O Novo Banco vai receber mais 2,4 milhões de euros de um fundo imobiliário do antigo Grupo Espírito Santo (GES), que entrou em insolvência em junho do ano passado, avança o jornal ECO.
A sociedade gestora da dívida da Promovalor, de Luís Filipe Vieira, avançou com um pedido de financiamento superior a 21 milhões de euros ao Novo Banco, destinado à valorização de ativos imobiliários, como é o caso da Quinta do Cochão em Alverca, distrito de Lisboa.
O Novo Banco defendeu, numa carta enviada ao Parlamento, que a proposta da Iberis para comprar a dívida da Imosteps, de Luís Filipe Vieira, não configurava conflito de interesses, ao contrário do que foi entendido pelo Fundo de Resolução.
O Novo Banco irá mudar a sua sede da Avenida da Liberdade, em Lisboa, para o Tagus Park, em Oeiras, a partir de 2022, de acordo com uma mensagem publicada na 'intranet' do banco.
O Novo Banco pôs à venda uma nova carteira de crédito malparado de grandes devedores. O projeto Harvey, como foi designado, engloba empréstimos em situação de incumprimento com o valor bruto de 640 milhões de euros, sendo que estão em causa dívidas de 20 ‘single names’: oito créditos de empresas e 12 créditos ligados ao setor imobiliário.
O relator da comissão parlamentar de inquérito ao Novo Banco, Fernando Anastácio (PS), recomendou que o Governo analise os riscos de abusos no IMT e uma maior rotação de avaliadores imobiliários, na sequência dos problemas detetados na instituição financeira.
O empresário e presidente do Benfica Luís Filipe Vieira foi detido na quarta-feira (7 de julho de 2021), numa investigação – processo “Cartão Vermelho” – que envolve negócios e financiamentos superiores a 100 milhões de euros, com prejuízos para o Estado e algumas sociedades. Tiago Vieira, filho do presidente do Benfica, o agente de futebol Bruno Macedo e o empresário José António dos Santos, conhecido como “o rei dos frangos”, foram igualmente detidos. Um dos negócios sob investigação estará relacionado com a promotora imobiliária Imosteps, que Vieira vendeu ao “rei dos frangos” por um euro, libertando-se assim de uma dívida de 54 milhões de euros.
A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) admite desvios nas avaliações feitas pelo Novo Banco a imóveis e a fundos por comparação a outros bancos, mas diz que essas diferenças na valorização dos ativos resultam de métodos diferentes na avaliação dos pressupostos, contexto e objetivos econ
A operação de venda da Herdade de Rio Frio, um dos maiores terrenos agrícolas do país e um dos ativos do extinto Banco Português de Negócios (BPN), arrancou em 2018. Sabe-se, agora, que o Estado, através da ‘holding’ Parvalorem, e o BCP selecionaram três entidades para apresentarem propostas finais pela herdade, que tem 4.000 hectares e está localizada em Alcochete. Tudo aponta para que o negócio fique concluído em breve, até setembro deste ano.
Depois de o grupo Promovalor, presidido por Luís Filipe Vieira, ter deixado um buraco no Novo Banco de 181 milhões de euros, foi transferida uma carteira de imóveis para o banco, cujo valor ascende aos 244,2 milhões de euros. Esta foi a avaliação realizada a 20 de um total de 23 ativos transferidos, em concreto, para o Fundo de Investimento Alternativo especial (FIAE) controlado em 96% pelo banco. Trata-se de ativos imobiliários distribuídos por Portugal, Espanha, Brasil e Moçambique.
A promotora imobiliária VIC Properties anunciou a compra dos terrenos da Matinha, na freguesia de Marvila, em Lisboa, ao Novo Banco, em 2019 – onde deverão nascer mais de 2.000 novas casas –, mas por essa altura, tal como o idealista/news noticiou, os valores do negócio não foram divulgad
José António dos Santos, conhecido como “Rei dos Frangos”, comprou por oito milhões de euros a dívida da promotora imobiliária Imosetps, de Luís Filipe Vieira, que o Novo Banco tinha vendido ao fundo norte-americano Davidson Kempner.
A Herdade do Vale Feitoso, que pertencia ao universo do Grupo Espírito Santo (GES), foi leiloada pelo valor base de 24 milhões de euros, mas acabou por ser vendida por um valor inferior - 20,7 milhões de euros, a proposta mais alta em cima da mesa, que foi apresentada pela sociedade espanhola Vestein Spain. A transação já conta com o parecer positivo do Ministério Público (MP) e do Tribunal do Fundão.
São 16 milhões de euros que fazem do Novo Banco o segundo maior credor da empresa que controla o Zmar Eco Resort – a Multiparques. A maior credora é mesmo a Ares Lusitani – com 22 milhões de euros. Este é o empreendimento requisitado pelo Governo para instalar temporariamente 28 imigrantes, tendo em vista o controlo da situação epidemiológica no concelho de Odemira. Mas a massa insolvente do local teme que este processo coloque em causa o plano de recuperação já aprovado, que prevê a reabertura do espaço dia 28 de maio.
O presidente da Promovalor, Luís Filipe Vieira, é esta segunda-feira (10 de maio de 2021) ouvido na comissão de inquérito ao Novo Banco (NB) no âmbito das audições que os deputados estão a fazer aos grandes devedores do banco. O (também) presidente do Benfica vai tentar explicar como é que a sua empresa imobiliária deixou um buraco de 181 milhões de euros.
O administrador da FinSolutia, Nuno Espírito Santo, garantiu esta semana, no Parlamento, que desconhecia previamente a carteira de imóveis adquirida ao Novo Banco e gerida pela sua empresa, e que não se relaciona com o primo Ricardo Salgado "desde 2013 ou 2014".Questionado pelo deputado único d
António João Barão, empresário que vendeu cinco sociedades imobiliárias a uma empresa do Luxemburgo através da qual o fundo Anchorage adquiriu ao Novo Banco (NB) uma carteira de imóveis por 364 milhões de euros, o projeto Viriato, disse que “não sabia a quem é que ia vender” as referidas sociedades.
A mudança da sede do Novo Banco (NB) da Avenida da Liberdade, em Lisboa, para o Taguspark, em Oeiras, nos arredores da capital, vai acontecer a partir do terceiro trimestre do ano. Trata-se de um processo que acontecerá de forma gradual, tendo o banco já começado a expandir-se no parque de escritórios, onde tem atualmente a trabalhar cerca de 500 colaboradores.
Com base em suspeitas de uma propositada sobrevalorização do Greenwoods Ecoresorts, um projeto imobiliário em Sesimbra, o Novo Banco decidiu enviar para a Procuradoria-Geral da República (PGR) um dossiê com a descrição da operação bancária envolvida neste negócio, que gerou perdas de centenas d
O Novo Banco (NB) abandonou os planos de construir uma nova sede nas Amoreiras, em Lisboa, mas não desistiu da ideia de vender o atual edifício que ocupa na Avenida da Liberdade, o que poderá representar um encaixe financeiro entre 50 a 70 milhões de euros. A alternativa em cima da mesa passa por uma mudança para o Tagus Park, em Oeiras (arredores da capital), onde já tem mais de 500 colaboradores a trabalhar. Entretanto, a entidade bancária, que é detida pela Lone Star, anunciou a venda da sucursal em Espanha ao Abanca.
Quando ainda havia o Grupo Espírito Santo (GES), o Banco Espírito Santo (BES) lançou, em conjunto com construtores e promotores imobiliários, vários fundos imobiliários designados Invesfundo. O terceiro destes veículos, o Invesfundo III, que foi herdado pelo Novo Banco (NB) e entrou em insolvência em junho de 2020, está agora pronto para começar a reembolsar os credores, sendo que cabe à entidade liderada por António Ramalho a maioria dos créditos: 58 milhões de euros.
A Herdade do Vale Feitoso, localizada no concelho de Idanha a Nova, foi comprada em 2004 pelo Grupo Espírito Santo (GES) e declarada insolvente em fevereiro de 2017.
O Novo Banco tinha uma carteira imobiliária no valor de 2.670 milhões de euros, em termos líquidos, em dezembro de 2016, mas libertou-se de cerca de 1.700 milhões de euros entretanto, ou seja, até final de 2020, período durante o qual implementou um plano de reestruturação, imposto pelas autoridades europeias.
Depois de várias tentativas de venda, sem sucesso, a Herdade do Vale Feitoso, localizada no concelho de Idanha a Nova, continua à procura de novo dono. Aquela que é a maior propriedade privada muralhada de Portugal, comprada em 2004 pelo Grupo Espírito Santo (GES), recebeu várias propostas, mas as ofertas, muito baixas, acabaram chumbadas pelo Ministério Público (MP).
O Novo Banco já veio esclarecer que a carteira de crédito malparado que vendeu estava avaliada nas contas da instituição (afinal) em 35 milhões de euros. “O Novo Banco esclarece que a carteira de crédito malparado (NPL) está avaliada nas contas do banco por cerca de 35 milhões de euros, valor marginalmente inferior aos 37 milhões de euros da venda reportados ao mercado, com o respetivo impacto positivo nos resultados e no capital”, adiantou fonte oficial do Novo Banco à Lusa.
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