começa a ser debatida na generalidade, revelou ao idealista/news Helena Roseta.
A chegada dos REIT (Real Estate Investment Trusts) a Portugal está para breve. O Governo espera apresentar, até ao final do ano, uma proposta de lei para a criação destas sociedades de investimento imobiliário, há muito aguardadas pelo setor. O ministro adjunto Pedro Siza Vieira, que anunciou a medida no Portugal Real Estate Summit, adiantou que estes veículos serão apenas para imóveis colocados no mercado de arrendamento de longa duração.