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Tempos de incerteza, mas, sobretudo, de esperança. Para o imobiliário, para o país e para o mundo.
O Estado de Emergência III está em vigor até sábado (2 de maio) e será, ao que tudo indica, o último declarado pelo Presidente da República na sequência da pandemia do novo coronavírus. Significa isto que o país se prepara agora para uma reabertura faseada da economia. Reabertura essa que terá três fases: 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. Fica a saber quais são os planos de Portugal – o Governo anuncia-os esta quinta-feira (30 de abril) – e de outros países para o pós-Covid-19.
Mark Twain, em 1897, foi anunciado como morto pela imprensa, enquanto na verdade permanecia vivo. Será que agora, em relação ao mercado imobiliário em Portugal - no âmbito da atual crise gerada pela pandemia da Covid-19 - se está a passar por estes dias exatamente o mesmo? Apresentamos uma análise que visa responder a esta pergunta, feita pelo advogado Nuno Pereira da Cruz, Managing Partner da CRS Advogados, preparada para o idealista/news.
"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
O objetivo de tornar a compra e venda de imóveis viável à distância era antigo e foi prolongando-se no tempo sem se concretizar. Mas com a crise gerada pela pandemia da Covid-19, a realização de escrituras públicas - entre outros procedimentos que envolvem conservatórias e notários que são determinantes para o setor imobiliário e para a economia em geral - saltou para o topo da lista de prioridades do Governo, dentro das medidas para promover a economia digital. E o diploma legal - que deverá ter de momento um caráter experimental - está contemplado para entrar na agenda do Conselho de Ministros desta quinta-feira, dia 30 de abril de 2020, apurou o idealista/news.
A Exclusive Lisbon decidiu dar continuidade à aposta forte numa "nova linha de comunicação e imagem e no marketing digital" em tempos de pandemia. Na rubrica “Diários de mediadores em casa”, contou ao idealista/news como está gerir esta nova realidade.
As empresas com perfil exportador estão a resistir melhor ao impacto económico da pandemia do novo coronavírus quando comparadas com as que não têm essa vocação. Esta é uma das conclusões a retirar do inquérito semanal do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta terça-feira (28 de abril de 2020), que acompanha o impacto da Covid-19 nas empresas.
Os trabalhadores independentes que viram a faturação recuar consideravelmente devido à pandemia do novo coronavírus podem pedir ao Estado um apoio extraordinário. Ajuda essa que será “passada a pente fino” mais tarde, já que a Segurança Social vai cruzar dados com a Autoridade Tributária para verificar a quebra de rendimentos em causa.
O casal multimilionário e filantropo mais famoso do mundo acaba de comprar uma impressionante casa de luxo na costa de San Diego (Califórnia) por 43 milhões de dólares, cerca de 40 milhões de euros.
A Grécia está a servir de exemplo no combate à pandemia do novo coronavírus, conseguindo responder de forma rápida à Covid-19. O governo do país, que até dia 23 de abril tinha 2.207 casos confirmados e 105 mortes – muito menos que em Espanha, Itália, França e Portugal –, está a reagir de forma atempada à doença, com as autoridades a valorizar a preparação feita e o facto da população ser disciplinada.
O Governo decidiu voltar a impôr restrições à circulação no próximo fim de semana prolongado, de 1 a 3 de maio de 2020, tal como fez na Páscoa, proibindo as deslocações entre concelhos.
As empresas mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus, e que entregaram o pedido de adesão ao regime de lay-off simplificado até 10 de abril, começam esta sexta-feira (24 e abril) a receber os apoios da Segurança Social para cobrir parte dos salários.
"A habitação está na linha da frente no combate a esta pandemia" em Portugal. A garantia foi dada, em entrevista ao idealista/news, pela secretária de Estado da Habitação. Assegurar que as pessoas possam continuar a viver nas suas casas, mesmo quem tem dificuldades em pagar o crédito à habitação ao banco ou a renda ao senhorio - sem comprometer a saúde financeira das famílias, agora e no pós estado de emergência - foi a grande prioridade do Governo, desde o rebentar da crise, com as várias medidas que têm vindo a ser implementadas, diz Ana Pinho.
A Virgin Atlantic e a Virgin Australia estão à procura de ajudas públicas em face da escassez de recursos do grupo para superar a pandemia de coronavírus. O famoso empresário Richard Branson diz que as suas companhias aéreas na Austrália e no Reino Unido não sobreviverão à crise sem o apoio do Estado.
Nos termos da legislação recentemente aprovada com impacto no arrendamento, foi criado um regime excecional e temporário de caducidade e oposição à renovação dos contratos de arrendamento habitacionais e não habitacionais. Faz parte do bloco de medidas aprovado pelo Governo para mitigar os efeitos da crise na economia e sociedade, tendo efeitos diretos, neste caso, para senhorios e inquilinos. Explicamos como se aplica neste artigo, com fundamento jurídico.
Os quatro maiores bancos a operar em Portugal – Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, Santander Totta e Novo Banco – têm cerca de 211 mil moratórias de créditos de famílias, nomeadamente à habitação, e empresas, num valor global de 18,9 mil milhões de euros, segundo dados divulgados pelos mesmos no Parlamento. Em causa estão créditos de famílias e empresas cujas prestações mensais estão suspensas, na sequência da pandemia do novo coronavírus. De referir que no caso do crédito à habitação a medida está em vigor até setembro deste ano.
A LANE – Exclusive Real Estate - focada no segmento residencial premium - conta na rubrica “Diários de mediadores em casa” queagora "os dias são passados ao telefone e na internet”, utilizando-se as mais variadas ferramentas para garantir que o trabalho segue a bom ritmo.
No atual estado de emergência em Portugal, por causa da pandemia global do Covid-19, são muitas as famílias que, consequentemente, estão a sofrer uma quebra nos rendimentos e com falta de liquidez para fazer frente às suas despesas, incluindo os seus créditos.
Escritório, retalho, industrial & logística, hotelaria, residencial e investimento. Que impacto está a ter a pandemia do novo coronavírus nos vários setores do setor imobiliário? Segundo a Cushman & Wakefield (C&W), no segmento residencial, “a procura por parte de clientes internacionais deverá retomar primeiro”. “Os investidores internacionais continuam com muito interesse em Portugal”, conclui a consultora imobiliária.
O Fisco já começou a processar os primeiros reembolsos do IRS, 21 dias depois de ter arrancado o prazo de entrega da declaração de rendimentos referente ao ano de 2019 – começou a 1 de abril e termina a 30 de junho. Quer isto dizer que, nos próximos dias, o dinheiro vai começar a chegar à “conta” dos contribuintes.