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Chineses querem investir mais no imobiliário estrangeiro e Portugal está na mira

Chineses querem investir mais no imobiliário estrangeiro e Portugal está na mira

A volta à rotina anterior à chegada da pandemia da Covid-19 começou mais cedo na China do que no resto do mundo. O foco do início desta crise de saúde internacional, que se transformou em crise económica e financeira, deu passos de reabertura antes do resto dos países, depois de controlar a propagação do coronavírus, segundo as autoridades chinesas. Esse retorno à normalidade está a ter refletir-se numa subida do interesse dos investidores e famílias chinesas em encontrar imóveis para comprar no estrangeiro, como investimento ou mesmo para morar.
Vistos gold em queda: investimento recua 46% para 28 milhões em abril

Vistos gold em queda: investimento recua 46% para 28 milhões em abril

Em abril, o investimento captado por via de Autorizações de Residência para Atividades de Investimento (ARI), como são conhecidos os vistos gold, caiu 46% em termos homólogos para 28 milhões de euros, de acordo com as estatísticas do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Foram atribuídas 53 autorizações de residência, uma queda de 42% face às 92 aprovadas em igual período do ano passado.
“Imobiliário sempre foi um investimento com bom retorno e agora não será diferente”

“Imobiliário sempre foi um investimento com bom retorno e agora não será diferente”

Gestão e fiscalização de obras, coordenação de segurança em obra, elaboração de estudos e projetos de construção e avaliação imobiliária. É nestas quatro áreas distintas que a GesConsult atua, revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da empresa, que nasceu há seis anos. Segundo o responsável, investir em imobiliário será sempre uma boa opção, mesmo em tempos de pandemia de novo coronavírus: “Conhecendo a resiliência no setor, acredito que ultrapassada a pandemia - e caso não exista uma segunda vaga - teremos condições para retomar em força no primeiro trimestre de 2021”, conta.
Crise profunda no imobiliário e construção? Argumentos para mostrar que não...

Crise profunda no imobiliário e construção? Argumentos para mostrar que não...

Mark Twain, em 1897, foi anunciado como morto pela imprensa, enquanto na verdade permanecia vivo. Será que agora, em relação ao mercado imobiliário em Portugal - no âmbito da atual crise gerada pela pandemia da Covid-19 - se está a passar por estes dias exatamente o mesmo? Apresentamos uma análise que visa responder a esta pergunta,  feita pelo advogado Nuno Pereira da Cruz, Managing Partner da CRS Advogados, preparada para o idealista/news. 
Vanguard Properties: “Independentemente da pandemia, os nossos planos não se alteraram”

Vanguard Properties: “Independentemente da pandemia, os nossos planos não se alteraram”

"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
“Apesar do momento adverso, continuamos a ter interesse de muitos investidores em continuar no país"

“Apesar do momento adverso, continuamos a ter interesse de muitos investidores em continuar no país"

O negócio da Real Estate Boutique, que está presente em Portugal desde 2014, atuando nos segmentos Boutique e Corporate, vai de vento em popa. Isto em plena pandemia de novo coronavírus. A imobiliária iniciou o primeiro trimestre de 2020 gerando cerca de 10 milhões de euros em transações e abriu a sua segunda loja de rua no Porto, no Largo do Pinheiro Manso. E mais: passou a representar a rede Luxe Places International Realty em exclusivo em Lisboa e na Invicta.
Vistos gold continuam (para já) a funcionar da mesma forma

Vistos gold continuam (para já) a funcionar da mesma forma

O fim da atribuição de vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, aprovada na especialidade na sequência de uma proposta de alteração ao OE2020, deveria entrar em vigor no início de 2021. Mas agora, e por causa da pandemia do novo coronavírus, o Governo decidiu deixar em 'stand by" a decisão de alterar as regras do regime que serviu de motor ao imobiliário nos últimos anos.
Vistos gold chineses em queda: novas regras e coronavírus afastam investimento

Vistos gold chineses em queda: novas regras e coronavírus afastam investimento

Já se começam a sentir os efeitos do travão aos vistos gold no país. Em fevereiro foram atribuídas apenas oito autorizações de residência a chineses, menos de metade do número observado no mês anterior, segundo dados que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A epidemia do coronavírus e o novo ano chinês são outras causas que poderão estar na origem da quebra.
“Vistos gold não são responsáveis pelo aumento dos preços das casas”

“Vistos gold não são responsáveis pelo aumento dos preços das casas”

Ponto final na atribuição de vistos gold a estrangeiros que invistam em imobiliário em Lisboa e Porto, através da compra de casas que custem pelo menos 500.000 euros. Um tema que tem gerado polémica e que em nada está a influenciar a subida dos preços das casas, diz ao idealista/news Aniceto Viegas, diretor-geral da promotora imobiliária Avenue.