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Ser inquilino ou proprietário? Em Portugal, ser proprietário. No resto do mundo? Ser também proprietário, segundo os resultados do estudo da RentCafé. Os dados mostram que apenas 25,2% dos portugueses escolhe arrendar casa. Ainda assim, não são os únicos. A Suíça é a grande exceção, já que 56,6% da população vive em casa arrendada.
Fez correr muita tinta antes e depois de entrar em vigor, em novembro de 2012, e continua a dar que falar. A Lei das Rendas vai voltar Assembleia da República e todos os partidos à esquerda estão a avaliar a apresentação de propostas de alteração. O PCP, de resto, já apresentou um projeto-lei que revoga a revisão do regime jurídico do arrendamento urbano.
Muitos portugueses optaram por emigrar nos últimos anos. E colocaram as suas casas a arrendar. E agora, com o IRS à porta, o que é preciso fazer? No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te tudo sobre este tema.
O investimento em imobiliário comercial esteve e estará ao rubro. Quem investe? Estrangeiros de várias nacionalidades, entre eles dos Emirados Árabes Unidos. A Ares Capital, um fundo com origem no Dubai, também veio para Portugal. Compra centros comerciais e hotéis e agora quer arrendar casas a preços acessíveis.
O Governo vai criar um instrumento de segurança no arrendamento que proteja os senhorios, em caso de incumprimento de rendas, e os inquilinos, em caso de quebra súbita dos rendimentos. A garantia foi dada pela secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho.
A maioria dos proprietários com casas arrendadas tem de emitir recibos de renda eletrónico. Não é de admirar que o número de senhorios que passam recibos tenha aumentado em 2017. Uma subida que foi insuficiente para compensar a quebra entre os que fazem declaração anual de rendas. Somadas, estas duas situações mostram que no início deste ano havia menos 20.474 senhorios que em 2017.
Alojamento Local (AL), lei das rendas, habitação pública e política fiscal. Para a vereadora da Habitação de Lisboa, Paula Marques, estes são os quatros fatores sobre os quais será essencial que o Governo se debruce. Sobre o mais falado, o AL, a autarca é perentória: “É preciso perceber claramente que o AL não é habitação” e que, por isso, não pode ser tratado como tal, nem sequer fiscalmente.
No ano passado foram despejadas de casa 1.675 famílias, o que dá uma média de cerca de um agregado a cada cinco horas.
Mais casas e mais baratas. Onde estão essas casas? Não estão. O mercado imobiliário está a viver um drama: muita procura e pouca oferta a preços acessíveis. As poucas casas que chegam ao mercado são o resultado de reabilitações, na maior parte das vezes a preços incomportáveis. A solução? Mais apoios à reabilitação urbana e, claro, à construção nova.
A imposição de quotas para limitar o número de alojamentos locais (AL) nos centros das cidades já acolhe votos a favor do PS. Os socialistas admitiram a possibilidade de impor um travão ao excesso de casas para turistas, aproximando-se das propostas do BE e PCP, mas também do governo.
O mercado industrial português parece estar a viver, também ele, um bom momento. O desempenho positivo do setor das exportações resultou, segundo um estudo da Worx, numa melhoria da atividade económica nacional, com impacto positivo na atividade dos operadores logísticos. Os investidores internacionais, esses, também parecem estar de olho em Portugal.
Tens carro e queres comprar uma casa com garagem ou lugar de estacionamento? Fica a saber que esta não será uma tarefa fácil. É que apenas 20,6% dos imóveis à venda em Portugal têm garagem: duas em cada dez casas ou uma em cada cinco. Em causa está um estudo realizado pelo idealista.
Sim, o Jamie’s Italian, o primeiro restaurante do conhecido “chef” britânico Jamie Oliver em Portugal, já abriu portas. Encontra-se no número 28 da Praça do Príncipe Real, no coração de Lisboa, num espaço (em parte dele) onde em tempos houve uma agência do Deutsche Bank. Foi alvo de obras profundas e o contrato de arrendamento tem a duração de dez anos. Em causa está um investimento de cerca de um milhão de euros.
Todas as agências imobiliárias devem ter em conta diariamente uma das decisões mais relevantes para o seu negócio: avaliar os seus imóveis. O profissional imobiliário deve ser capaz de atribuir um preço de venda e arrendamento às propriedades que gere para que se comercializem.
Arrendar quarto (ou casa) em Lisboa sai mais caro às carteiras dos estudantes. Quer isto dizer que viver na capital custa, em média, mais 120 euros que no Porto. A conclusão é do Relatório do Mercado de Arrendamento a Estudantes 2017, divulgado pela Uniplaces. A plataforma online revelou ainda que o número de reservas em Portugal registou um aumento de 37% ao longo do último ano.
Desequilíbrio. Esta é a palavra que melhor define aquilo que se está a passar no mercado de arrendamento em Portugal, segundo a APEMIP. O desajuste entre a oferta e a procura continua a ser uma das características deste segmento e que tenderá acentuar os problemas habitacionais do país. A oferta é escassa e, quando surge, rapidamente desaparece.
O PCP contribuiu, há um ano, para o conjunto de propostas de revisão da nova lei do arrendamento urbano (NRAU). Ainda assim, o regime continua a permitir que cinco famílias sejam despejadas por dia. Para o PCP, o NRAU não dá “estabilidade suficiente aos inquilinos”, pelo que pede agora a revogação do novo regime, aprovado no tempo do Governo PSD/CDS, e o regresso às normas anteriores.
Quem nunca sonhou ser dono de uma ilha inteira? Quase toda a gente. A verdade é que esses sonhos se podem tornar realidade, pelo menos para os mais afortunados. A empresa Private Islands Inc. oferece todos os meios necessários para cumprir esse sonho: no seu site são anunciadas milhares de ilhas em regime de venda ou arrendamento espalhadas por todo o mundo, de diferentes tamanhos e... preços. Apresentamos-te alguns dos paraísos insulares mais impressionantes.
A Uniplaces, plataforma online para alojamento de estudantes universitários, gerou 100 milhões de euros em rendas para proprietários e senhorios de seis países europeus (Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha e Reino Unido) que colocam as suas habitações para arrendamento através do site. Um número a ter em conta tendo em conta que a startup foi lançada em 2012.
O grupo Inditex revelou, em dezembro, a intenção de querer vender 16 lojas da Zara na Península Ibérica. E parece que já foi encontrado novo proprietário. O grupo espanhol chegou a acordo com o fundo alemão Deka, que vai pagar 400 milhões de euros para tomar posse dos 16 espaços: 14 em Espanha e dois em Portugal.