Lisboa está a mudar e a reinventar-se. Os projetos, alguns na área metropolitana da capital, florescem e multiplicam-se, sedimentando o património que ficará para a história.
O grupo The Fladgate Partnership, dono da Taylor’s e do hotel The Yeatman, entre outros ativos, vai investir na recuperação de edifícios na zona histórica de Gaia para instalar funcionários – vai contratar mais de 300 pessoas até 2020.
O grupo The Fladgate Partnership, que tem negócios nos setores do vinho do Porto e do turismo, comprou um terreno de cerca de 30 mil metros quadrados (m2) à Caixa Geral de Depósitos (CGD) em Vila Nova de Gaia.
Vai nascer na Boavista, no Porto, um novo projeto imobiliário composto por dois edifícios de escritórios e um residencial. Em causa está o projeto ICON, um investimento de 60 milhões de euros a cargo da promotora Civilria.
O projeto da “Cidade da Água”, em Almada, na margem sul do Tejo - ou a nova “pequena Expo”, como já é apelidada - deverá chegar ao mercado no primeiro semestre deste ano por 2 mil milhões de euros.
A CP quer arrecadar 809 mil euros (pelo menos) com a venda de um prédio/palacete no Largo 5 de Outubro, em Vila Nova de Gaia, e um apartamento na Rua Faria Guimarães, no Porto.
A venda de dois ativos imobiliário-turísticos da Herdade da Comporta ao consórcio formado pela Amorim Luxury e pela Port Noir Investments ficou consumada em novembro de 2018. A escritura será assinada em abril.
Comprar um décimo de uma casa. Esta é a proposta da empresa Roofstock, que comercializa casas unifamiliares para arrendar e é sobretudo vocacionada para pequenos investidores.
O volume de investimento em imobiliário comercial na Europa atingiu o valor recorde de 312 mil milhões de euros em 2018, mais 0,3% que em 2017. Portugal e Espanha foram os países que mais cresceram: 57% e 54%.
São precisos 38 mil milhões de euros para reabilitar as cerca de 425 mil casas vagas e devolutas existentes em Portugal: 14 mil milhões destinados a pequenas obras e 24 mil milhões a obras de grande reparação, segundo o presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), Manuel Reis Campos.
Em dezembro de 2018, o valor sob gestão dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.638,8 milhões de euros, menos 126,6 milhões (1,18%) que em novembro.
O regime das sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI), mais conhecidas por REIT, entra hoje em vigor. Desde Espanha, onde há já alguns anos existem estas sociedades, as Socimi, surgem notícias a dar conta de que Portugal pode “roubar” investidores ao país vizinho.
O mercado imobiliário está quente e corre o risco de “sobreaquecer”. O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros teme que a “luz verde” à criação das sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI) em Portugal – vulgarmente conhecidas por REIT – possa trazer o risco de "aumentos excessivos" nos preços dos imóveis.
As sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI), mais conhecidas por REIT (Real Estate Investment Trusts), têm luz verde para começar a investir em Portugal. Segundo o decreto-lei, já publicado em Diário da República, 1 de fevereiro (sexta-feira) é a data a partir da qual estas sociedades podem dar início à atividade.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta quarta-feira (24 de janeiro de 2019) o diploma que cria o regime das Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI), vulgarmente conhecidas por REIT (Real Estate Investment Trust).
A Comissão Europeia considera que os vistos gold apresentam riscos para UE, nomeadamente em termos de segurança, lavagem de dinheiro, corrupção e evasão fiscal, e alerta para a falta de transparência e supervisão destes programas nos Estados-membros. Em 2018 foram concedidos 1.409 vistos gold em Portugal e investidos 838 milhões de euros.
A espanhola MK Premium, que tem apostado forte no mercado imobiliário nacional, obteve um rendimento anual de 370.585 euros no seu primeiro ano em Portugal, onde adquiriu nove imóveis entre Lisboa e Porto. Os lucros globais da empresa aumentaram 137% em 2018 face ao ano anterior.
Portugal continua no radar dos investidores internacionais. A espanhola Gestilar comprou um terreno de 26 mil metros quadrados (m2) em Miraflores (Lisboa), onde vai construir 170 casas. Os imóveis, cujo investimento deverá rondar os 80 milhões de euros, deverão ficar concluídos no final de 2021.
A Jackyl está a apostar forte no mercado imobiliário nacional: comprou há cerca de um ano um quarteirão no Rossio onde se encontrava a Pastelaria Suíça e mais recentemente um terreno em Oeiras. No centro da capital vão nascer lojas, escritórios, apartamentos e um hotel.
No início de cada ano semeiam-se previsões, e as de Francisco Horta e Costa, diretor-geral da CBRE Portugal, são otimistas. O responsável antevê que 2019 seja o “segundo melhor ano de sempre” no imobiliário comercial, cujo volume de investimento deverá ultrapassar os 2.500 milhões de euros.
O mercado imobiliário arranca mais um ano a dar (e multiplicar) frutos. Nas próximas semanas, a consultora CBRE vai colocar no mercado três novos portefólios de escritórios, num valor global de cerca de 175 milhões de euros. Os ativos concentram-se em Lisboa e Porto.
A aposta da Merlin Properties (MP) passa por aumentar a carteira de escritórios em Lisboa, conforme revelou recentemente ao idealista/news João Cristina, diretor da empresa em Portugal. Um investimento que ganha agora mais força, com o anúncio da aquisição de mais dois edifícios de escritórios na capital. Trata-se do Art's e da Torre Fernão de Magalhães (TFM), no Parque das Nações. Em causa está um investimento de 112,2 milhões de euros.
O Governo deu luz verde à criação dos Real Estate Investment Trusts (REIT), um instrumento que em Portugal terá o nome de sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI). Estas deverão ter como objeto social principal a aquisição de imóveis para arrendamento, mas, também, para “outras formas de exploração económica”, como a promoção imobiliária.
A Habitat Invest vai investir 246 milhões de euros na construção de novos projetos imobiliários este ano. A empresa avançará para a construção e comercialização de oito novos empreendimentos, num total de 495 apartamentos e de 10 frações comerciais, além de estar a negociar mais seis projetos para o Porto, margem sul do Tejo, Alentejo e Açores.
O Governo deu luz verde à criação dos Real Estate Investment Trusts (REIT) em Portugal, uma medida que a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) considera ser “muito bem-vinda e acertada", e que permitirá canalizar o “investimento internacional à criação de mais oferta imobiliária”.
Recebe os nossos artigos mais recentes no seu endereço eletrónicoSubscrever