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Quando a história se repete: venderam-se mais casas (e preços dispararam) em 2018. Este foi o título do resumo anual de 2018 sobre o tema “preço das casas”. O que mudou passado um ano, em 2019? De forma resumida, comprar casa continua a ser (muito) caro, apesar dos preços estarem a desacelerar nos últimos tempos, ou seja, estão a subir, mas menos.
2019 fica marcado pela entrada em vigor da versão lusa dos REIT (Real Estate Investment Trusts). As alterações ao regime das Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI) foram promolugadas pelo Presidente da República em agosto e em setembro foram publicadas em Diário da República (DR). Uma solução que pode trazer para Portugal ainda mais investidores imobiliários, que continuam a manter o país no radar.
As promotoras imobiliárias estão cada vez mais a apostar na construção nova. Um cenário que já se verificava no ano passado, conforme escrevemos, e que ganhou ainda mais força este ano. Esta é, de resto, uma das soluções apontadas por vários intervenientes do setor para colmatar o “problema habitacional” do país, aumentando a oferta e contribuindo para ajustar os preços das casas, que dispararam nos últimos anos, apesar de agora haver sinais de algum abrandamento. Uma coisa é certa, faltam casas no país, nomeadamente na capital.
De mão dada com "grandes investidores imobiliários globais, fundos e 'family offices', que procuram oportunidades de negócio interessantes em Portugal", a Quantico-Albatross (Q-A) está agora "fortemente ativa" no mercado imobiliário nacional.
Há uma nova comercializadora acabada de nascer no mercado imobiliário nacional, segundo apurou o idealista/news. Chama-se Quetzal Properties e foi lançada pela Quântico-Albatross (Q-A), joint–venture que investe em todas as áreas do negócio imobiliário, sendo gestora do Fundo de Reabilitação VESTA (com cerca de 100M de euros, totalmente investidos). A nova plataforma, que vai funcionar num modelo aberto em parceria com outras imobiliárias, está orientada para o segmento de grandes investimentos em terrenos para construção nova em Lisboa, Cascais e Porto, pensados para as famílias portuguesas de classe média.
Chama-se Forus Premium Projects e nasceu há cerca de três anos através da junção “de duas grandes empresas”. “O grupo CAFE, que tem mais de 30 anos de experiência na área residencial, e o grupo Azinor”, que no setor hoteleiro exerce atividade através da cadeia SANA Hotels, começa por dizer ao idealista/news Danny Venceslau, CEO da Prime Avenue, agência responsável pela comercialização em exclusivo dos empreendimentos do grupo Forus.
A construção nova está a florescer na Ilha da Madeira. O grupo Socicorreia tem em curso um investimento de 26 milhões de euros num empreendimento no Caminho da Fé, no concelho do Funchal, que contempla três blocos de habitação e espaços comerciais, num espaço de condomínio fechado. O primeiro edifício está concluído, o segundo em obras e o terceiro arranca em 2020.
O ano de 2020 promete continuar animado no setor imobiliário em Portugal, nomeadamente no que respeita a operações no mercado de NPL (sigla inglesa para Non Performing Loans).
Dinâmica do turismo, elevada procura de estrangeiros e baixas taxas de juro. Está completo o trio que continua a alimentar a subida dos preços das casas em Portugal. Quem o diz é o Banco de Portugal (BdP), no Relatório de Estabilidade Financeira, que olha para a sobrevalorização das casas como uma potencial ameaça à estabilidade do país.
Depois de uma "retração devastadora que fez parar a construção de novas casas em Portugal", o imobiliário floresceu. A oferta de casas não conseguiu acompanhar a euforia da procura, algo que é, para João Pedro Pereira, Membro da Comissão Executiva da ERA, “perfeitamente natural”. Garante ao idealista/news que ainda há espaço para mais projetos de construção nova, e aponta a mira de oportunidades às periferias dos grandes centros urbanos, mas também ao Algarve e cidades do interior.
A crescente procura e expansão do mercado imobiliário em Lisboa estão a provocar o êxodo de habitantes para os arredores. Cascais, Oeiras e Sintra são alternativas à capital, mas é preciso mais oferta e preços mais acessíveis para o segmento médio.
A aposta na construção nova e em projetos para as famílias portuguesas de classe média está no ADN da JPS Group. A garantia é dada por João Sousa, CEO da empresa, ao idealista/news. "Temos de perceber a conjuntura de quem está a procurar casa e quanto pode pagar. Temos essa preocupação: ter produtos acessíveis que a classe média consiga pagar”, refere.
O reforço da resistência sísmica é um tema fulcral para os especialistas quando se fala em reabilitação urbana e nova construção em Portugal. E depois de muitos anos a "lutar" para que a lei seja mais exigente a este nível, há agora mudanças a ter em conta na hora de fazer obras nos edifícios.
A margem sul do Tejo continua a ser animada pela dinâmica imobiliária. Trata-se de uma zona cada vez mais procurada para viver, onde ainda é possível encontrar preços mais baixos que na vizinha Lisboa.
A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) nasceu em 2014 e tem atualmente cerca de 600 empresas associadas. Para Francisco Bacelar, presidente da entidade, é fundamental voltar-se a apostar, em Portugal, na construção cooperativa. “Clientes não vão faltar [às cooperativas]”, diz ao idealista/news.
Depois de investir na capital, “estamos a apontar para duas geografias diferentes de Lisboa com dois projetos muito impactantes: um na zona Norte do país, e não é o Porto, e outro na região Sul”, revela ao idealista/news João Ferreira, Marketing & Sales Director da promotora imobiliária portuguesa AM|48. “Tudo no segmento residencial e são projetos de construção nova”, diz.
A ‘joint-venture’ Quantico-Albatross Capital lança este ano uma nova plataforma de grandes investimentos em construção nova destinada à classe média portuguesa. O anúncio é feito por Carlos Vasconcellos, presidente da Quantico, sociedade imobiliária criada em 2013.
Os estrangeiros investiram em força no mercado residencial nos últimos anos, mas há cada vez mais portugueses a comprar casas no país. “O mercado nacional voltou às compras”, diz ao idealista/news Pedro Vicente, administrador da promotora Habitat Invest.
O concelho de Cascais vai receber mais um condomínio de luxo. Chama-se Brazil Residences e será composto por oito moradias de luxo triplex, todas com piscina (e vista panorâmica), num terreno de 4.500 metros quadrados (m2).
A ambição da Vanguard Properties parece não ter limites. A promotora imobiliária fundada por Claude Berda em associação com José Cardoso Botelho está muito ativa no mercado. “Estamos muito felizes e vamos continuar a investir”, diz Botelho em entrevista ao idealista/news.