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O setor de escritórios em Lisboa registou um novo crescimento, potenciado pela recuperação económica, estabilidade da taxa de desemprego, e aumento da confiança das empresas. Este cenário é traçado no último relatório trimestral da Cushman & Wakefield Portugal.
No seu programa de Governo, o PS apresenta um conjunto de medidas que visam proteger a habitação. Estímulos à reabilitação, ao arrendamento e suspensão de penhoras são algumas das promessas feitas por António Costa.
Estão abertas – até dia 15 de janeiro de 2016 – as candidaturas on-line à 9ª Edição do Programa de Renda Convencionada da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Em causa estão 30 casas municipais localizadas nas freguesias de Marvila e Santa Maria Maior.
Em setembro, a venda de casas cresceu ao ritmo mensal mais elevado dos últimos cinco anos (desde 2010), um cenário que se deve ao aumento constante da procura.
A lei das rendas entrou em vigor a 12 de novembro de 2012, mas ainda não teve o impacto pretendido na dinamização do mercado de arrendamento. Intervenientes do setor consideram que ainda faltam estímulos para que os proprietários reabilitem e arrendem casas, mas as maiores preocupações são no arrendamento comercial.
Desde o início do mês que os proprietários têm de comunicar os contratos de arrendamento ao Fisco e de passar os recibos por via eletrónica no Portal das Finanças aos inquilinos. A medida sempre foi criticada pelos senhorios e agora os serviços das associações de proprietários têm estado cheios, devido às dúvidas sobre as novas obrigações declarativas.
Portugal tem milhares de edifícios em ruínas e abandonados, que têm agora a oportunidade de ter uma segunda vida, com o Reabilitar para Arrendar. O programa "está a superar as expetativas" e a dotação inicial de 50 milhões de euros está já em vias de ser consumida. Mas o "dinheiro não é uma preocupação, porque há financiamento garantido para o que for necessário", revela em entrevista ao idealista/news Vítor Reis, presidente do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Desde o início deste mês de novembro que os senhorios estão obrigados a emitir recibos eletrónicos dos imóveis que tenham arrendados. Acontece que as novas regras não dispensam totalmente o papel, continuando a existir a via tradicional para a emissão da guia de pagamento do imposto de selo, por exemplo. Os proprietários decidiram agora fazer queixa ao Supremo Tribunal Administrativo.
A partir de domingo (1 de novembro), os senhorios deixam de poder passar recibos das rendas recebidas pelos inquilinos em papel e estão obrigados a fazê-lo por via eletrónica, através do Portal das Finanças. Os proprietários já podem, no entanto, aderir ao novo sistema de forma voluntária, sendo que até dia 27 já o tinham feito mais de 165 mil senhorios.
Vitor Reis, presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), revela que a entidade está a receber de outros organismos do Estado milhares de casas. “Estamos a falar em mais de seis, sete mil casas que andam por aí”, diz em entrevista ao idealista/news. O responsável refere que cada imóvel que fica vazio para ser atribuído a uma nova família “custa em média 7.000 euros” ao IHRU. “Nunca entregamos uma casa sem ser arranjada. O nosso investimento em obras já vai em 37 milhões de euros”, conta.
A adesão aos recibos de renda eletrónicos é obrigatória a partir de novembro, sendo que cerca de 150 mil senhorios aproveitaram o período de transição – começou em maio – para deixarem o recibo em papel e passarem a utilizar o modelo eletrónico. Os proprietários que não cumprirem com o prazo ficam sujeitos a uma coima entre 150 e 3.750 euros.
O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2015, maior feira imobiliária do país, arranca esta quarta-feira (dia 7) – realiza-se na FIL, em Lisboa, e termina dia 11. Luís Lima, que desde 2013 é presidente do conselho estratégico do SIL, revela, em entrevista ao idealista/news, que “o investimento estrangeiro e a internacionalização continuarão a ser uma aposta” na edição deste ano.
A EDIA quer concessionar a Herdade dos Bravos, junto à Barragem do Alqueva, Alentejo, mas há apenas um interessado. A proposta do candidato à concessão da Pousada por um período de 20 anos num valor de 1,2 milhões de euros, foi apresentada no final de agosto e está agora em análise.
A nova lei da renda apoiada está a gerar uma vaga de contestação nacional. Ontem, mais de 150 moradores de bairros sociais de todo o país manifestaram-se junto à sede do IHRU, em Lisboa, exigindo a suspensão da nova normativa da habitação social que entrou em vigor em março.
Estás a pensar em arrendar casa na Grande Lisboa? Então fica a saber que há, cada vez, menos imóveis disponíveis no mercado de arrendamento da Área Metropolitana de Lisboa. A oferta caiu 21% nesta região, para 12.728 fogos, entre o segundo trimestre de 2014 e o primeiro deste ano, reforçando uma tendência que se tem registado nos últimos tempos.
Forte defensor da compra de casa, em vez do arrendamento, o bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas considera que Portugal "continua a ser atrativo para o investimento imobiliário", apesar da "elevada carga fiscal" que afeta o setor.
Os requerimentos de despejos de inquilinos por parte de proprietários continuam em alta em Portugal. No primeiro semestre do ano, o Banco Nacional do Arrendamento (BNA) registou a entrada de 2.309 pedidos de senhorios (mais de metade do total de todo o ano passado, 4.166), mas a maioria continua a ser recusada, segundo mostram dados avançados ao idealista/news pelo Ministério da Justiça de Portugal.
Nos primeiros seis meses deste ano registaram-se 950 milhões de euros de operações de investimento em imobiliário comercial em Portugal, um volume que corresponde a 13% dos 7.454 milhões de euros transacionados no nosso país nos últimos 10 anos. Os dados são avançados pela JLL no seu mais recente Market Pulse,
As rendas das casas em Lisboa registaram um aumento de 7,6% no primeiro trimestre deste ano face ao mesmo período de 2014, segundo dados do Sistema de Informação Residencial hoje divulgados no Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário.
Evitar duplas tributações ou permitir a dedução do IMI da casa arrendada no IRS são algumas das medidas fiscais que o setor do imobiliário pede ao próximo Governo para dinamizar o arrendamento em Portugal. Com a crise, que reduziu o crédito à habitação, a par da nova lei das rendas, o setor animou e agora o setor não quer perder terreno - sobretudo num momento em que a banca voltou a abrir a torneira do financiamento para a compra de casa.