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A Zome nasceu em abril de 2019, na sequência da fusão da KW Business e da KW Prime. “Somos ainda um bebé”, diz a CEO da imobiliária ao idealista/news. Patrícia Santos tem visto com “muito orgulho” a mediadora crescer: começou com 982 consultores e já tem cerca de 1.100.
A tomada de posse do novo Governo está para breve, sendo que as legislativas ditaram a continuidade de António Costa como primeiro-ministro. O imobiliário foi um dos setores que mais tinta fez correr na última legislatura. E agora, o que esperar do novo Executivo?
Um novo ciclo político e económico está à vista, com o novo Governo do socialista António Costa.
A maior e mais importante feira imobiliária do país, o Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2019), abriu portas esta quinta-feira (10 de outubro), no Parque das Nações, em Lisboa. O evento encerra domingo (13 de outubro) e arrancou com “casa cheia”.
A tão reclamada oferta de construção nova vai contar com um significativo incremento nos próximos tempos, tendo em conta as intenções de investimento do setor. A maioria dos promotores e investidores imobiliários (75%) pretende lançar novos projetos nos próximos três meses, de acordo com os primeiros resultados do Portuguese Investment Property Survey, apresentados esta quinta-feira durante o primeiro dia do SIL-Salão Imobiliário de Portugal, a decorrer na FIL, em Lisboa.
A maior e mais importante feira do setor imobiliário do país abre portas hoje (10 de outubro de 2019) e termina domingo. A 22ª edição do SIL terá casa cheia, e o idealista não podia “perder a festa”. Este ano, o mote é “Não há casinha como a minha”.
Quem visitar o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) terá a oportunidade de conhecer em “vários lançamentos de empreendimentos para a classe média e de construção nova”, revelou Sandra Fragoso, gestora do evento. Damos-te a conhecer alguns desses projetos.
“O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) volta a ser a grande montra do imobiliário”. A garantia é dada por Sandra Fragoso, gestora da maior e mais importante feira imobiliária do país – a 22ª edição realiza-se no Parque das Nações, em Lisboa, de 10 a 13 de outubro de 2019 –, em entrevista ao idealista/news.
Os anos passaram e comprar casa em Portugal ficou cada vez mais caro. E agora, o que tem de ser feito para aumentar a oferta a preços que a classe média possa pagar? Ajustar os valores praticados e apostar na obra nova, diz Luís Lima, presidente da APEMIP.
O IMOCIONATE iTEC marca definitivamente a agenda do setor imobiliário. A edição de 2019, a terceira – realizou-se dia 26 de setembro no Centro de Congressos do Estoril e teve o idealista como media partner – foi um sucesso. Foram cerca de 600 os participantes naquele que é considerado o maior evento global do mercado imobiliário português.
A dinâmica da construção nova em Portugal soma e segue. No Algarve, entraram em processo de licenciamento nos primeiros seis meses do ano 2.012 novos fogos, num total de 626 projetos residenciais. A
A belga Krest Real Estate Investments acabou de anunciar o lançamento de um novo empreendimento residencial em Miraflores, no concelho de Oeiras. O condomínio vai ter 119 apartamentos, num investimento de 55 milhões.
O fundo de investimento Splendimension, gerido pela LYNX Asset Managers, acaba de fechar negócio com a Estamo para comprar um edifício de escritórios e serviços, localizado na Av. José Malhoa 11, e um palacete em Benfica. Estes dois imóveis públicos estavam à venda desde o início do ano e foram adquiridos à participada da Parpública, agora em setembro, por um total de 22,6 milhões, depois de o contrato de promessa de compra e venda ter sido assinado em junho.
A aposta na construção nova parece ser uma realidade, o que não significa que não estejam a ser vendidos edifícios que precisem de ser reabilitados antes de serem vendidos. Para a Remax, a reabilitação surgiu como resposta à retração na oferta de obra nova.
É visível que nos últimos meses estão a surgir cada vez mais empreendimentos de habitação nova no Porto, de forma a responder à forte procura visível neste mercado.
A aposta na construção nova em detrimento da reabilitação urbana parece ter vindo para ficar em Portugal. No Porto, entraram em processo de licenciamento nos primeiros seis meses do ano 2.130 novos fogos, a maioria - 1.266 fogos (59%) - são de obra nova.
A aposta na construção nova em Portugal, nomeadamente em Lisboa, parece ser cada vez mais uma realidade, estando a "ganhar terreno" à reabilitação. No primeiro semestre, 59% dos fogos submetidos a licenciamento na capital são gerados em obra de construção nova.
As obras para erguer um edifício de cinco andares na zona antiga de Alverca, zona norte da Grande Lisboa, foram suspensas por ordem do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa. A providência cautelar foi apresentada por um grupo de cidadãos locais que visam impedir a construção deste prédio na Rua Sabino Faria, junto a vivendas de dois pisos, alegando que "viola" as regras do Plano Director Municipal (PDM) da cidade ribatejana localizada a pouco mais de 20 quilómetros da capital.
Na Encosta da Tapada, em Lisboa, vai ser desenvolvido um mega complexo imobiliário, que contempla nova habitação para a classe média portuguesa, escritórios e retalho. Em causa está um projeto de investimento de 300 milhões de euros, do EMGI Group, nos 14 hectares que eram da antiga Pedreira do Alvito, em Alcântara.
Os preços das casas subiram em flecha em Portugal, nomeadamente em Lisboa. E apesar de haver sinais de abrandamento, comprar casa na capital parece estar apenas ao alcance de alguns. É preciso, por isso, aumentar a oferta de imóveis a preços acessíveis.