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Resultados da pesquisa
A braços com uma crise inesperada, gerada pela pandemia da Covid-19, as pequenas e médias empresas do turismo e da indústria têm agora um novo mecanismo do Estado que lhes poderá vir a dar um novo alento.
O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), principal instrumento da política de habitação do Governo, vai contar com um reforço de verbas, no âmbito do Orçamento Suplementar para este ano.
Os mergulhos no mar, nas piscinas, praias fluviais e rios começaram ainda antes do arranque da época balnear em Portugal, a 6 de junho de 2020.
Os trabalhadores independentes, além de outros apoios no âmbito da crise gerada pela Covid-19, vão ser dispensados do primeiro e segundo pagamentos por conta do IRS, podendo regularizar estes valores até à data limite para o terceiro destes pagamentos, segundo a proposta de Orçamento suple
Com uma nova fase de desconfinamento à porta - no dia 15 de junho de 2020 levantam-se várias restrições, como a abertura de centros comerciais em Lisboa, e outras novidades a nível nacional -, o Governo está já a perspetivar os próximos passos.
Os centros comerciais da Área Metropolitana de Lisboa, à semelhança do resto do país, vão poder abrir as portas ao público a partir de 15 de junho de 2020. Também as Lojas do Cidadão têm agora luz verde do Governo para fazer atendimento presencial, a partir da segunda-feira que vem. A decisão de colocar de acabar com as restrições ao desconfinamento foi tomada esta terça-feira, dia 09 de junho de 2020, em Conselho de Ministros (CM).
O investimento captado através de Autorizações de Residência para Atividades de Investimento (ARI), como são conhecidos os vistos gold, quase triplicou (192%) em maio, face ao mês homólogo de 2019, para 146 milhões de euros. Um grande aumento, nomeadamente em tempos de Covid-19, já que em abril tinha recuado 46% face ao mesmo mês do ano passado, para 28 milhões de euros.
Até ao próximo dia 30 de junho de 2020 os contribuintes têm de entregar a declaração de IRS ao Fisco. Há quem já tenha submetido e recebido o reembolso, mas também há quem ainda continue à espera. Este ano houve mais atrasos, por causa da Covid-19, mas o Governo garante que o ritmo de pagamentos já está normalizado. Se ainda estiveres a aguardar o montante, sabe que é possível consultar o estado do reembolso através do Portal das Finanças. Mostramos-te como, passo a passo.
O Governo decidiu dar um apoio extra às famílias em dificuldades, por causa da crise gerada pela pandemia da Covid-19.
Para tentar dar uma resposta concertada à crise habitacional e apoiar os proprietários de alojamento local que estejam em dificuldades devido à pandemia da Covid-19, o Governo tem um pacote de 17,4 milhões de euros que visam fomentar a conversão de imóveis que estavam no mercado turístico de cu
O Governo decidiu alargar as moratórias de crédito do Estado aos emigrantes, que eram já beneficiários das moratórias privadas dos bancos.
O regime de lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19, vai ser prolongado um mês, até julho, segundo o Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) - o documento foi publicado dia 6 de junho de 2020 no Diário da República (DRE). Será, depois disso, substituído por um novo regime de apoio que contempla três mecanismos alternativos consoante a quebra de faturação das empresas. Explicamos-te tudo sobre o tema, nomeadamente qual será o salário dos trabalhadores abrangidos pelo regime.
O teletrabalho ganhou força durante a pandemia da Covid-19 e está nos planos no Governo continuar a estimulá-lo. De entre o vasto pacote de medidas do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), destaca-se um apoio à contratação em regime de teletrabalho, equivalente a metade um IAS - Indexante de Apoios Sociais (438,8 euros) dado às empresas do litoral que criem postos de trabalho no interior do país. O valor do apoio é de 219 euros por pessoa, sendo que a medida tem um orçamento estimado de 20 milhões de euros.
A abertura dos centros comerciais na grande Lisboa voltou a ser adiada pelo Governo, devido ao aumento do número de infetados com Covid-19 na região. A nova data apontada é 15 de junho de 2020, mas a decisão só será tomada esta terça-feira, 9 de junho, na reunião de Conselho de Ministros.
Os mentores do “Desafio”, Gonçalo Nascimento Rodrigues e Massimo Forte, acabam de lançar um novo projeto digital: uma comunidade para falar sobre pessoas, tendências e desafios da mediação e investimento imobiliário. O Desafio – Real Estate Talks vai estrear-se a 18 de junho de 2020 e produzir, ao longo de seis meses, webinares e conteúdos premium sobre diferentes temáticas, garantindo o acesso a uma rede de networking exclusiva de profissionais de topo dedicados ao mercado. O evento conta, mais uma vez, com o apoio exclusivo do idealista.
A situação de calamidade em Portugal mantem-se até às 23h59 do dia 14 de junho de 2020, sendo possível até a prorrogação ou modificação das medidas adoptadas para este período excecional e temporário, se a a situação epidémica o exigir – o Governo já revelou, entretanto, o seu plano para desconfinar a economia. E por falar em desconfinamento, impõe-se, agora, uma pergunta: posso sair de casa à vontade?
António Costa apresentou, esta quinta-feira (4 de junho de 2020), o Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), que tinha sido anunciado no Conselho de Ministros de 27 de maio, no final do Conselho de Ministros que o aprovou. Um plano que visa fazer face aos efeitos da pandemia do novo coronavírus e que “toca” em vários setores da economia.
O Governo vai apoiar as autarquias nos programas de subarrendamento a preços acessíveis para converter parte do Alojamento Local (AL) em casas com renda acessível, sendo que as ajudas vão ascender a 4,5 milhões de euros por ano. A medida, anunciada esta quinta-feira (4 de junho de 2020), é direcionada a programas como o Renda Segura, que começou a funcionar recentemente em Lisboa – a câmara arrenda imóveis para depois os subarrendar.
Relançar a economia, dinamizar o emprego, reforçar a saúde pública e responder a necessidades sociais de vários níveis, por causa da pandemia da Covid-19, é o objetivo do Governo ao decidir lançar uma linha de investimento público extra.
A associação que representa os lojistas dos centros comerciais pede a intervenção do Estado para a criação de uma “legislação especial” que possa compensar as quebras de faturação dos últimos meses. Antecipando uma “pequena grande desgraça” quando em julho começarem a ser pagas as rendas suspensas durante o estado de emergência, a entidade defende “uma solução conjunta para partilha de sacrifícios real e justa entre lojistas e senhorios”.