OE 2015: as famílias vão ou não pagar mais impostos?
A proposta de Orçamento de Estado para 2015 que foi ontem entregue na Assembleia da República poucas novidades traz para as famílias ao nível da tributação em IRS, uma vez que a entrega da proposta de Reforma do IRS encontra-se agendada para a hoje. O casamento dos dois documentos vai ser determinante para se saber o real impato fiscal para as famílias.
IMI: aumentos em 2015 e mais famílias isentas
A proposta de OE contempla novidades relativamente ao pagamento do IMI. Esgotada a cláusula geral de salvaguarda, que terminou no corrente ano, e dada a ausência de novas medidas OE sobre esta matéria, a fatura total do aumento do IMI nos prédios que foram alvo de reavaliação chega em 2015 e vai afetar uma parte significativa dos mais de cinco milhões de imóveis reavaliados entre 2011 e 2012.
OE 2015: portugueses preparem-se porque vêm aí mais impostos sobre o consumo
A breves horas da publicação do Orçamento do Estado (OE) para 2015 discutem-se na praça pública, acima de tudo, as mexidas na tributação sobre o rendimento. Curiosamente, não se tem falado muito das possíveis alterações em matéria de tributação indireta, cujos impactos no dia a dia dos portugueses podem ser bastante onerosos e imediatos.
OE 2015: O que podemos dar como certo, após 18 horas de reunião do Conselho de Ministros?
É certo que o Conselho de Ministros já aprovou o Orçamento do Estado (OE) para 2015 e as Grandes Opções do Plano, que contemplam o objetivo de reduzir o défice para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e um crescimento económico de 1,5% do PIB no próximo ano.
IMI 2015: Governo vai alargar isenção a mais 50 mil famílias - vê se a tua é uma delas!
O Governo vai alargar a isenção de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) aos contribuintes com rendimentos até 15.300 euros, contra os anteriores 14.600. Isto diz a versão preliminar do Orçamento do Estado de 2015.
Passos Coelho admite reduzir a carga fiscal
O primeiro-ministro rejeitou a existência de “sinais de rutura” na coligação PSD/CDS e admitiu a possibilidade de uma eventual descida de impostos no próximo ano caso não seja posta em causa a meta do défice.
Imobiliário da CGD em Portugal afeta contas públicas do país
Os ativos de imobiliário da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em Portugal vão agravar a dívida pública nacional em 2015. Alterações nas regras da contabilidade pública do país vão fazer com que os resultados da Wolfpart – a holding da CGD que gere as participações do grupo Caixa em Portugal – vão passar a consolidar no défice nacional e não nas contas da CGD como acontecia até agora. E a empresa dá prejuízos.
Rumores do dia
Moody’s antecipa dificuldades para atingir a meta do défice em 2015: A construção do Orçamento do Estado para o próximo ano está a gerar expetativas nas instituições internacionais, que antecipam dificuldades para o Governo atingir a meta do défice de 2015 que está prevista nos Procedimentos por Déf
Eleições: impostos não sobem em 2015
Os portugueses podem estar descansados porque, pelo menos, em 2015 não vão sofrer um novo agravamento fiscal. O Governo já decidiu que não vai subir os impostos em ano eleitoral. Passos Coelho (PSD) e Paulo Portas (CDS-PP) já chegaram a acordo e o que está em cima da mesa é não tocar no IVA e fazer pequenos ajustes no IRS, mas sem sobretaxa.
Rumores do dia
Governo prevê que desemprego baixe de 17,7% para 14,7%: O Governo reviu em baixa a taxa do desemprego: dos 17,7% previstos no Orçamento do Estado inicial, o Orçamento Retificativo aponta para os 14,7%. Trata-se de uma folga de quase 500 milhões de euros que só por si é capaz de compensar o chumbo constitucional aos cortes salariais da administração pública. (Expresso)
Aprovado Orçamento Retificativo que garante défice de 4%
O Conselho de Ministros aprovou, esta terça-feira, o Orçamento Retificativo (OR) para acomodar medidas que cubram os chumbos do Tribunal Constitucional (TC). O Executivo garante que a meta do défice traçada para este ano (4%) será cumprida, não havendo alterações ao nível de impostos.
Rumores do dia
Governo pode desistir de aumentar a TSU e o IVA em 2015: O Governo está a ponderar desistir dos aumentos da Taxa Social Única (TSU) e do IVA, que fazem parte do diploma da Contribuição de Sustentabilidade sobre os pensionistas, medida que estava prevista para 2015 e foi chumbada pelo Tribunal Constitucional (TC). O abandono das duas medidas complementares à contribuição significa que as Finanças não podem contar com o acréscimo projetado de 250 milhões de euros na receita. (Diário Económico)
Fisco à caça de impostos em falta em casas de emigrantes
Centenas de emigrantes estão a ser notificados pela AT para pagarem o imposto em falta relativo aos rendimentos que auferiram de imóveis arrendados em Portugal. As cartas resultam do cruzamento de informações realizado pela AT com as declarações de IRS entregues pelos contribuintes, sendo que foram identificados vários proprietários que não declararam ao Fisco as rendas recebidas.
Fisco já tirou este ano mais 74 euros a cada cidadão
A consolidação orçamental entre o primeiro semestre de 2013 e o mesmo período deste ano continua assente na receita. Os impostos foram decisivos na contenção do défice, que mesmo assim aumentou. A cada residente em Portugal corresponde, em média, mais 74 euros em impostos. Nos primeiros seis meses do ano, a fatura do IRS subiu 43 euros.
IRS mais simples para senhorios com pequenos rendimentos
Os senhorios com rendimentos mais baixos que queiram englobar as rendas no IRS para escapar à taxa especial de 28% devem enfrentar regras mais simples a partir do próximo ano. Em causa está uma proposta da Comissão para a Reforma do IRS, que sugere ao Governo que remova as armadilhas do englobamento e das declarações bancárias que este ano obrigaram muitos senhorios a pagar imposto acima do necessário.
Sabias que o crédito pode ser uma forma inteligente de gerir o dinheiro?
Nos tempos que correm deves achar estranho ouvir falar de crédito, uma vez que é comum a ideia de que os portugueses estão a pagar uma fatura muito elevada pelo recurso facilitado e generalizado ao crédito. Contudo, é importante esclarecer que o crédito pode ser bom e até uma forma inteligente de gerir o dinheiro. O idealista News Portugal explica-te como e quando.
IMI: mais 72 milhões de euros de receitas que em 2013
O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) já rendeu este ano – entre janeiro e maio – 7670,5 milhões de euros. Trata-se de uma subida de 72 milhões de euros (12,2%) face ao valor arrecadado nos primeiros cinco meses do ano passado e que é justificada, sobretudo, pelo efeito do processo geral de avaliação dos imóveis.
Rumores do dia
Medidas para 2015 podem ser legisladas antes do verão: Legislar desde já as medidas para o Orçamento do Estado de 2015 é o que está a ser analisado pelo Governo. Para "clarificar" a posição do Constitucional. E conhecer a "dimensão do problema". Neste contexto, o Executivo está a analisar a possibilidade de antecipar a aprovação parlamentar dos diplomas com as medidas previstas para o próximo ano ainda antes do verão. O objetivo é obter uma posição. (Jornal de Negócios)
Maria Luís Albuquerque: “Os impostos estão altos”
A ministra das Finanças reconheceu que os “impostos estão altos”. Para Maria Luís Albuquerque, “mais que subir ou descer impostos”, é fundamental haver “previsibilidade fiscal”.
Bruxelas reitera que Portugal tem de continuar a controlar a despesa pública
Portugal tem de avançar, o quanto antes, com medidas que cubram o impacto do chumbo do Tribunal Constitucional nas contas públicas nacionais. Quem o diz é a Comissão Europeia (CE). Bruxelas considera que os objetivos traçados para o défice público em 2014 e 2015 são alcançáveis, mas o país enfrenta ainda alguns riscos, nomeadamente quanto ao controlo da despesa pública.