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Euforia no crédito à habitação: empréstimos dados sobem 44% e famílias cumprem mais

Euforia no crédito à habitação: empréstimos dados sobem 44% e famílias cumprem mais

Numa trajetória de claro e consecutivo crescimento, ao longo dos últimos quatro anos, a concessão de empréstimos para a compra de casa atingiu em 2016 o volume mais alto desde o estalar da crise em 2010. Nesse ano os bancos tinham dado mais de dez mil milhões de euros em crédito à habitação e no ano passado concederam cerca de 5.790 milhões, o que corresponde a um aumento de 44,28% face aos 4.013 milhões de euros de 2014, segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal.
Crédito à habitação: 2016 com Euribor em baixo e empréstimos em alta

Crédito à habitação: 2016 com Euribor em baixo e empréstimos em alta

Os portugueses parecem ter cravado no ADN a vontade de serem proprietários da casa onde vivem e, em 2016, a banca voltou a facilitar-lhes a vida, estando mais disponível para dar mais crédito à habitação e em condições favoráveis. Mas o cenário de Euribor negativas - favorável para as famílias com empréstimo, mas desvantajoso para o setor financeiro - veio mudar o negócio das hipotecas. Em vez das tradicionais taxas variáveis, os bancos agora querem fazer contratos com taxas fixas.
AIMI: Bancos serão tratados como "qualquer outro proprietário"

AIMI: Bancos serão tratados como "qualquer outro proprietário"

A banca está preocupada com a fatura fiscal mais agravada que terá de começar a pagar em 2017 sobre os imóveis de habitação que tem em carteira, devido às novas regras do adicional sobre o IMI. Mas o Governo entende que os bancos têm de ser tratados "como qualquer outro proprietário" e que o património imobiliário que o setor financeiro herdou na crise, com o crédito malparado, "não é responsabilidade do Estado".
OE2017: IRS, IMI e muito mais, num guia que não podes perder

OE2017: IRS, IMI e muito mais, num guia que não podes perder

Sob fogo cruzado com Bruxelas para conseguir meter as contas públicas em ordem, o Governo de António Costa apresentou no Parlamento uma proposta de Orçamento do Estado para 2017 (OE2017) que tem o imobiliário no centro das atenções. Em causa está, por exemplo, o polémico imposto adicional ao IMI, cuja receita fiscal visa estabilizar a Segurança Social. Mas não só. O documento, que vai ser sujeito a votação final no dia 29 de novembro de 2016, terá impacto direto em quem vive e faz negócios em Portugal e traz novidades a vários níveis, como por exemplo no IRS.
Banca penalizada em "muitos milhões" com novo imposto sobre imóveis

Banca penalizada em "muitos milhões" com novo imposto sobre imóveis

Os bancos portugueses estão entre os maiores proprietários do país, devido à herança de casas de clientes que entraram em incumprimento no crédito à habitação e imóveis de empresas falidas. O novo imposto que acresce ao IMI é, por isso, uma grande preocupação para o setor da banca, que estima estar entre quem vai pagar das maiores faturas dos 160 milhões de euros que o Governo quer encaixar com a nova tributação.
Plano para resolver malparado da banca já está em Bruxelas

Plano para resolver malparado da banca já está em Bruxelas

O crédito malparado é um problema crítico para a banca e a economia nacional e a ComissãoEuropeia e o Banco Central Europeu (BCE) têm vindo a reclamar uma solução com urgência. Como resposta, o Governo de António Costa preparou um plano com três eixos que visa, exatamente, combater o elevado rácio de créditos não produtivos (NPL) no balanço dos bancos a operar em Portugal, que já está em Bruxelas.

Bancos portugueses têm 4.000 milhões de euros de reservas parados

A banca portuguesa tem 4.000 milhões de euros de excesso de liquidez, ou seja, tem dinheiro parado que vai muito além das reservas mínimas exigidas pelo Banco Central Europeu (BCE). Equivale a 2% do PIB, um montante significativo que não chega à economia real. A Associação Portuguesa de Bancos (APB) considera que a procura de crédito é escassa e grande parte da que existe comporta um risco elevado.

Novo regime de proteção no crédito à habitação para famílias e fiadores na calha

O regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação está em vias de ser alterado, estando o Governo a trabalhar na flexibilização dos requisitos de forma a que mais famílias possam beneficar dos apoios. No período mais agudo da crise, mais de 196 mil famílias tiveram em atraso as prestações do empréstimo da casa, sendo que em junho o malparado abrangia um universo de 146 mil agregados familiares.

Bancos dão quase 20 milhões por dia para crédito à habitação

Os dados mais recentes do Banco de Portugal mostram que o crédito à habitação voltou aos níveis pré-crise no mercado nacional. Em média, os bancos estão a emprestar à volta de 19,6 milhões de euros por dia para a compra de casa. E os 587 milhões de euros acumulados ao longo do mês de junho representam o valor mais elevado desde março de 2011.
Imobiliário e construção reduzem dívida em 14 mil milhões de euros em cinco anos

Imobiliário e construção reduzem dívida em 14 mil milhões de euros em cinco anos

A construção, um dos setores que estava mais alavancado em Portugal, reduziu a dívida à banca em 10,5 mil milhões de euros desde a chegada da troika. Por outro lado, as atividades imobiliárias reduziram o seu endividamento 13%, menos 3,5 mil milhões de euros. Ou seja, mais de metade do total da dívida das empresas privadas, que entre junho de 2011 e junho de 2016 baixou 20,4 mil milhões, segundo mostram os últimos dados do Banco de Portugal.
Imóveis do antigo Banif à venda nos Açores com desconto

Imóveis do antigo Banif à venda nos Açores com desconto

Moradias, apartamentos, lojas e armazéns, terrenos agrícolas e urbanos. Assim é composta a carteira de imóveis do antigo Banif que estão à venda nos Açores, pela mão da sociedade gestora Oitante. Desta carteira de ativos imobiliários, avaliados em mais de 28 milhões de euros, fazem ainda parte a Estalagem Senhora da Rosa e o mítico Hotel Monte Palace, ambos em São Miguel.

Prestação da casa volta a baixar em junho e incumprimento está a estabilizar

Há cerca de dois anos que as prestações da casa estão em queda devido às baixas taxas de juro e o mês de junho que arranca hoje não é exceção. Em maio, a média mensal da taxa Euribor a seis meses (o indexante mais usado nos contratos de crédito à habitação) foi de -0,145% e a três meses de -0,257% (a segunda mais usada), sendo que 90% dos empréstimos usam taxa de juro variável.