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Resultados da pesquisa

Arrendamento em queda? Há menos 20.000 senhorios que em 2017

Arrendamento em queda? Há menos 20.000 senhorios que em 2017

A maioria dos proprietários com casas arrendadas tem de emitir recibos de renda eletrónico. Não é de admirar que o número de senhorios que passam recibos tenha aumentado em 2017. Uma subida que foi insuficiente para compensar a quebra entre os que fazem declaração anual de rendas. Somadas, estas duas situações mostram que no início deste ano havia menos 20.474 senhorios que em 2017.
Rendas de estudantes em Lisboa são 120 euros mais caras que no Porto

Rendas de estudantes em Lisboa são 120 euros mais caras que no Porto

Arrendar quarto (ou casa) em Lisboa sai mais caro às carteiras dos estudantes. Quer isto dizer que viver na capital custa, em média, mais 120 euros que no Porto. A conclusão é do Relatório do Mercado de Arrendamento a Estudantes 2017, divulgado pela Uniplaces. A plataforma online revelou ainda que o número de reservas em Portugal registou um aumento de 37% ao longo do último ano.
Uniplaces gerou 100 milhões em rendas desde 2012

Uniplaces gerou 100 milhões em rendas desde 2012

A Uniplaces, plataforma online para alojamento de estudantes universitários, gerou 100 milhões de euros em rendas para proprietários e senhorios de seis países europeus (Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha e Reino Unido) que colocam as suas habitações para arrendamento através do site. Um número a ter em conta tendo em conta que a startup foi lançada em 2012.
Há cada vez menos senhorios com IMI reduzido. Fica a saber porquê

Há cada vez menos senhorios com IMI reduzido. Fica a saber porquê

É cada vez menor o número de senhorios com Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) reduzido, um benefício por serem proprietários de prédios com rendas antigas. Isto porque há muitos proprietários a falhar a entrega da declaração. Perdido um ano, perdido para sempre o benefício, de tal forma que até já há senhorios a pagar mais de IMI que a receber de rendas.
Ano novo, vida nova... Os preços que sobem e descem em 2018

Ano novo, vida nova... Os preços que sobem e descem em 2018

Ano novo, vida nova. Ou como quem diz, novos preços. A chegada de 2018 vai trazer alterações nos preços de vários bens e serviços. E porque está na hora de começar a fazer as contas à vida (aos preços, aliás), decidimos mostrar-te o que vai subir e descer este ano.
Rendas voltam a subir em 2018

Rendas voltam a subir em 2018

Os anos passam, mas há perguntas que, como manda a tradição, se mantêm. Pelo menos no que toca ao binómio comprar vs arrendar casa: um duelo de titãs longe de acabar. Comprar casa segue e soma pontos, não fosse este o melhor ano de sempre na venda de casas desde que há memória, ou melhor, desde de que há registos. O arrendamento também continua a dar que falar: não há oferta para tanta procura e os preços dispararam ao longo do ano. Melhores tempos virão? Talvez não. Os inquilinos já fazem contas à vida, tudo porque em 2018 as rendas... voltam a subir.
Alojamento Local a ferver: gera milhões... e dá (sempre) muito que falar

Alojamento Local a ferver: gera milhões... e dá (sempre) muito que falar

Anjo para alguns, diabo para outros. Um bode expiatório? Talvez sim, talvez não. Carrega às costas a culpa do aumento dos preços das casas e das rendas, mas nem assim perde o fulgor. O Alojamento Local (AL) continua de boa saúde, está “moda” e alimenta-se do “boom” turístico que consome o país. Que o digam os números. A receita fiscal obtida com o AL quase duplicou em pouco mais de um ano: foram 69 milhões em 2015 e mais de 120 milhões em 2017.
Impostos e imobiliário (eternamente) de mãos dadas

Impostos e imobiliário (eternamente) de mãos dadas

O ano de 2017 foi pródigo em noticias fiscais relacionadas com o setor imobiliário. Um tema, de resto, que também fez correr muita tinta em 2016. No centro da polémica voltou a estar o Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI), que começou a ser cobrado em setembro: taxa em 0,7% quem tem um Valor Patrimonial Tributário (VPT) total (habitações e terrenos para construção) entre 600.000 euros e um milhão de euros e em 1% quem tem um VPT superior a um milhão de euros – no caso dos casados ou unidos de facto, o patamar de isenção duplica para 1,2 milhões de euros.
Há menos 23.000 senhorios a declarar a renda de casa que há dois anos

Há menos 23.000 senhorios a declarar a renda de casa que há dois anos

O número de contribuintes a declarar rendas à Autoridade Tributária (AT) baixou 4% no espaço de dois anos, o que significa que há cada vez mais senhorios a desistir do negócio. Em 2015, mais de 570.000 contribuintes declararam rendimentos provenientes de rendas, sendo que este ano o número diminuiu para 546.770, uma redução de mais de 23.000 pessoas.
Senhorios têm até 31 de dezembro para pedir redução de IMI

Senhorios têm até 31 de dezembro para pedir redução de IMI

Os proprietários que tenham casas no mercado de arrendamento têm até final do mês para pedir uma redução de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). No caso de Lisboa, o desconto pode chegar aos 20%. Trata-se de um benefício fiscal que está previsto na lei, mas que não é de aplicação automática, ou seja, têm de ser os proprietários a apresentar um requerimento às autarquias – em Lisboa têm até 31 de dezembro para o fazer.
Governo quer um em cada cinco contratos com renda acessível

Governo quer um em cada cinco contratos com renda acessível

O programa de arrendamento acessível – uma das medidas da Nova Geração de Políticas de Habitação – prevê a isenção de IRS sobre os rendimentos das rendas e uma redução do IMI, atribuindo benefícios fiscais aos senhorios que praticarem rendas mais baixas. A secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, espera que até final do próximo ano 20% dos novos contratos estejam inseridos neste programa, ou seja, um em cada cinco contratos.
“Vamos passar a ter donos de Alojamento Local a regressar ao arrendamento tradicional”

“Vamos passar a ter donos de Alojamento Local a regressar ao arrendamento tradicional”

Alojamento Local (AL) versus arrendamento tradicional. Este duelo estará prestes a ser solucionado – ou equilibrado –, pelo menos naquilo que depender do Governo, que quer incentivar os proprietários de AL a devolverem casas ao arrendamento tradicional. Para facilitar este “regresso”, o Executivo decidiu suspender o pagamento de mais-valias resultantes daquela atividade económica. A secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, acredita que os proprietários vão “aproveitar esta oportunidade”.
“Temos uma proposta capaz de seduzir os senhorios”, garante Matos Fernandes

“Temos uma proposta capaz de seduzir os senhorios”, garante Matos Fernandes

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, garantiu no Parlamento, esta quarta-feira (8 de novembro), que a futura legislação sobre habitação com rendas acessíveis não se irá traduzir numa sobrecarga ou responsabilidade acrescida para os proprietários. O governante acredita, aliás, que as novas regras serão atrativas e irão potenciar a oferta de casas para arrendar.
Despejos aumentam à boleia das rendas altas e dos salários baixos

Despejos aumentam à boleia das rendas altas e dos salários baixos

O facto de haver salários baixos e das rendas estarem cada vez mais altas está a ter impacto direto no número de despejos, já que muitas famílias ficaram sem capacidade para pagar as respetivas casas. Em 2016, foram despejadas através do Balcão Nacional do Arrendamento (BNA) 1.931 famílias, quase o dobro (91,7%) dos despejos ocorridos em 2013. E mais: entre janeiro e setembro deste ano, houve 1.480 despejos decretados, o que dá uma média de 5,5 famílias por dia.