A pesquisa encontrou 868 resultados
Resultados da pesquisa
Desde 2012, quando foi criado o Programa de Autorização de Residência para Atividades de Investimento - conhecido como vistos gold -, as autoridades portuguesas atribuíram 5.243 vistos (até julho). E o retorno conseguido supera os três milhões de euros. O programa levou à criação de milhares de empregos e estimulou a retoma não só do imobiliário mas também da economia, alerta a APEMIP, salientando que a iniciativa foi como que um balão de oxigénio para o setor.
Os processos de atribuição e renovação de vistos gold “estão completamente bloqueados” e se alguém precisar de fazer marcações junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para entregar um processo “não fazem marcação antes de novembro”. O aviso é deixado por Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).
A habitação foi um dos temas em destaque no debate realizado esta quarta-feira (30 de agosto) na SIC entre os cinco candidatos às eleições autárquicas em Lisboa, que se realizam a 1 de outubro. Fernando Medina (PS), João Ferreira (PCP), Teresa Leal Coelho (PSD), Assunção Cristas (CDS-PP) e Ricardo Robles (BE) apontaram o tema como uma prioridade, mas têm visões diferentes sobre o mesmo.
A venda de imóveis aumentou 30% no primeiro semestre do ano, o que representa cerca de 80 mil casas. E muitas das transações foram pagas a pronto. Se este ritmo se mantiver, 2017 será o melhor ano para o imobiliário desde 2010. Entre as razões para o crescimento estão a procura por investidores estrangeiros, a euforia em torno do Alojamento Local e as menores taxas de depósitos bancários.
A procura de moradias na linha de Cascais disparou nos últimos tempos e a impulsionar as vendas está o interesse de cidadãos brasileiros, que optam cada vez mais por investir em imobiliário em Portugal. O valor médio por transação ronda os 1,3 milhões de euros, bem mais que os 460.000 euros que os portugueses pagam, em média, por uma casa nesta zona nos arredores de Lisboa,
Os estrangeiros que queiram investir em Portugal através do programa vistos gold têm de esperar pelo menos três meses para conseguirem ter uma reunião no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e entregaram a documentação que permite dar início ao processo. Isto depois de já terem investido no mínimo 500.000 euros na compra de um imóvel.
Os vistos "gold" já tiveram melhores dias e o investimento caiu no passado mês de julho. Ainda assim, o saldo total do ano continua positivo, tendo registado um crescimento de 14,8% nos primeiros sete meses de 2017, face ao período homólogo. A maioria do investimento total resultante da Autorização de Residência para a Atividade de Investimento (que chegou aos 656 milhões de euros em julho) continua a ser gerado pelos chineses.
O investimento captado através do programa vistos gold – oficialmente designado de Autorização de Residência para a atividade de Investimento (ARI) – subiu 17% no primeiro semestre face ao período homólogo, para 596 milhões de euros. O Governo quer recuperar a reputação do programa, que tem sido “manchado” por casos de corrupção e por atrasos na concessão de vistos.
A advogada Maria Antónia Cameira, com escritório no último andar de uma torre das Amoreiras, em Lisboa, foi detida esta terça-feira (dia 11) na sua casa em Cascais no âmbito de um processo em que fez seis vítimas, chineses e sul-africanos, que foram burlados em cinco milhões de euros na sequência de atribuição de vistos gold.
O programa de Autorização de Residência para Investimento (ARI), conhecido por vistos gold, continua a gerar muita polémica. Para Luís Lima, presidente da APEMIP, “se é para continuar como está, o melhor é acabar com o programa dos vistos gold”.
A grande maioria do investimento angariado pelos vistos gold continua a ser proveniente da compra de bens imóveis, mas isso não significa grandes notícias para o setor, nos dias que correm.
As grandes redes imobiliárias a operar em Portugal consideram o mercado dos vistos gold estratégico, ainda que tenha um peso residual no número total de transações. As zonas de Lisboa e de Cascais são as que atualmente atraem mais este tipo de investimento, com destaque também para Sintra e Porto. Mas as empresas estão convencidas que, com as alterações implementadas pelo governo ao programa, a procura neste segmento poderá expandir-se a outras zonas do país, onde é possível ter acesso ao visto gold com um investimento menor.
Perante o alerta de que o investimento através dos vistos gold está a cair, devido em grande parte à burocracia, o Governo decidiu criar "uma linha azul" que visa acelerar os processos, tentando maximizar a receita do programa e travar a fuga de investidores. Desta forma, os pedidos de emissão ou renovação das Autorizações de Residência para Investimento (ARI) vão passar a ser tratados como processos prioritários até ao final deste ano.
A subida em flecha dos preços das casas em Portugal, que está a deixar Bruxelas sob alerta, e a falta de produto nas zonas de maior procura, como Lisboa e Porto, marcaram grande parte do pequeno almoço de trabalho designado "Quo vadis, imobiliário?" (o Estado da Nação do setor), organ
O Governo alterou os critérios de atribuição de vistos gold, reduzindo o valor necessário de investimento em pequenas e médias empresas (PME) para obtenção de autorização de residência a estrangeiros, que será inferior ao exigido para o setor imobiliário – compra de casas por valores acima de 500.000 euros.
Há cada vez mais brasileiros interessados em investir e em viver em Portugal. Nesse sentido, a Quintela e Penalva, consultora imobiliária especialista em imóveis premium para o segmento alto e médio, em parceria com a sociedade brasileira Pinheiro Neto, Advogados e a Vieira de Almeida & Associados Sociedade de Advogados, estão no Brasil a mostrar o potencial do mercado imobiliário português.
A operar em Portugal, desde 2006, no setor da mediação de imóveis residenciais e comerciais de luxo, a Engel & Völkers tem agora um ambicioso plano para engordar o negócio em cerca de 30% ao ano no mercado português. Para isso, a empresa conta com investidores estrangeiros, mas também nacionais, segundo conta em entrevista Juan-Galo Macià, que recebeu o idealista/news, em Barcelona, para revelar a sua estratégia enquanto novo diretor-geral da Engel & Völkers para a Península Ibérica.
A quebra verificada na emissão de vistos gold em abril – 78 milhões de euros, menos 59% que em março e 66 milhões de euros abaixo do valor médio apurado no primeiro trimestre (144 milhões de euros) – está a fazer soar os alarmes na Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI). A entidade diz que Portugal perdeu a liderança europeia e que já está aquém da Espanha.
O investimento captado através do programa Autorização de Residência para a atividade de Investimento (ARI), mais conhecido por vistos gold, recuou 5% em abril em termos homólogos, para 78 milhões de euros. No mês em causa foram atribuídos 122 vistos gold, 115 dos quais na sequência da compra de casas – têm de custar pelo menos 500.000 euros.
Os vistos gold fizeram entrar em Portugal 2,7 mil milhões de euros nos últimos cinco anos, mas os grandes clientes deste programa – designado Autorização de Residência para atividade de Investimento (ARI) – estão a fugir do país. As criticas prendem-se com atrasos na emissão e na renovação (obrigatória durante cinco anos) dos vistos, que chegam a ser de um ano.